Arquivo mensal: janeiro 2016

Microsoft migra que comprar mais 50 assinaturas Office 365

Pequenas empresas que adquirirem Office 365 terão a oportunidade de ganhar a migração.

Mudanças no FastTrack e Adoption Offers FY16
Caro Parceiro,

Como parte do nosso investimento contínuo no FastTrack como um serviço de sucesso aos consumidores, designado para ajudar os clientes a migrarem para o Office 365 e agregarem valor rapidamente, os recursos a seguir estarão disponíveis para clientes em 1º de Fevereiro de 2016.

Suporte Fast Track para clientes de pequeno e médio porte: clientes qualificados que adquirem entre 50-149 seats que não tem um Registro de Parceiro Digital (DPOR), agora poderão acessar assistência sob demanda pelo FastTrack Center, utilizando uma experiência “no produto”. Para ajudar nossos clientes que adquirem 50 ou mais seats, também expandiremos as SKUs elegíveis ao benefício do serviço FastTrack, incluindo Office 365 Business, Business Essentials, e Business Premium SKUs.
Expansão da Adoption Offer FY16 atual: Para ajudar os parceiros a agregarem valor aos clientes de pequeno e médio porte, expandiremos a Adoption Offer FY16 atual, que incluirá clientes abaixo de 150 seats. Clientes que adquirem mais de 50 e menos de 149 seats serão qualificados com $25 por seat a ser resgatado através do parceiro. Para clientes que adquirem menos de 150 seats, a oferta e termos serão aplicadas como comunicado originalmente. Os parceiros podem utilizar essa verba para fomentar o uso dos demais workloads que não sejam o Exchange. Com o objetivo de dar aos parceiros e clientes mais tempo para aproveitar essa expansão estenderemos a expiração Adoption Offer FY16 para 30 de Junho de 2016.
Migração de dados: Todos os clientes qualificados também serão elegíveis a utilizar o FastTrack para suporte na migração de seus arquivos e compartilhamentos do Google Drive para o Onedrive for Business e sites de equipes no Sharepoint.
Reveja os Recursos listados nesse email e prepare-se para as
mudanças a partir de 01 de Fevereiro!

Atenciosamente,

Recursos
 • FastTrack Center website

(recurso para clientes)

 • FastTrack para Parceiros (será
atualizado em 01/02)
 • Treinamento Drumbeat (será
atualizado para SMB em 01/02)

Office 365 Planner liberado para o Brasil em Preview

Pessoal

Foi liberado o Office 365 planner para provisionar na tenant como preview para testes.

Acesse o link abaixo pelo Internet Explorer ou Edge em modo IN PRIVATE

https://portal.office.com/Signup/MainSignUp.aspx?OfferId=777a9807-eda7-475f-a2b6-d5a49e75ac00&dl=PLANNERSTANDALONE&pc=4f39e539-18e8-44fe-be40-0bb755f1c895

Para quem já tem Office 365 claro entre no Login no canto superior direito da tela.

Faça o pedido do Planner e aguardo uns 5 minutos.

Acesse sua Tenant e vá em licenciamento e insira a licença de Planner e pule de alegria!!!! Hahahah!!!.

Aguardo o provisionamento e use e abuse.

Seja rápido pois só tem 300.000 licenças para o Preview.

Um abraço a todos

COMO RASTREAR E SABER A CIDADE DE UM IP | MR ROOT – BRASIL

http://www.mrrootbrasil.com/2016/01/como-rastrear-e-saber-cidade-de-um-ip.html?m=1

Nginx, em ano de Crise vamos parar de gastar e criar um Proxy transparente


Muitas pessoas usam o Squid para fazer qualquer tipo de proxy – até mesmo para proxy transparente para usar em servidor web.

Por exemplo: Você tem um site que precisa ter IP aqui no Brasil, mas como o custo de servidor e link aqui no Brasil é muito caro, você pode fazer um proxy transparante para o servidor aqui no Brasil ser um cara que vai receber a requisição e repassar para o outro servidor que esteja em qualquer lugar do mundo. Com essa solução, podemos ter uma máquina simples (com pouco poder de processamento) pois ela só vai receber o tráfego e repassar para o servidor que vai estar em outro local.

Vamos imaginar um exemplo prático. Preciso que o usuário acesse o IP 177.71.248.185 (é um servidor da Amazon no Brasil). Esse servidor precisa receber a requisição e repassar para o IP 67.159.35.2 (é a máquina principal onde é processado o backend – esse servidor está fora do Brasi). Foi usado essa solução em um portal que atendo para ter baixa latência.

