Arquivo mensal: agosto 2014

Utilização de contas Externas no Office 365

Pessoal

Para aqueles clientes que ainda utilizam as contas como GMAIL, UOL, IG e também quer utilizar o Outlook nas assinaturas Quiosque, K1, K2, E1 tem um importante modo de centralizar as informações.

As vezes a empresa não permite que o usuário use estas contas dentro da empresa, mas permite que use nas caixas da empresa pois principalmente na área de vendas os vendedores tem uma carteira de clientes particular.

Ou centralizar todas contas em um lugar só e não precisa ficar acessando 345 caixas de e-mail e webmails diferentes.

No Outlook Online, no meu opções em contas conectadas

Estou administrando algums contas centralizadas no Office 365 onde posso baixar em um local só e enviar também como a conta @gmail.com

Ao configurar uma conta ele segue alguns padrões básicos automáticos.

Você também deve seguir.

Ao enviar o e-mail você também pode enviar como o e-mail que você quiser.

Estes recursos veio desde o BIPOS da Microsoft até a ulyima BUILD.

Também podemos utilizar como Migração Gradativa desde que o cliente vire o MX após as migrações das mensagens.

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Conectar o Windows PowerShell ao serviço

Aplica-se a: Office 365 for professionals and small businesses, Office 365 for enterprises, Live@edu

Tópico modificado em: 2013-01-24

Depois de ter instalado e configurado o Windows PowerShell e o Windows Remote Management (WinRM) no computador, você deve conectar o Windows PowerShell no seu computador local ao serviço baseado na nuvem para executar tarefas na sua organização baseada na nuvem.

Ao iniciar o Windows PowerShell, você estará na sessão do Windows PowerShell do computador local. Uma sessão é uma instância do Windows PowerShell que contém todos os comandos disponíveis para você.

A sessão do Windows PowerShell do seu computador local, chamada de sessão de cliente, tem apenas os comandos básicos do Windows PowerShell disponíveis. Ao conectar-se ao serviço baseado na nuvem, você se conecta ao ambiente de servidor do datacenter da Microsoft, chamado sessão de servidor. Isso contém os comandos usados no serviço baseado na nuvem.

Antes de começar


Para poder se conectar, você deve ter a versão correta do Windows PowerShell e do WinRM instalada e configurada no computador. Para mais informações, consulte Instalar e configurar o Windows PowerShell.

Verifique se a conta que você usará para se conectar tem autorização para se conectar usando o Windows PowerShell. Para mais informações, consulte Controlar o acesso dos usuários ao Gerenciamento Remoto do Windows.

Conectar o Windows PowerShell do computador local ao serviço baseado na nuvem


  1. Clique em Iniciar, aponte para Todos os Programas, clique em Acessórios, clique em Windows PowerShell, e clique emWindows PowerShell.
  2. Execute o seguinte comando:

    Copiar

    $LiveCred = Get-Credential

  3. Na janela Solicitação de Credenciais do Windows PowerShell, digite as credenciais de uma conta na organização baseada na nuvem. Em seguida, clique em OK.
  4. Execute o seguinte comando:

    Copiar

    $Session = New-PSSession -ConfigurationName Microsoft.Exchange -ConnectionUri https://ps.outlook.com/powershell/ -Credential $LiveCred -Authentication Basic -AllowRedirection

Observação:
O parâmetro AllowRedirection permite que organizações baseadas na nuvem em datacenters em todo o mundo conectem o Windows PowerShell ao serviço baseado na nuvem usando a mesma URL.
  1. Execute o seguinte comando:

    Copiar

    Import-PSSession $Session

    os comandos que são usados no serviço baseado em nuvem agora serão importados para a sessão de cliente do computador local, como controlado por uma barra de progresso. Quando esse processo for concluído, você poderá executar estes comandos.

Desconectar o Windows PowerShell do serviço baseado na nuvem


Ao concluir o uso da sessão de servidor, sempre desconecte o Windows PowerShell executando o seguinte comando:

Copiar

Remove-PSSession

Por exemplo, para se desconectar da sessão de servidor definida pela variável $Session, execute o seguinte comando:

Copiar

Remove-PSSession $Session

Importante   Se você fechar a janela do Windows PowerShell sem se desconectar da sessão de servidor, sua conexão permanecerá aberta durante 15 minutos. Sua conta pode ter apenas três conexões simultâneas com a sessão de servidor.

Precisa de ajuda com tarefas específicas?


Depois de se conectar à sessão de servidor, você estará preparado para executar tarefas no serviço baseado na nuvem. Para instruções detalhadas, consulte Usar o Windows PowerShell no Exchange Online.

Para obter mais informações sobre solução de problemas, consulte o seguinte vídeo: Office 365: Solução de problemas com o PowerShell do Exchange Online.

Para obter mais informações sobre a solução de problemas, consulte Windows PowerShell: perguntas freqüentes para administradores.

SharePoint 2013: Como criar uma biblioteca em um site.

Neste artigo iremos falar um pouco da Biblioteca de documentos do Sharepoint 2013, O famoso GED (Gerenciamento Eletronico de Documento).

O Sharepoint e o Sharepoint online têm uma característica legal pois é o conceito de acesso de qualquer lugar, ou seja, na nuvem hibrida, privada ou publica de qualquer lugar.

A melhor parte é a parte do usuário que para ele é transparente pois você sincroniza a pasta com o Explorer da máquina, e o impacto cultural é minimizado.

A maior mudança dentro da empresa ao migrar para nuvem não é em si a migração é a mudança cultural e a abordagem de como vai lidar com as equipes.

Objetivo:

O objetivo deste artigo é mostrar como criar uma biblioteca em um site do SharePoint 2013.

Para executar a operação:

É necessário ter direitos de acesso ao site onde será criado a biblioteca pelo menos com a permissão de Colaboração.

O que é uma biblioteca?

Uma biblioteca nada mais é que um local destinado a organizar as informações (arquivos, pastas, imagens) em um site. Imagine um único local onde várias pessoas de diferentes departamentos colocam seus arquivos. Então? Imaginou a confusão que isso viraria ao término de um dia de trabalho. Nesse sentido posso afirmar que quanto mais organizado estiver seus arquivos mais rápida também será a procura e a localização de determinada informação quando for necessário, acredite o quanto essa organização vai fazer a diferença.

Exemplo:



INICIANDO O PROCESSO.

1 – Para criar uma biblioteca clique em: Engrenagem – “Configurações” – Configurações do Site.

Exemplo:

2 – Em Configurações do Site localize o grupo Administração do Site – Bibliotecas e Listas do Site.

Exemplo:

3 – Na opção Bibliotecas e Listas do Site clique em Criar Novo Conteúdo.

Exemplo:

4 – Clique sobre a opção Adicionar um novo Aplicativo.

Exemplo:

5 – Na sequência será possível escolher o tipo de biblioteca que você pretende criar , existem vários modelos na lista do SharePoint 2013. Podemos destacar as bibliotecas de documentos, imagens, formulários e claro as bibliotecas de páginas Wiki.

Exemplo:

6 – Clique sobre o nome da biblioteca desejada, neste meu exemplo utilizei a biblioteca de documentosCriar esta opção foi a escolhida porque a minha necessidade é armazenar alguns controles feitos em planilhas do Excel e arquivos do Word mas se a sua necessidade é armazenar fotos ou imagens pode se também utilizar as bibliotecas de imagens e outros modelos informados anteriormente.

Exemplo:

7 – Observe que assim que a biblioteca for criada seu nome é exibido de forma automática no início rápido do site.Se você voltar também no mesmo local onde é feita a criação da biblioteca poderá notar também que existe uma nova biblioteca testea recentemente criada.

Exemplo:

Desta forma o local que você precisava incluir os documentos para organizar seus arquivos em pastas está pronto para ser utilizado.

Após a criação para o lado do usuário acesse o portal

Depois de acessar o portal clique em Sites


Veja que está padrão com a pastas acima, comparando com um servidor de arquivos seria a pasta pública onde todos têm acesso e a pasta do departamento.

Ao acessar a pasta de departamentos ou Site de equipe ele trará uma pagina inicial.

Clicando em documentos ele tem um sincronismo com sua maquina local no explorer

Se você clicar em sincronizar ele criara uma pasta de sincronismo com seu explorer.

Para o sincronismo instale o Onedrive for businness.

http://support.microsoft.com/kb/2903984

https://c2rsetup.officeapps.live.com/c2r/download.aspx?ProductreleaseID=GrooveRetail&language=pt-br&platform=x64&token=3V9N8-W93CC-FQPB8-Y9WVF-TVGJ3&TaxRegion=PR&Source=OLSFCRequest&version=O15GA

Depois de sincronizar o documento você pode utilizar ele da sua máquina para a nuvem sem perceber que está na nuvem.

Caso a internet esteja fora do ar não se preocupe, ele fara o armazenamento de forma off-line e depois que a internet voltar ele fará o sincronismo dos arquivos.

Assim, fácil fácil.

Alfresco: Gerenciando documentos digitais na Era da Informação

A empresa onde trabalha utiliza troca de documentos via internet com o FTP, eu achava muito acaico ficar disponibilizando FTP que é um protocolo muito usado porém ao manusear documentos acredito eu seja muito ruim.

Hoje o mercado adotou muito o Microsoft Sharepoint e Microsoft Sharepoint Online.

Mas como toda plataforma da Microsoft tem limitações na versão paga, dei uma sapeada na internet e encontrei está excelente ferramenta de colaboração e gerenciamento de documentos.

Este tutorial tem a finalidade de ensinar a instalar e configurar o Alfresco, uma alternativa de sistema de gerenciamento eletrônico de documentos open source, rápida e prática no Ubuntu 9.04. 

Vivemos na era da informação em que a produção de documentos digitais cresce em escala geométrica desde o ambiente doméstico particular até corporativos de empresas públicas ou privadas. No entanto, frequentemente após a produção, essas informações são armazenadas aleatoriamente, sem critérios e sem organização em banco de dados, dificultando a sua recuperação posterior.

A situação se agrava ainda mais quando a informação precisa ser acessada e alterada por várias pessoas ao mesmo tempo, havendo a necessidade de saber qual a versão mais atual.

A solução para esse problema vem sendo a adoção de sistemas deGerenciamento Eletrônico de Documentos (GED) de forma a facilitar e agilizar a busca de informações.

Este tutorial tem a finalidade de ensinar uma alternativa de sistema de GED Open Source, rápida e prática no Ubuntu 9.04. Alfresco é um Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos Web, multiplataforma (Windows e Unix/Linux) de código aberto. O Alfresco se propõe como uma alternativa ao gerenciamento de documentos, arquivos, colaboração e também conteúdos web.

O Alfresco é desenvolvido em Java e tem como estratégia prover escalabilidade modular para o gerenciamento de documentação corporativa. Após essa breve introdução teórica vamos à prática. Considerando que o Ubuntu 9.04 esteja instalado, navegando na internet e com a configuração default do sources.list, vamos aos seguintes passos:

1. Edite o arquivo /etc/apt/sources.list descomentando os repositórios “partner”:

## Uncomment the following two lines to add software from Canonical’s ‘partner’
##repository. This software is not part of Ubuntu, but is offered by Canonical and
##the respective vendors as a service to Ubuntu users.
deb http://archive.canonical.com/ubuntu jaunty partner
deb-src http://archive.canonical.com/ubuntu jaunty partner


2. Atualize o sistema com: 

# apt-get update

Instale o apache no Ubuntu:

# apt-get install apache2

3. Instale o pacote do Alfresco:

# apt-get install alfresco-community

A partir daí o sistema já pode ser acessado via web pelo endereço:

http://localhost:8080/alfresco

No entanto a linguagem disponível será em inglês.

4. Para fazer a tradução deve-se baixar o pacote de linguagem no seguinte link: forge.alfresco.com

5. O pacote vem com extensão .zip, depois de descompactado salve os arquivos no diretório /var/lib/tomcat6/shared/classes/alfresco/extension.

6. Após isso edite o arquivo /var/lib/tomcat6/webapps/alfresco/WEB-INF/classes/alfresco/web-client-config.xml e na seção <languages> acrescente a linguagem portuguesa em primeiro lugar, no seguinte formato:

<language locale=”pt_BR” >Português – Brasil</language>


7. Após salvar e sair do arquivo, reiniciar o servidor Alfresco. 

8. Pronto, agora é só acessar o Alfresco pelo endereço do item 6 e “enjoy it!”

É isso aí galera, espero ter sido útil e contribuído com a disseminação da cultura do do software livre. Comentários, sugestões ou dúvidas serão bem vindos. Até a próxima!

Como Surgiu o MongoDB

Onde trabalho participo de um grande projeto do site www.carclick.com.br .

Como estudo Oracle fiquei muito curioso sobre o MongoDB.

O MongoDB é um banco de dados NÃO Relacional, ou seja, além de trabalhar com sistema relacional ele também trabalha sem relacionamento de índices e tabelas.

Abaixo uma fonte muito boa que explica bem detalhadamente como funciona:

Abaixo também um PODCAST muito legal que fala sobre.

http://imasters.com.br/banco-de-dados/mongodb/databasecast-historia-do-mongodb/

Case no Brasil de sucesso o Cartola FC da Globo Esporte

https://www.youtube.com/watch?v=ZytjlpGk0tw

INTRODUÇÃO

É fato de que a maior parte dos bancos de dados existentes no mercado hoje são do tipo modelo relacional. Mas fatores novos estão mudando essa história, pelo menos no que se refere ao crescimento intenso da quantidade de dados de certas organizações, e algumas limitações do modelo relacional têm ajudado para alternativas de banco de dados apareçam buscando sanar essas limitações. A alternativa que tem ganhado bastante espaço nas organizações são os banco de dados chamados de NoSQL. Neste artigo, são apresentadas as principais características desses bancos de dados e, em especial, veremos as características do Banco de Dados Orientado a Documento  MongoDB.

SGBDS RELACIONAIS

Surgido nos anos 70, os SGBDs (Sistemas Gerenciadores de Banco  de Dados) relacionais tem recursos que são importantes para facilitar o processo de criação e manutenção de sistemas, alguns deles são:  a verificação e garantias de integridade dos dados, o gerenciamento de concorrência, recuperação de falhas, processos de uso de validação, a segurança, a otimização de consultas, etc..

Os Sistemas Gerenciadores de Banco  de Dados relacionais mais conhecidos são: SQL Server, Oracle, PostgreSQL, MySQL, etc. Usam uma linguagem de manipulação, consulta e definição chamada SQL (Structured Query Language), que foi criada são as relações  (ou tabelas), as quais são compostas de linhas (ou tuplas) e colunas (ou atributos).

Graças ao intenso crescimento do número de aplicações, soluções, recursos e tudo o que se refere a sistemas computacionais nas últimas décadas, o volume de dados associados a tais tipos de sistemas também teve um ritmo de crescimento acelerado. É justamente aí, nesses lugares nos quais o grande volume de dados é o problema, esses bancos baseados no Modelo Relacional, não tem sido eficientes o bastante. E essa é a dificuldade real do uso do Modelo Relacional: a difícil tarefa de conciliar a demanda por escalabilidade cada vez mais intensa.