Vamos ao exemplo prático:

upstream server {
server 67.159.35.2;
}
server {
listen 80;
server_name avelino.us http://www.avelino.us;
location / {

proxy_cache proxy-cache;
proxy_cache_key “$host$request_uri$args”;
proxy_ignore_headers “Cache-Control” “Expires”;
proxy_cache_min_uses 1;
proxy_hide_header Set-Cookie;
proxy_cache_valid 200 301 302 30m;
proxy_cache_valid any 0m;
proxy_buffering on;

proxy_pass http://server;
proxy_redirect off;
proxy_set_header Host $host;
proxy_set_header X-Real-IP $remote_addr;
}

}

Criei um “upstream server” para falar qual é o servidor de destino do trafego, Na configuração acima tem um cache de 30 minutos, pois no servidor principal tem cache de quatro horas.

Logicamente que existe desvantagem com isso, pois estaremos trafegando em duas (ou mais) rede, assim usando o tráfego do servidor que está recebendo a primeira requisição e do segundo, que está recebendo uma requisição do primeiro.

Foi implantado em um cliente por mim e funcionou perfeitamente melhorando o cache em 40% na navegação dos clientes internos.

Maquina core I3 com 4GB de memória HD de 250GB

Fonte pesquisada e executada IMASTERS http://goo.gl/2rUf3S

Sem mais e abraços.

Office 365 Planner: saiba o que é e como ele pode ajudar a se organizar

Microsoft anunciou nesta terça-feira (22) um recurso para o Microsoft Office 365 que promete melhorar a forma como as pessoas trabalham em equipe. O Planner oferece uma série de ferramentas para que todos os membros de um grupo acompanhem o andamento de um projeto.

Office 2016 terá Continuum e Cortana em português; saiba o que vem por aí

Entenda como funciona a novidade e como o Microsoft Office 365 Planner pode te ajudar com a organização e a edição de arquivos através de notificações e até mesmo gráficos.


Office 365 Planner pode ajudar a gerenciar trabalho em equipe (Foto: Divulgação/Microsoft)

Boards e Cards

No Microsoft Office 365 Planner tudo fica organizado em boards e cards. É possível adicionar participantes, anexar arquivos, verificar prazos e debater sobre o andamento de cada tarefa. O recurso é bem parecido com o Trello, um gerenciador de atividades.


Planner pode ajudar a gerenciar trabalho em equipe (Foto: Reprodução/Microsoft)

Notificações

Para manter tudo sob controle, o Planner tem um sistema de notificações inteligente . Ele funciona com colaboração com outros recursos do Office 365, como o Groups, mas também no Outlook.com e no Outlook Web. Ou seja, mesmo que você em algum momento não possa entrar no Planner é possível acompanhar o que está acontecendo. Os membros da equipe também são notificados por e-mail.

Gráficos

Gerenciar prazos nem sempre é uma tarefa fácil. O Planner tem gráficos interativos onde é possível visualizar de forma dinâmica o tempo de entrega das tarefas. Se uma atividade está atrasada, é possível adicionar mais pessoas ao card para que ela seja entregue de forma mais rápida.


Gráfico mostra progresso da equipe (Foto: Reprodução/Microsoft)

Edição de arquivos

Além de anexar arquivos, também é possível editá-los de forma mais simples. Após adicionar um arquivo do Word, Excel ou Power Point no card ele já está disponível para edição, já que não é preciso movê-lo para outro lugar. Automaticamente também é criado um documento no Sharepoint Online, que permite fazer edições offline.

Professor

O Planner quer ajudar os professores no gerenciamento das aulas. A ferramenta possui o OneNote integrado e permite que a classe compartilhe informações sobre o conteúdo com os colegas.

Disponibilidade

A versão preview do Planner estará disponível a partir do próximo trimestre. Após os testes, o recurso estará disponível apenas para quem possui uma conta do Office 365 Business, Premium e Education.

Fonte Via TNW e Microsoft

Qual foi a distribuição Linux mais segura em 2015? | Linux Descomplicado

http://www.linuxdescomplicado.com.br/2016/01/qual-foi-a-distribuicao-linux-mais-segura-em-2015.html

Microsoft vai levar Windows 10 e Office 365 para os veículos conectados – IDG Now!

http://idgnow.com.br/mobilidade/2016/01/05/microsoft-vai-levar-windows-10-e-office-365-para-os-veiculos-conectados/

Como anexar um disco de dados na máquina virtual Linux Azure

IMPORTANTE:

O Azure tem dois modelos de implantação diferentes para criar e trabalhar com recursos: Gerenciador de Recursos e clássico. Este artigo aborda o uso do modelo de implantação clássica. A Microsoft recomenda que a maioria das implantações novas use oModelo do Gerenciador de Recursos.