BANCOS DE DADOS NOSQL

É na Web que encontramos a maior inspiração para o desenvolvimento de novas tecnologias de Banco de Dados. Tudo por causa da necessidade que surge para suprir as aplicações web que cada vez mais tem um grande volume de dados e requisitos diferenciados, como o elevado grau de disponibilidade a escalabilidade sob demanda, surge então uma nova categoria de SGBDs, conhecida como NoSQL, abreviação de Not Only SQL (não apenas SQL),  criada inicialmente para foi proposta com o objetivo de atender aos requisitos de gerenciamento de grandes volumes de dados, semi-estruturados ou não estruturados. Ou seja, sendo utilizado principalmente em casos em que o Modelo Relacional não apresentava performance adequada.

É importante deixar claro que o NoSQL não veio para substituir os bancos de dados relacionais. Os bancos de dados NoSQL servem para uma gama de problemas que nem sempre são os mesmos dos bancos de dados relacionais. E quando se fala em NoSQL sempre se fala das grandes vantagens em termos de escala em comparação aos SGBDs relacionais. Não é verdade que os bancos de dados relacionais não escalam. A verdade é que eles não escalam com facilidade. Abaixo um esquema básico de aplicação web:


Se o sistema acima passar a demanda de usuários aumentarem muito surgem na nossa aplicação problemas com a escalabilidade.  O que se pode fazer é aumentar a capacidade do  servidor, dando-lhe um upgrade no seu processador, no armazenamento e em sua memória.. Ou então, fazer crescer a quantidade das máquinas de servidores web:


E se a aplicação web continuar a crescer? Certamente o banco de dados não iria suportar atender a todas as requisições em um tempo hábil. E se colocássemos mais máquinas rodando o nosso banco de dados?


Com isso, agora devemos escalar nosso banco de dados através de múltiplas máquinas, o que é mais complicado do que com os nossos servidores web.  Na maioria dos casos não podemos simplesmente ligar mais uma máquina rodando o banco e esperar que tudo funcione. Vamos precisar de uma série de configurações e alterações nas nossas aplicações para fazer tudo funcionar na nova arquitetura distribuída.

Os bancos de dados NoSQL vem para tornar este processo que muitas vezes é trabalhoso e complicado em um processo mais simples e robusto.

Como exemplo de aplicações que necessitam de um gerenciamento eficaz de grandes quantidades de dados não estruturados estão às redes sociais, exemplos clássicos nós temos o Twitter, Facebook e outras redes, onde a quantidade de informação gerada pelos usuários possui um crescimento que as bases de dados relacionais não conseguem comportar. Tudo isso se deve o fato dos bancos de dados relacionais não serem eficazes nesse requisito.

Esses bancos de dados NoSQL são  amplamente adotados em empresas como Facebook, Amazon e Google com o intuito de atender às suas  demandas de escalabilidade, alta disponibilidade e dados não estruturados. E vale ressaltar que, atualmente,   diversos bancos de dados NoSQL de código livre estão disponíveis, exemplos disso são o Cassandra, Hypertable, MongoDB, Redis, CouchDB e Dynamo.


As primeiras e mais importantes implementações de um sistema realmente não-relacional são:

BigTable – do Google. Surgiu em 2004 como um banco de dados proprietário de alta performance que tinha como objetivo promover maior escalabilidade e disponibilidade.

Dynamo  – da Amazon. Surgiu em 2007, o sistema que tinha como característica básica ser um banco de dados não-relacional, de alta disponibilidade, utilizado pelos web services da Amazon.

O Cassandra, de 2008, projetado para ser um sistema de banco de dados distribuído e de alta disponibilidade, desenvolvido pelo site Facebook para lidar com grandes volumes de dados. No início de 2010, o Cassandra desbancou o MySQL como banco de dados do Twitter, demonstrando sua importância cada vez mais crescente.

MongoDB, lançada em 2009, um banco de dados orientado a documentos, escalável, de alta performance e livre de esquemas. E é o grande foco do nosso estudo.

 Antes de falarmos mais sobre as soluções NoSQL, mais precisamente do MongoDB, é importante lembrar que o propósito, portanto, não é substituir o Modelo Relacional como um todo, mas apenas em casos nos quais seja necessária uma maior flexibilidade da estruturação do banco.

MONGO GB

Criado pelo ex-Fundador  do DoubleClick e CTO Dwight Merriman e DoubleClick ex-engenheiro e fundador ShopWiki e Eliot CTO Horowitz. Eles se basearam as suas experiências em construção de grande escala, alta disponibilidade, sistemas robustos para criar um novo tipo de banco de dados. O próprio Eliot dá a definição:

O MongoDB não foi concebido em um laboratório. Nós construímos o MongoDB com base em nossas experiências na construção de sistemas robustos de grande escala e alta disponibilidade. Não começamos do zero, realmente tentamos descobrir o que estava quebrado, e combater isso. Assim, a maneira que eu penso sobre MongoDB é que se você pegar o MySql, e alterar o modelo de dados do relacional para orientado a documento, você ganha uma grande quantidade de recursos: documentos embarcados para velocidade, facilidade de gerenciamento, desenvolvimento ágil com bancos de dados sem “schema”, escalabilidade horizontal mais fácil, pois “joins” não são tão importantes. Há muitas coisas que funcionam muito bem nas bases de dados relacionais: índices, consultas dinâmicas e atualizações para citar alguns, e nós não mudamos muito neste ponto. Por exemplo, a maneira de projetar seus índices no MongoDB deve ser exatamente do jeito que você faz isso no MySQL ou Oracle, você só ganha a opção de indexar um campo embarcado.

– Eliot Horowitz, CTO 10gen e Co-fundador

Fazendo uma busca em literatura disponível, podemos resumir MongoDB nas características abaixo:

Open Source;

Alta Performance;

Schema (Esquema) Aberto – para fácil evolução do esquema;

Banco de Dados Orientado a Documento;

Preparador para trabalhar na nuvem;

Atualmente na versão 2.2.

MongoGB é um banco de dados de documento, e isto quer dizer que podemos armazenar dados como documentos.

E o que são documentos? São as unidades básicas de armazenamento e estes não utilizam necessariamente qualquer tipo de estruturação pré-definida, como é o caso das tabelas do Modelo Relacional. Ou seja, o MongoDB  armazena coleções de documentos. Um documento, em geral, é um objeto com um identificador único acrescido de um conjunto de campos, que podem ser strings, listas ou documentos aninhados. Neste modelo temos um conjunto de documentos e em cada documento temos um conjunto de campos (chaves) e o valor deste campo. Outra característica importante é que este modelo não depende de um esquema rígido, ou seja, não exige uma estrutura fixa como ocorre nos bancos tradicionais, os relacionais. Assim, é possível que ocorra uma atualização na estrutura do documento, com a adição de novos campos, por exemplo, sem causar problemas na estrutura do banco de dados. Esta flexibilidade é uma das grandes vantagens deste modelo.

O MongoDB é um destes bancos que utiliza o modelo de armazenamento orientado a documento  que armazena documentos no estilo parecido JSON chamado BSON, como documentos com esquemas dinâmicos, quer dizer que eu não preciso ter a mesma estrutura em casa registro. O objetivo do MongoDB é preencher a lacuna entre valores/chave lojas (que são rápidos e escalonáveis) e bancos de dados relacionais (que têm a funcionalidade rica).  Atualizações in-place rápidas, ou seja, uma transação atômica.

Quem trabalha muito com Banco de Dados Relacionais o MongoDB é uma boa quebra de paradigma já que ele não possui schema – o que quer dizer que  não é necessário estipular a estrutura dos dados ao criar o banco, basta adicionar o documento(JSON) contendo os campos desejados, inclusive um documento pode conter outros documentos.