Sistema operacional usado Ubuntu.

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Você pode anexar tanto discos vazios como discos que contenham dados. Em ambos os casos, os discos são arquivos .vhd que ficam em uma conta de armazenamento Azure. Em ambos os casos também, após anexar o disco, será necessário reiniciá-lo para usá-lo. Este artigo se refere a máquinas virtuais criadas usando o modelo de implantação clássica.

OBSERVAÇÃO:

É uma prática recomendada usar um ou mais discos separados para armazenar dados de uma máquina virtual. Quando você cria uma máquina virtual Azure, há um disco do sistema operacional e um disco temporário. Não use o disco temporário para armazenar dados.Como seu nome quer dizer, ele oferece armazenamento apenas temporariamente. Não oferece redundância nem backup porque eles não residem no armazenamento do Azure. O disco temporário é normalmente gerenciado pelo agente Linux do Azure e montado automaticamente em /mnt/resource (ou /mnt nas imagens do Ubuntu). Por outro lado, um disco de dados pode ser chamado pelo kernel Linux como /dev/sdc, e você precisará fazer a partição, formatar e montar esse recurso. Consulte o Guia do Usuário do Azure Linux Agent para obter detalhes.

Para obter mais detalhes sobre discos, consulte Sobre discos e VHDs para máquinas virtuais.

Como: anexar um disco vazio

Anexar um disco vazio é o modo mais simples de se adicionar um disco de dados, porque o Azure cria o arquivo .vhd para você e o coloca na conta de armazenamento.

  1. Abra a CLI do Azure para Mac, Linux, e Windows e conecte-se à sua assinatura do Azure. Consulte Conectar ao Azure da CLI do Azure para obter mais informações.
  2. Verifique se você está no modo de gerenciamento de serviços do Azure, que é o padrão digitando azure config mode asm.
  3. Use o comando azure vm disk attach-new para criar e anexar um novo disco, conforme mostrado abaixo. Observe que o ubuntuVMasm será substituído pelo nome da VM da máquina virtual do Linux que você criou na sua assinatura. O número 30 é o tamanho do disco em GB neste exemplo.

    Copy

    azure vm disk attach-new ubuntuVMasm 30

  4. Após o disco de dados ser criado e anexado, ele é listado no resultado do azure vm disk list <virtual-machine-name>, da seguinte forma:

    Copy

    $ azure vm disk list ubuntuVMasm

    info: Executing command vm disk list

    + Fetching disk images

    + Getting
    virtual machines

    + Getting VM disks

    data: Lun
    Size(GB) BlobName OS

    data: — ——– ——————————– —–

    data: 30 ubuntuVMasm-2645b8030676c8f8.vhd
    Linux

    data: 0
    30 ubuntuVMasm-76f7ee1ef0f6dddc.vhd

    info: vm disk list command OK

    Como: anexar um disco existente

    Anexar um disco existente exige que você tenha um .vhd disponível em uma conta de armazenamento.

  5. Abra a CLI do Azure para Mac, Linux, e Windows e conecte-se à sua assinatura do Azure. Consulte Conectar ao Azure da CLI do Azure para obter mais informações.
  6. Verifique se você está no modo de gerenciamento de serviços do Azure, que é o padrão. Se você tiver alterado o modo para gerenciamento de recursos, simplesmente reverta digitando azure config mode asm.
  7. Descubra se o VHD que você deseja anexar já está carregado à sua assinatura do Azure usando:

    Copy

    $azure vm disk list

    info: Executing command vm disk list

    + Fetching disk images

    data: Name OS

    data: ——————————————– —–

    data: myTestVhd Linux

    data: ubuntuVMasm-ubuntuVMasm-0201508060029150744
    Linux

    data: ubuntuVMasm-ubuntuVMasm-0201508060040530369

    info: vm disk list command OK

  8. Se você não encontrar o disco que deseja usar, você pode carregar um VHD local na sua assinatura usando azure vm disk create ou azure vm disk upload. Um exemplo disso seria:

    Copy

    $azure vm disk create myTestVhd2 .\TempDisk\test.VHD -l “East US” -o Linux

    info: Executing command vm disk create

    + Retrieving storage accounts

    info: VHD size : 10 GB

    info: Uploading
    10485760.5 KB

    Requested:100.0% Completed:100.0% Running: 0
    Time: 25s
    Speed: 82 KB/s

    info: Finishing computing MD5 hash, 16% is complete.

    info: https://portalvhdsq1s6mc7mqf4gn.blob.core.windows.net/disks/test.VHD was

    uploaded successfully

    info: vm disk create command OK

    Você também pode usar o comando azure vm disk upload para carregar um VHD em uma conta de armazenamento específico. Leia mais sobre os comandos para gerenciar seus discos de dados de máquinas virtuais do Azure aqui.