Um exemplo de objeto armazenado no MongoDB é apresentado a seguir:

aluno = {“nome”:”Neymar Junior”,”período”:5,”nascimento”:”1991-15-09″}

Como o formato BSON pode ser estendido, é possível acrescentar outras informações ao objeto aluno, de maneira que ele incorpore mais informações n o objeto criado, como um array de dados por exemplo.

Exemplo de como salvar um documento no MongoDB:

Db.users.save({a:99})

Em outras palavras, como o comando acima, estamos dizendo para salvar o documento “a:99” na coleção de “scores”. E para buscar todos  documentos salvos, usaríamos:

Db.users.find();

E para apagar tudo que existe na coleção:

Db.users.remove();

Esses documentos do banco de dados MongoDB tem a sua estrutura feita em coleções (collections), uma coleção não requer que documento armazenados nela tenham todos os mesmos campos. Por exemplo, pode ser armazenado um documento de cliente e de um carro em uma mesma coleção mesmo que não faça sentido nenhum fazer isso. Abaixo um exemplo de como podemos criar uma:

db.createCollection( “nome_da_collection” )

 E para visualizarmos todas as coleções de um banco de dados MongoDB utilizamos o seguinte comando:

db.getCollectionNames()

Para um maior entendimento dessas características do  MongoDB, que são expressadas como objetos JSON.  O quadro seguinte mostra exemplos da sintaxe SQL e da sintaxe da Linguagem de Consulta do Mongo.


Exemplos em Javascript e podem ser executado através do Mongo Shell.


Os bancos de dados NoSQL foram especialmente projetados para atender as características de: maior disponibilidade, menor tempo de resposta para consultas, paralelismo de atualização de dados e maior grau de concorrência. O MongoDB inclui um módulo de  sharding automático que permite a construção de um cluster de banco de dados escalável horizontalmente projetado para incorporar novas máquinas de forma dinâmica .

SHARDING

É uma forma de dividir carga no banco que você pode fazer de forma particionada.

Na Figura 1, vemos um cluster consiste de dois ou mais blocos de servidores chamados de shards, um ou mais servidores de configuração e qualquer número de processos roteadores chamados de mongos através dos quais os servidores da aplicação se conectam. Se você tem um monte de dados e está no limite de disco e/ou a falta de espaço, a resposta é ter os seus dados divididos entre várias máquinas. Você fica com mais rendimento e com maior capacidade de armazenamento em disco. Em um mundo perfeito, como seu armazenamento e desempenho precisa crescer, basta acrescentar mais shards.


Para saber mais como configurar o sharding, leiahttp://www.mongodb.org/display/DOCS/Configuring+Sharding

O gerenciamento de falhas se dá através da substituição automática do servidor falho por um novo servidor.  Assim, cada shard sempre estará on-line.

GRIDFS

Com GridFS, você armazena arquivos no banco de dados. MongoDB foi construído para fazer isso. Quando você guarda os arquivos no MongoDB, recebe toda a capacidade de replicação e sharding gratuitamente. Essa propriedade é indicada pra se trabalhar com um grande volume de arquivos e muitos acessos simultâneos. Ela também é ideal para trabalhar com arquivos maiores que 4 MB como imagens, vídeo e áudio.

Isso não quer dizer que ela não seja indicada para arquivos menores, muito pelo contrário. A diferença é que, em arquivos maiores que 4MB o GridFS automaticamente divide o arquivo em partes praticamente e gera metadados de também de forma automática.

CONCLUSÕES

Antes de optar por o MongoGB ou um SGSBD tradicional, deve-se levar em consideração as necessidades do problema. Os fatores que devem ser utilizados como critérios de comparação são de tipos diversos, indo desde a escalabilidade do sistema, passando por questões de consistência de dados, até problemas de facilidade de uso ou existência ou não de linguagens de consulta.

Apesar do fato dos bancos NoSQL, e mais especificamente o MongoGB,  serem projetados para não precisar ficar usando junções, ainda podem ocorrer consultas que precisam dessas operações, mesmo que não seja do mesmo nível que faz-se necessário em sistemas relacionais comuns.

E tanto os bancos de dados relacionais quanto os não relacionais podem coexistir. Eles atendem em sua maioria a casos de usos diferentes como ilustrado na figura abaixo:


Podemos então concluir que a principal vantagem do MongoDB é a alta performance, uma única consulta já te retorna tudo o que você precisa saber a respeito do documento (esta é uma das razões pelas quais vêm sendo adotado em projetos que exigem alta performance).  Mas existem outras vantagens, como o Schema Aberto (tipagem dinamica, migrações, flexibilidade, cache), GeoLocalização Nativa e ser Open Source (Diminui seus custos no projeto).

A desvantagem principal é o fato de que se você quiser alterar todos os registros relacionados a uma unidade semântica, precisa tratá-los um a um.

REFERÊNCIAS

“Bancos de Dados NoSQL x SGBDs – Relacionais: Análise Comparativa”. Ricardo W. Brito, Faculdade Farias Brito e Universidade de Fortaleza.

Escalabilidade: http://escalabilidade.com/2010/03/08/introducao-ao-nosql-parte-i  Acessado em 30/11/2013.

 C. Chandler, “CouchDB in Action”, 1ª edição, Manning Publications,  2009.

 A. Lakshman, P. Malik, “Cassandra – A Decentralized Structured StorageSystem”, LADIS 2009

 N. Leavitt, “Will NoSQL Databases Live Up to Their Promise?,” Computer, vol. 43, no. 2, pp. 12-14, Feb. 2010.

 “MongoDB: Sharding Introduction”.http://api.mongodb.org/wiki/current/Sharding Introduction.html.  Acessado em 20/11/2013.

 “NoSQL Relational Database Management System: Home Page”.  Strozzi.it. http://www.strozzi.it/cgi-bin/CSA/tw7/I/en_US/nosql/Home Page.Acessado em 20/11/2013.

 “Official MongoDB Project Website”.  http://www.mongodb.org/display/DOCS/Home” . Acessado em 20/11/2013.

 “MongoDB”.http://pt.wiki.mongodb.org/display/DOCS/SQL+to+Mongo+Mapping+Chart. Acessado em 20/11/2013.

  GridFS no MongoDB – http://www.nosqlbr.com.br/gridfs-no-mongodb.html – Acessado em 25/11/2013.

Dezembro 03, 2013

Text

 

Guia de instalação do MongoDB


Instalar o  MongoDB é uma das tarefas mais simples que você poderá encontrar.  No site oficial do MongoDB, encontra-se todas as distribuições para Windows, Mac OS X, Linux e Solaris. Para outros sistemas, existem uma gama de gerenciadores de pacotes facilitando assim a instalação e configuração em outros sistemas.

Abaixo mostraremos como realizar a instalação no Windows.]]

Instalando no Windows

 Primeiramente, fazer o download da versão mais recente para Windows.

 http://www.mongodb.org/downloads

 

1) Feito o download. Extraia o arquivo baixado (zip), preferencialmente na unidade de disco C:,

Ele irá gerar o diretório mongodb-win32-i386-1.6.4 (o nome vai variar dependendo se sua versão é 32 ou 64 bits).

Crie também uma nova pasta, ainda na unidade C:, e dê-lhe o nome de data. Dentro desta, crie outra com o nome de db.

2) Vá até a pasta C:\mongo\bin e abra o arquivo mongod.exe.


Irá abrir uma janela de prompt de comando que inicia o servidor do MongoDB, encerre a janela para fazê-lo parar, é mais fácil configurar o servidor do MongoDB como um serviço que o Windows controle.

3) No Windows, abra um prompt de comando (Iniciar – > Pesquisar ->digite CMD e pressione enter) e digite os comandos abaixo:

> cd \mongo\bin
> mongod --install --logpath c:\mongo\logs --logappend 
--bind_ip 127.0.0.1 --directoryperdb

Em seguida é mostrado a seguinte mensagem que confirma que o serviço foi criado:

all output going to c:\mongo\logs
Creating service MongoDB.
Service creation successful.
Service can be started from the command line via 'net start "MongoDB"'.

4) Após o MongoDB estar devidamente instalado como serviço, para rodá-lo só precisa digitar:

net start MongoDB

5) Agora já pode executar o cliente de shell. No prompt de comando e estando no diretório c:\mongo\bin digite:

Mongo

Lembrando que o caminho do diretório pode ser encontrado pelo Windows Explorer. O resultado será:

MongoDB shell version: 1.8.1
connecting to: test

Para mais detalhes sobre a instalação e posterior configuração, acesse o tutorial em http://docs.mongodb.org/manual/tutorial/install-mongodb-on-windows/

Dezembro 03, 2013

Video

https://www.youtube.com/watch?v=CvIr-2lMLsk

Vídeo oficial de divulgação do MongoDB (em inglês)

Dezembro 03, 2013

Video

https://www.youtube.com/watch?v=ZytjlpGk0tw

Estudo de Caso com o MongoDB – CartolaFC – com Franklin Amorim (especialista de banco de dados da Globo.com)

Neste vídeo, Franklin comenta os desafios encontrados no processo, as tecnologias utilizadas, os resultados do projeto e as lições aprendidas pela equipe de desenvolvimento.

Dezembro 03, 2013

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Zoneamento Switch SAN para ligações de Storages EVA linha 6600 e linha 4400

Neste Post estará só falando de Zoneamento de Switch SAN.

Como fazer o zoneamento de um Switch SAN Brocade

Esta é um breve nota na forma de passo a passo as ações detalhando como fazer a configuração de switches SAN da Brocade para fins de estabelecimento de zoning para hosts conectados a uma storage.

Este passo a passo consiste em Switch Brocade da HP e sistemas em ambiente EVA.

Nenhuma abordagem neste documento prove os conceitos envolvidos por trás de um zoning,

Terminologia:

HBA – Host Bus Adapter, que no caso se refere a um canal de Fiber Channel. Análogo às placas de rede.
WWN – World Wide Name, um número único de 8-bytes identificando a HBA. Em redes isso é similar ao MAC address.
FC Zone – Zona de canal de fibra, um subconjunto particionado da rede SAN. É permitida a comunicação entre membros de uma mesma zona. Em redes, isso é similar às VLANs.

Faça a conexão física
1. Conecte a fibra vinda do host em uma porta livre do switch.
2. Faça login no servidor e verifique a conexão da HBA. Ele enxergará o switch mas não os dispositivos da storage. Este passo visa testar se a HBA está funcionando e se ela está atingindo o switch.

Acesse a interface de gerenciamento do switch:
3. Faça login no switch Brocade pela interface GUI. Neste exemplo o switch foi configurado com o IP 10.0.0.170, então acessandohttp://10.0.0.170/switchExplorer.html a interface de administração é exibida. Será necessário ter o Java instalado e o plug-inhabilitado no navegador. A figura 1 ilustra esta tela após autenticação.


Figura 1 – a interface de gerência Brocade


Reconheça a porta:
4. Verifique a porta conectada no switch:

  • Observe no esquema visual do switch e clique na porta onde foi conectada a fibra vinda do host.
  • O serviço de administração da porta irá abrir uma janela pop-up.
  • Note se o status da porta está “Online“. Observe a WWN e o número da porta e memorize-o (ou anote). A figura 2 apresenta estes elementos.
  • Feche a janela de administração de porta.


    Figura 2 – a gestão de portas

    Atribuindo um nome ao objeto conectado:
    5. Encontre o WWN (Port WWN) do novo dispositivo:
    6. Selecione o menu Zone Admin, no canto superior esquerdo da janela.

  • Expanda o item “Ports & Attaching Devices” sobre a listagem “Member Selection List“.
  • Expanda a porta em questão e anote o WWN.


    Figura 3 – A tela de configuração de zonas

    Note que nesta tela são apresentadas nas colunas centrais as portas e dispositivos conectados ao switch e ao lado direito a listagem dos membros componentes de um alias. Podemos colocar num mesmo host diversas HBAs conectadas sob uma mesma entidade lógica denominada “alias” para o switch. Na parte superior da guia “alias” está identificado em “name” o nome do alias atual. É possível navegar por diferentes aliases e verificar qual WWN está a ele associado.


    7. Crie um novo alias para este dispositivo:

  • Clique no botão “New Alias
  • Siga as instruções do menu.

    8. Adicione a WWN associada ao Alias:

  • Selecione o nome do novo dispositivo que foi associado ao Alias no menu drop-down “Name” na parte superior da tela.
  • Expanda as WWNs da nova porta na listagem “Member Selection List
  • Selecione a WWN correta.
  • Selecione a opção “Add Member

    Observe que existem duas WWNs no lado esquerdo: a primeira é chamada de port WWN e a segunda device WWN. Para a configuração do switch usamos a port WWN e para configuração da EVA o device WWN).


    Insira este novo objeto nomeado à zona apropriada:
    9. Selecione a guia “Zone“. A interface como mostrado na figura 4 será exibida.
    10. Selecione o nome da zona apropriada no menu drop-down “Name” disponível na parte superior da tela.
    11. Localize o nome do novo objeto na listagem “Member Selecion List” criado no passo anterior.
    12. Clique em “Add Member
    13. Salve as modificações selecionando a opção “ZoningActions / Enable Config” no menu superior.
    14. Habilite as novas configurações clicando no botão “Enable Config” e observe se há algum erro.
    15. Terminada a configuração da zona, repita os procedimentos para o switch de redundância (se houver).
    16. Pronto. Agora é só fazer inclusão do host e das partições no software HP command view.


    Figura 4 – A configuração de uma zona

    Ao compor uma zona estamos criando uma relação de quais portas se “enxergam” dentro do switch. No exemplo mostrado na figura 4, temos uma storage com duas controladoras (EVA) associadas com um host (Orion).

Documentação Projeto Integration Layer

Configuração do Windows Server 2008R2 Failover Cluster e Instalação do SQL Server 2008R2 Cluster


Preparado por:

Fábio Silva
Data de Preparação: 10/03/2014

Índice

Nota de Propriedade    4

Conteúdo    4

1. Objetivo    5

2. Preparando o Windows Server 2008R2    5

2.1 Adicionando as Features para Windows Server 2008R2.    7

2.2 Criação, Formatação e Configuração dos Discos    14

2.3 Criando, Configurando as Placas de Rede    16

2.4 Teste de Configuração entre os Servidores do Cluster.    21

2.5 Criação do Microsoft Windows Server 2008R2 Failover Cluster.    32

3. Instalação do SQL Server 2008R2 Cluster.    68

3.1 Adicionando 1 NÓ ao SQL Server 2008R2 Cluster.    100

4.Teste de Failover.    118

Nota de Propriedade

Restrição no uso e publicação deste documento.

A informação contida neste documento é de conteúdo confidencial. Ele é fornecido ao Banco Volkswagen em caráter de confiança e entendimento de que não será, a menos que seja permitido sob permissão escrita da Hewlett Packard, usado ou publicado para outros com propósito de avaliação.

Conteúdo

Neste documento estão contidas as informações e evidências referentes ao processo de configuração do Windows Server 2008R2 Failover Cluster e instalação do SQL Server 2008R2 Cluster.

Este documento não substitui nenhum tipo de treinamento nos produtos relacionados. Todas as customizações apresentadas aqui foram desenvolvidas especialmente para o ambiente do Banco Volkswagen.