  9. Digite o seguinte comando para anexar o VHD carregado desejado na máquina virtual:

    Copy

    $azure vm disk attach ubuntuVMasm myTestVhd

    info: Executing command vm disk attach

    + Getting
    virtual machines

    + Adding
    DataDisk

    info: vm disk attach command OK

    Certifique-se de substituir ubuntuVMasm com o nome da sua máquina virtual, e myTestVhd com seu VHD desejado.

  10. Você pode verificar se o disco está anexado à máquina virtual com o comando azure vm disk list <virtual-machine-name> como:

    Copy

    $azure vm disk list ubuntuVMasm

    info: Executing command vm disk list

    + Fetching disk images

    + Getting
    virtual machines

    + Getting VM disks

    data: Lun
    Size(GB) BlobName OS

    data: — ——– ——————————– —–

    data: 30 ubuntuVMasm-2645b8030676c8f8.vhd
    Linux

    data: 1
    10 test.VHD

    data: 0
    30 ubuntuVMasm-76f7ee1ef0f6dddc.vhd

    info: vm disk list command OK

    OBSERVAÇÃO:

    Depois de adicionar um disco de dados, você precisará fazer logon na máquina virtual e inicializar o disco para que a máquina virtual possa usar o disco para armazenamento.

    Como: inicializar um novo disco de dados no Linux

  11. Conectar-se à máquina virtual. Para obter instruções, consulte Como fazer logon em uma máquina virtual que executa o Linux.
  12. Em seguida, você precisa localizar o identificador de dispositivo para inicializar o disco de dados. Há duas maneiras de fazer isso:

    a) Na janela SSH, digite o seguinte comando e, em seguida, insira a senha para a conta criada para gerenciar a máquina virtual:

    Copy

    $sudo grep SCSI /var/log/messages

    Para distribuições Ubuntu recentes, você talvez precise usar sudo grep SCSI /var/log/syslog pois o logon em /var/log/messages pode estar desabilitado por padrão.

    Você pode localizar o identificador do último disco de dados que foi adicionado nas mensagens que são exibidas.


    OU

    b) Use o comando lsscsi para descobrir a ID do dispositivo. lsscsi pode ser instalado por um yum install lsscsi (no Red Hat com base em distribuições) ou apt-get install lsscsi (no Debian com base em distribuições). É possível encontrar o disco que está procurando pelo seu lun ounúmero de unidade lógica. Por exemplo, o lun dos discos que você anexou pode ser facilmente visto por meio do azure vm disk list <virtual-machine> como:

    Copy

    ~$ azure vm disk list ubuntuVMasm

    info: Executing command vm disk list

    + Fetching disk images

    + Getting
    virtual machines

    + Getting VM disks

    data: Lun
    Size(GB) BlobName OS

    data: — ——– ——————————– —–

    data: 30 ubuntuVMasm-2645b8030676c8f8.vhd
    Linux

    data: 1
    10 test.VHD

    data: 2
    30 ubuntuVMasm-76f7ee1ef0f6dddc.vhd

    info: vm disk list command OK

    Compare isso com a saída de lsscsi para o mesmo exemplo de máquina virtual:

    Copy

    adminuser@ubuntuVMasm:~$ lsscsi

    [1:0:0:0] cd/dvd Msft
    Virtual CD/ROM 1.0 /dev/sr0

    [2:0:0:0] disk Msft
    Virtual
    Disk
    1.0 /dev/sda

    [3:0:1:0] disk Msft
    Virtual
    Disk
    1.0 /dev/sdb

    [5:0:0:0] disk Msft
    Virtual
    Disk
    1.0 /dev/sdc

    [5:0:0:1] disk Msft
    Virtual
    Disk
    1.0 /dev/sdd

    [5:0:0:2] disk Msft
    Virtual
    Disk
    1.0 /dev/sde

    O último número na tupla em cada linha é o lun. Veja man lsscsi para obter mais informações.

  13. Na janela SSH, digite o seguinte comando para criar um novo dispositivo e, em seguida, digite a senha da conta:

    Copy

    $sudo fdisk /dev/sdc

    OBSERVAÇÃO:

    Neste exemplo, você talvez precisará usar sudo -i em algumas distribuições, se /sbin ou /usr/sbin não estiverem em seu $PATH.