1. Objetivo

Este documento descreve os aspectos fundamentais de instalação, configuração e evidência, sem a pretensão de abordar detalhes de operação e administração. Sempre que for adequado, serão fornecidos ponteiros para a obtenção de informações mais aprofundadas sobre algum assunto específico.

2. Preparando o Windows Server 2008R2

Neste passo iremos entrar no SERVER MANAGER e verificar se já possui as “Features” do Windows Server instaladas, que para este projeto serão instados as seguintes features em todos os servidores que farão parte do Cluster:

Web Server (IIS)

– .NET Framework 3.5.1 Features

– Failover Clustering

– Multipath I/O

– Storage Manager for SANs

– Telnet Client

– Telnet Server

– Windows Process Activation Service

Verificação das Features dentro do Server Manager.

2.1 Adicionando as Features para Windows Server 2008R2.

Adicionando as Features, informadas acima.

Selecionando os services para as Features.

Continuação de seleção dos services para adicionar as Features.

Na tela abaixo veja o progresso da instalação.

Tela de Conclusão da instalação das Features para configuração do Windows Server 2008R2 Failover Cluster.

Tela de Conclusão da instalação das Features para configuração do Windows Server 2008R2 Failover Cluster.

Sumário que informa as Features instaladas no Windows Server.

2.2 Criação, Formatação e Configuração dos Discos

Formatação dos Discos / LUN’s / Storages.

Identificar e nomear os Discos conforme sua utilização, para evitar problemas no momento da instalação.

Os Discos que serão utilizados para instalação do SQL Server e para armazenamento dos dados devem segundo recomendação da Microsoft estar formatados com um tamanho de bloco de 64KB, para evitar problemas de desempenho futuramente. O comando que utilizado para verificar o tamanho dos blocos para cada disco que será utilizado é o seguinte: fsutil fsinfo ntfsinfo (Nome da unidade de disco que será utilizado, por exemplo F:).

2.3 Criando, Configurando as Placas de Rede

Neste ponto iremos verificar as placas de Rede para comunicação do NÓ’s do Cluster.

Para o projeto Integration Layer iremos ter em cada NÓ do Cluster uma placa de Rede Pública e outra placa de Rede HeartBit, os IP’s de cada Rede são de responsabilidade do Banco Volkswagen informar.

Selecionar as placas de Rede.

Configurar a(s) placas de Rede.

Configurar / informar os IP’s de cada placa de rede conforme o Banco Volkswagen disponibilizou os IP’s.

2.4 Teste de Configuração entre os Servidores do Cluster.

Testar as configurações, redes, servidores, discos para criação do Windows Server 2008R2 Failover Cluster.

Iniciar a validação dos Servidores.

Tela de Boas Vindas para inicio de validação.

Selecione através do botão Browse o informe o(s) nome(s) dos servidores e clique no botão ADD.

Depois de informar todos os servidores que farão parte do Cluster, clique em Next.

A Microsoft recomenda que sejam executados todos os testes conforme imagem abaixo.

Na seguinte tela é informado o sumário com a lista de configuração que serão validadas no teste do Cluster.

Inicio da validação.

Na tela abaixo você acompanha o progresso da validação.

Na tela abaixo, você verifica todos os testes executados.

mhtml:file://C:\Users\dkx34wsadm\AppData\Local\Temp\tmp5F4B.tmp.mht#38

2.5 Criação do Microsoft Windows Server 2008R2 Failover Cluster.

Criação do Microsoft Windows Cluster de Failover.

Tela de Boas Vindas para iniciar as criação do Cluster.

Assim como no teste selecione ou informe os mesmos servidores que foram validados.

Após ter informado os mesmos servidores do teste clique no Botão Next.

Na tela seguinte, conforme imagem abaixo é necessário um nome do Cluster e IP (informado pelo Banco Volkswagen).

Obs: para criação do cluster o usuário que está executando a instalação e configuração deve ser um usuário com perfil de Domain Admin, pois irá criar Objetos no Active Directory.

Digite o nome e IP para o Cluster.

A seguir veja a tela de sumário do Cluster.

Progresso da Instalação do Cluster.

Tela de Sumário da criação do Cluster.

C:\Users\dkx34wsadm\AppData\Local\Temp\tmpB005.tmp.mht

Verificar os recursos mapeados do Cluster de Failover, compartilhados em todas as máquinas que fazem parte do Cluster.

Criação do Quorum Disk.

Por Default no Windows Server 2008R2, ele já configura um disco de quorum, mas iremos confirmar se o disco é o correto.

Clique com o botão direito do mouse em cima do nome do Cluster navegue até a opção More Actions e depois clique em Configure Quorum Settings.

A proxima tela apresenta as Boas Vindas para configuração do(s) Disco(s) de Quorum. Clique em Next.

Por default e recomendação a Microsoft pede que o disco esteja configurado como NODE e DISK MAJORITY.

Selecione o(s) disco(s) de Quorum.

Recomenda-se que o(s) disco(s) de Quorum tenha pelo menos 900MB de tamanho.

Tela de confirmação da criação e configuração do Disco Quorum.

Tela do Sumário do Disco de Quorum .

Navegando novamente no SERVER MANAGER em ambos os servidores do Cluster, verificar se já existe instalado a Role “Application Server”.

Caso não exista instalado a Role “Application Server”, iremos instalar conforme as telas abaixo.

Tela de Boas Vindas para instalação da(s) Role(s).

Selecione a Role Application Server.

Confirmação da seleção feita.

Selecionar os seguintes serviços para Application Server em todas as máquinas do Cluster.

A seguinte tela informa a confirmação do serviços selecionados para instalação.

Progresso da instalação.

A tela abaixo mostra a conclusão da instalação da Role e seus serviços.

Configuração da Role Application Server, para instalar e configurar o MSDTC.

A próxima tela é de Boas Vindas para configuração do Application Server. Clique em Next.

Selecione a opção MSDTC (Microsoft Solution Distributed Transaction Coordinator).

Na tela abaixo é necessário informar o nome e IP para o MSDTC.

Obs: O usuário deve ter o perfil de Domain Admin para criação do MSDTC.

Confirmando o nome e IP (informados pelo Banco Volkswagen), para criação do MSDTC.

O próximo passo é necessário um disco para o MSDTC, selecione o(s) disco(s) elegíveis para o mesmo.

Confirmando a seleção do disco, nome e IP para o MSDTC.

Progresso de instalação e configuração.

Sumário de configuração do MSDTC.

3. Instalação do SQL Server 2008R2 Cluster.

Instalação do Microsoft SQL Server 2008R2.

Copiar a mídia de instalação e colá-la em todos os servidores que fazem parte do Cluster.

Progresso da cópia da mídia de instalação do SQL Server 2008R2.

Progresso de colar o arquivo de mídia do SQL Server 2008R2 em todos os servidores do Cluster.

Após ter concluído a cópia do arquivo de mídia para instalação do SQL Server 2008R2, abrir a pasta e navegue até o arquivo Setup, para iniciar a instalação.

Confirme a opção de instalação.

Na tela abaixo, selecione ou clique na opção “New SQL Server Failover Cluster Instalation”.

Obs: essa opção de instalação deve ser feita em apenas um servidor / NÓ do Cluster, pois uma vez instalado o SQL Server Failover Cluster, nos outros servidores serão a opção “Add Node to a SQL Server Failover Cluster”.

A próxima tela mostra alguns dos pré-requisitos aprovados ou reprovados, cliquem em OK.

A próxima tela é de Licença do Produto, informe a chave de licença e clique em Next.

Tela de Licença, leia e se concordar clique na opção do rodapé em “Aceito os termos de Licença”.

Instalando os arquivos de Suporte para o Microsoft SQL Server 2008R2. Clique em no botão Install.

Tela de progresso de instalação dos arquivos de Suporte.

Após a instalação dos arquivos de Suporte, é verificado configurações de Sistema Operacional, Privilégios do Usuário, Rede, etc.

Caso tenha opções reprovados, ajuste as configurações e clique no Botão do lado Superior Direito “RE-RUN”, caso tenha apenas “Warning”, não impede que se instale, mas é importante que avalie o impacto e reveja essas configurações posteriormente. Clique em Next.

Selecione as Features que serão instaladas do SQL Server 2008R2.

Na tela abaixo, informe o nome de Rede do SQL Server (o Banco Volkswagen é responsável por informar o nome e um IP).

Na próxima tela é informado os requerimentos de espaço em disco para instalação.

Caso esteja tudo OK clique em Next, senão adicione mais espaço.

Neste ponto pode ser criado e configurado grupos para gerenciamento de recursos que neste momento não será necessário configurar, porém futuramente se o Banco Volkswagen acreditar que seja necessário fica totalmente de sua responsabilidade.

Selecione os discos elegíveis para uso do SQL Server Cluster 2008R2.

Assim como anteriormente, informamos o nome de Rede do Cluster, neste ponto é necessário informar o IP.

Neste ponto da configuração, foi seguido a recomendação da Microsoft para Cluster Security Policy de usar os Service SID’s default.

Para gerenciamento das Contas/Serviços foi configurado com o usuário “DKX3S00071” e senha “AppFabric@14”.

O tipo para subir os serviços foi mantido o padrão, conforme imagem, porém isso é configurável.

Na aba Collation foi mantido a collation Default.

Em autenticação no Banco de Dados, foi configurado o modo Mixed Mode, adicionando os usuários “DKX3S00071”, o usuário que foi feito a instalação que é o Kleber Cunha.

A senha do usuário “SA” é “AppFabric@14”.

Neste ponto de instalação foi informado os discos e pastas que serão armazenados os tipos de dados em cada disco, conforme separação dos discos.

Para Administração do Analysis Services, foram adicionados os usuários do Kleber Cunha e o usuário “DKX3S00071”.

Selecionar os discos e pastas para armazenamento dos dados do Analysis Services.

Na próxima tela será apenas instalado o Reporting Services, mas não foi configurado.

Não foi selecionado a opção de envio de dados para à Microsoft.

Neste ponto é verificado, mais algumas configurações informadas no decorrer da instalação.

Nesta tela é mostrado o sumário de pré-instalação, dos produtos que serão instalados, diretórios de instalação e dos dados.

Tela de progresso da instalação.

Tela de Conclusão da instalação.

Podemos verificar através do Failover Cluster Manager que o Service e Aplicação do SQL Server 2008R2 já está disponível.

3.1 Adicionando 1 NÓ ao SQL Server 2008R2 Cluster.

Vamos adicionar o NÓ do SQL Server 2008R2.

Assim como no primeiro NÓ do Cluster que foi instalado, entre na pasta de mídia de instalação e navegue até o arquivo “Setup”. Clique duas vezes em cima dele para iniciar o processo de instalação.

Clique em SIM para iniciar o processo de instalação.

Na próxima tela selecione ou clique em “ADD Node to a SQL Server Failover Cluster”.

Verificação de alguns pré-requisitos.

Informar o número da chave de licença do produto.

Leia os termos da licença e caso concorde, clique no opção de “Aceito os Termos de Licença”.

Na próxima tela instalar os arquivos de Suporte para Microsoft SQL Server 2008R2. Clique no botão “Install”.

A tela abaixo mostra o progresso da instalação dos arquivos de Suporte.

Após a instalação dos arquivos de Suporte, é verificado configurações de Sistema Operacional, Privilégios do Usuário, Rede, etc.

Caso tenha opções reprovados, ajuste as configurações e clique no Botão do lado Superior Direito “RE-RUN”, caso tenha apenas “Warning”, não impede que se instale, mas é importante que avalie o impacto e reveja essas configurações posteriormente. Clique em Next.

Na próxima tela, conforme imagem abaixo, selecione a opção de “Instance Name”, conforme foi a instalação no primeiro NÓ.

Na tela de configuração de Contas e Serviços, veja que nem todas as opções estão habilitadas para edição.

As opções que dão a opção de edição vamos informar o mesmo usuário do primeiro servidor para gerenciamento dos serviços do SQL Server. O usuário é “DKX3S00071” e a senha é “AppFabric@14”.

Não foi selecionado a opção de envio de dados para à Microsoft.

Tela de verificação de informações passadas dentro do processo de instalação do SQL Server.

Sumário com as configurações de pré-instalação.

Tela com o progresso de instalação e adição de NÓ do SQL Server.

Tela de Conclusão de Instalação e Adição do NÓ do SQL Server 2008R2.

Verificação das instalações de configurações do SQL Server dentro do Failover Cluster Manager.

Dentro da opções Nodes, verifique todos os Nodes que foram criados, adicionados

4.Teste de Failover.

Nesse teste sera movidos todos os recursos do servidor FSBRSPS47008 para o servidor FSBRSPS47009 ambos os servidores são as máquinas que fazem o Cluster.

Confirme a movimentação dos recursos do servidor FSBRSPS47008 para o servidor FSBRSPS47009.

Se verificar no Failover Cluster Manager, verá acima em Current Owner que os recursos foram movidos para o servidor FSBRSPS47009.

Conectando no Banco de Dados.

Informe o Server Name: MSSQLSERVERUAT (Nome que definimos como de REDE).

Usuário: SA

Senha: AppFabric@14

Conectado ao Banco de Dados.

Retornando os recursos do servidor FSBRSPS47009 para o servidor FSBRSPS47008.

Instalando o VMware ESXi 5.5

Instalando o VMware ESXi

Esta é uma instalação básica do VMWARE ESXi 5.5

Lembrando que antes desta sequencia foi preparado um Storage com conexão iSCSI com NETAPP FAS2020.

Criado Volume na LUN do Storage

Depois eu vou dar conceito de storage em outro post.

Esta instalação é bem básica da implantação do VMWARE.

Como outros sistemas operacionais as instalações são bem simples como Windows Server, Linux de vários gostos e sabores.

Versão: vSphere 5.5

1 Conecte o DVD para o seu servidor – neste exemplo um HP DL385 G1 foi usado, que tem uma onboard da placa de gerenciamento “OIT”. Este é um servidor bastante antiga, e deve ver uma interface mais moderna em um sistema contemporâneo. Neste caso, recurso “Virtual Mídia” do HP OIT foi usado para montar o VMware ESXi DVD .ISO para o host físico, eo anfitrião ligado. Por padrão, o instalador do host VMware ESXi faz uma breve pausa para 10 segundo neste ecrã do menu de inicialização.


2 Depois disso, a instalação irá continuar a carregar os arquivos necessários para a instalação.


3 Depois de concluído o kernel que compõe VMware ESXi (referido como o vmkernel) é carregado.


4 Uma vez que a carga do sistema for concluída, você verá a tela de boas-vindas


5 E o EULA obrigatório – pressionar [F11] aceita e continua presente.


6 Em seguida, você precisará selecionar um disco para armazenar o software VMware ESXi. Neste caso, temos um pouco tolo permitir que o servidor físico para ver de armazenamento no FC-SAN isso é muito perigoso.


7 É possível selecionar cada disco / volume / LUN e solicitar detalhes com [F1]


8 Se um disco for selecionado que já contém um sistema de arquivos VMware (VMFS) e esta é uma instalação existente – você terá opção de atualizar e manter as máquinas virtuais; realizar uma instalação limpa, mas preservar a sistema de arquivos VMFS da instalação anterior – ou completamente re-instalar e limpar o sistema.