  14. Quando solicitado, digite n para criar uma nova partição.


  15. Quando solicitado, digite p para definir a partição como a partição primária, digite 1 para torná-la a primeira partição e digite Enter para aceitar o valor padrão para o cilindro.


  16. Digite p para ver os detalhes sobre o disco que está sendo particionado.


  17. Digite w para gravar as configurações do disco.


  18. Crie o sistema de arquivos na nova partição. Como exemplo, digite o seguinte comando e, em seguida, insira a senha da conta:

    Copy

    # sudo mkfs -t ext4 /dev/sdc1


    OBSERVAÇÃO:

    Observe que sistemas SUSE Linux Enterprise 11 dão suporte apenas a acesso somente leitura para sistemas de arquivos ext4. Para esses sistemas, é recomendável formatar o novo sistema de arquivos como ext3 em vez de ext4.

  19. Crie um diretório para montar o novo sistema de arquivos. Como exemplo, digite o seguinte comando e, em seguida, digite a senha da conta:

    Copy

    # sudo mkdir /datadrive

  20. Digite o seguinte comando para montar a unidade:

    Copy

    # sudo mount /dev/sdc1 /datadrive

    Agora o disco de dados está pronto para ser usado como /datadrive.

  21. Adicione a nova unidade ao /etc/fstab:

    Para garantir que a unidade seja novamente montada automaticamente após uma reinicialização, ela deve ser adicionada ao arquivo /etc/fstab. Além disso, é altamente recomendável que o UUID (Identificador Universal Exclusivo) seja usado no /etc/fstab para referir-se à unidade em vez de apenas o nome do dispositivo (por exemplo, /dev/sdc1). Para localizar o UUID da nova unidade, você pode usar o utilitário blkid:

    Copy

    # sudo -i blkid

    Uma saída será semelhante ao seguinte:

    Copy

    /dev/sda1: UUID=“11111111-1b1b-1c1c-1d1d-1e1e1e1e1e1e” TYPE=“ext4”

    /dev/sdb1: UUID=“22222222-2b2b-2c2c-2d2d-2e2e2e2e2e2e” TYPE=“ext4”

    /dev/sdc1: UUID=“33333333-3b3b-3c3c-3d3d-3e3e3e3e3e3e” TYPE=“ext4”

    OBSERVAÇÃO:

    A edição inadequada do arquivo /etc/fstab pode resultar em um sistema não inicializável. Se não tiver certeza, consulte a documentação de distribuição para obter informações sobre como editá-lo corretamente. Também é recomendável que um backup do arquivo /etc/fstab seja criado antes da edição.

    Em seguida, abra o arquivo /etc/fstab em um editor de texto. Observe que /etc/fstab é um arquivo do sistema, então será necessário usar sudo para editá-lo. Por exemplo:

    Copy

    # sudo vi /etc/fstab

    Neste exemplo, usaremos o valor UUID para o novo dispositivo /dev/sdc1 criado nas etapas anteriores e no ponto de montagem de /datadrive. Adicione a seguinte linha no final do arquivo /etc/fstab:

    Copy

    UUID=333333333b3b3c3c3d3d3e3e3e3e3e3e /datadrive ext4 defaults 1
    2

    Ou, em sistemas baseados em SUSE Linux, talvez você precise usar um formato ligeiramente diferente:

    Copy

    /dev/disk/by-uuid/333333333b3b3c3c3d3d3e3e3e3e3e3e /datadrive ext3 defaults 1
    2

    Agora você pode testar se o sistema de arquivo está montado corretamente ao simplesmente desmontar e montar novamente o sistema de arquivos, ou seja, usando o ponto de montagem de exemplo /datadrive criado nas etapas anteriores:

    Copy

    # sudo umount /datadrive

    # sudo mount /datadrive

    Se o comando mount produzir um erro, verifique se o arquivo /etc/fstab tem a sintaxe correta. Se as partições ou unidades de dados adicionais forem criadas será necessário inseri-las separadamente em/etc/fstab também.

    Você precisará tornar a unidade gravável usando esses comandos: # cd /datadrive # sudo chmod go+w /datadrive

    OBSERVAÇÃO:

    Remover subsequentemente um disco de dados sem editar fstab pode fazer com que a VM falhe ao ser inicializada. Se esta for uma ocorrência comum, a maioria das distribuições fornecerá as opções fstab nofail e/ou nobootwait, que permitirão que o sistema se inicialize mesmo se a montagem do disco falhar no momento da inicialização. Consulte a documentação da distribuição para obter mais informações sobre esses parâmetros.

    Fonte: http://bit.ly/1JPTgt6