9 Selecione seu idioma.


10 Defina a senha da conta do usuário “root”. O instalador não cumprir ou avisando sobre a complexidade. Senhas muito simples, como Password1 vai funcionar.


11 Se você estiver trabalhando em um servidor muito antiga ou um servidor que as configurações não foram configurados corretamente, você receberá avisos sobre a falta de suporte para extensões de CPU que melhoram o desempenho ou segurança. Neste caso, o chipset AMD não suporta os atributos AMD-V.


12 Por fim, é-lhe dada uma última chance de abortar a instalação.


13 Em seguida, o instalador irá copiar o software para o disco / volume / LUN que você selecionou anteriormente.


14 No final da instalação pressionando [ENTER] irá desencadear um reboot – não se esqueça de ejetar ou fechar qualquer montado .ISO ou DVD físico no servidor.


15 Após a reinicialização, você deve ser confrontado com o VMware ESXi “User direto Console Interface” (DUCI). Isso permite que uma série de tarefas de pós-configuração para acontecer, e também ser usado como um método de solução de um host ESXi se ficar sem resposta. Observe como, por padrão, padrões VMware ESXi para usar DHCP, e vai receber um DHCP entregues endereço IP se o serviço existe em sua rede.


Pessoal, segue poster do ecosistema Windows Server 2012, Microsoft Azure e System Center 2012.

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Passo a passo Instalando o Lync Server 2013 Monitoramento Standard Edition Front End – Parte 2

By Matt Landis __on 7/17/2012 10:45:00 AM Por Matt Landis __on 2012/07/17 10:45:00

In Part 1 of Installing Lync Server 2013 Standard Edition we go our lab Lync 2013 server up and running. Na Parte 1 de Instalação do Lync Server 2013 Standard Edition vamos nosso laboratório Lync 2013 servidor instalado e funcionando. In this next step by step we will install the Monitoring role using SQL 2008. In Lync Server 2010 a Monitoring required an additional server. Neste próximo passo a passo vamos instalar o papel de Monitoramento usando o SQL 2008. No Lync Server 2010 um monitoramento necessário um servidor adicional. In Lync Server 2013 this has changed and Monitoring will be on your Front End. No Lync Server 2013 isso mudou e Monitoramento estará em seu Front-End.

This article presumes: Este artigo pressupõe:

  • Server is Windows Server 2012 Servidor é o Windows Server 2012
  • using SQL Server 2008 usando o SQL Server 2008
  • You have Lync Server 2013 Preview installed Using This Blog Você tem Lync Server 2013 Preview instalado Usando este blog

So, to get started, lets prepare our Lync Server Front End (Windows Server 2012) by installing Queuing (you will/may not need this in RTM Lync Server). Então, para começar, vamos preparar a nossa Lync Server Front End (Windows Server 2012), instalando Queuing (você vai / não pode precisar isso em RTM Lync Server). Do this by opening the “Add Roles and Features Wizard” Faça isso abrindo o “Adicionar Funções e Recursos Wizard”


Monitoring role requires installing Full SQL 2008R2 or SQL 2012. (SQL EXPRESS will not cut it) Papel de monitoramento requer a instalação completa do SQL 2008R2 ou SQL 2012. (SQL Express não vai cortá-la)

put SQL 2008 CD in place and run Setup.exe. colocar o SQL Server 2008 CD no lugar e execute Setup.exe.


ok | next | next | next… ok | próxima | próxima | próxima …


Feature Selection. Seleção de recursos. Below are the SQL features we need: Abaixo estão os recursos do SQL que precisamos:

  • Database Engine Services Database Engine Services
  • Reporting Services O Reporting Services
  • SQL Server Books Online SQL Server Books Online
  • Management Tools – Basic Ferramentas de Gestão – Básico
  • Management Tools – Complete Ferramentas de Gerenciamento – Completas


Instance Configuration: Configuração da Instância:

Check Named Instance. Verifique instância nomeada.

NAMED INSTANCE: MONITOR Instância nomeada: MONITOR


Server Configuration: Server Configuration:

NOTE:SQL should run as system account NOTA: SQL deve ser executado como conta do sistema

NOTE : No password required. NOTA: Não requer senha.


Database Engine Configuration: Mecanismo de Banco de Configuração:


Reporting Services Configuration: Configuração do Reporting Services:

  • Native Mode No modo nativo
  • Now click Install (15minute install/wait time) Agora clique em Install (instalar 15 minutos / tempo de espera)

When done test SQL Reporting Services by running “Reporting Services Configuration Manager” (from Start menu) Quando feito teste SQL Reporting Services executando “Reporting Services Configuration Manager” (no menu Iniciar)


Sure enough, it running! Com certeza, ele correndo!


Associate a Monitoring Store with a Front End Pool and Publish Topology
Associar um Monitoramento loja com piscina Front End e Publicar Topologia

Open Lync topology builder. Abrir construtor topologia Lync. Drill down to your Standard Edition front (as shown below) then right click and Edit Properties. Drill down para sua frente Standard Edition (como mostrado abaixo), em seguida, clique direito e em Editar Propriedades.


Next we want to add a Monitoring role to this topology by going to General, scrolling down to and selecting “Monitoring (CDR and QoE metrics)” and then click New. Em seguida, queremos adicionar uma função de monitoramento para esta topologia, indo para o general, a rolagem para baixo e selecionando “Monitoramento (CDR e QoE métricas)” e, em seguida, clique em Novo. We will type input our Front End as the FQDN (as shown), select “Named Instance” and give it the name “MONITOR” (we will later install a SQL instance with this name) and click OK, Ok. Vamos escrever nossa entrada Front End como o FQDN (como mostrado), selecione “Instância Nomeada” e dar-lhe o nome de “MONITOR” (que mais tarde irá instalar uma instância do SQL com este nome) e clique em OK, OK.


Action | Topology | Publish. Ação | Topologia | Publicar.


Next we will goto Start and open the Lync Server Management Shell (Powershell). Em seguida, vamos empreendedores Iniciar e abra o Lync Server Management Shell (PowerShell).


Run the below command: Execute o comando a seguir:

Install-CsDatabase –LocalDatabases Instale-CsDatabase-LocalDatabases

Deploy Monitoring Reports
Implantar Relatórios de Monitoramento

Run the Lync Deployment Wizard again and click “Deploy Monitor Reports” Execute o Assistente de implantação Lync novamente e clique em “Implantar acompanhar os relatórios”


Specify credentials to access monitor SQL database. Especifique as credenciais para acessar banco de dados SQL do monitor. (for this lab I used domain Administrator) (Para este laboratório Usei administrador de domínio)


Now reports are being deployed… Agora relatórios estão sendo implantados …


Once the reports are deployed you will be presented with URL for reports. Uma vez que os relatórios são implantados, você será presenteado com o URL para relatórios. You can copy and paste this into Internet Explorer. Você pode copiar e colar isso em Internet Explorer. (grin) (Sorriso)


When you click on the reports URL you be presented with: Quando você clica sobre os relatórios URL que você será presenteado com:


You have successfully installed Lync Monitoring role!
Você instalou com sucesso Lync papel Monitoramento!

Note : After rebooting this server, SQL Server Reporting Services (MONITOR) did not seem to auto start and need to go into the SRS Config and start it. Nota: Depois de reiniciar este servidor, SQL Server Reporting Services (monitor) não parecia auto começo e precisa ir para o SRS Config e iniciá-lo.

Continue your lab with more articles in this Lync Server 2013 Step by Step Series: Continue o seu laboratório com mais artigos nesta Lync Server 2013 Passo a Passo Series: