Arquivo do autor:Fabio Silva - MVP Reconnect

Diferenças de POC, Piloto, Teste ou Try and Buy

Olá pessoal

Com advento de cloud e produtividade ter massificação exponencialmente muitas empresas, corporações tem pedido alguma forma de saborear, testar e se suas aplicações, servidores são aderentes ao uso em cloud.

Isto posto a massificação de pedidos de POC (Prova de conceito ou proof of concept) tem crescido muito.

Mas qual as definições de uma POC ou um piloto ou um teste ou try and buy como você preferir.

Na área de arquitetura isso tem bastante diferença na hora que o cliente pede este tipo de modelo de negócio assim seja.

Geralmente o pedido de POC não tem custo, já os modelos de Piloto, teste ou try and buy tem uma profundidade técnica ou de estudo dos workloads e aplicações dos cliente que de alguma maneira geram custo sejam ele pequeno ou não.

POC – Prova de Conceito ou Proof of concept:

É uma forma de demonstração básica de um serviço, plataforma ou infraestrutura que pode ou não coincidir com algum serviço que você tem semelhante em seu ambiente. Óbvio que estou focando em cloud.

Geralmente os fabricantes como Azure, AWS e Google Cloud e os integradores parceiros e seus arquitetos ou BDMs mais técnicos já tem laboratórios e ambientes prontos para demonstrar e satisfazer a relação comercial. Isso gera bastante resultado em fechamentos de negócios ao mostrar funcionando em tempo real  algum laboratório que o cliente gostaria de ver.

No site do Wikipédia tem uma otima definição de POC em seu contexto geral.

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Prova_de_conceito#:~:text=A%20PoC%20%C3%A9%20considerada%20habitualmente,constru%C3%A7%C3%A3o%20j%C3%A1%20seja%20operacional…

Em resumo o POC na sua definição não é um teste direto em um ambiente de produção ou homologação e até desenvolvimento do cliente.

Ha muitos POC que ainda hoje o cliente confunde bastante que seu ambiente deve ser testado. Mas a definição é outra.

Piloto, Teste ou Try And Buy: Agora sim este é uma definição de que o cliente já fez o POC, conheceu o produto ou serviço e quer tracionar se sua aplicação, infraestrutura, plataforma e ou produtividade tem aderência com seu negócio.

Este tipo de modelo tem variações pois ele é antecessor a que vai virar efetivamente um projeto.

Normalmente é feito um assessment no ambiente do cliente, feito todo mapeamento de workload, infra ou aplicação, feito adaptações para que o ambiente funcione ou não.

Neste caso o fabricante ou integrador seleciona uma equipe para realizar os teste gerando horas de trabalho e obvio que em algumas organizações ela aposta que o negócio será fechado ou movimenta o número de horas gastas para o projeto. Afinal nenhuma organização vive sem rentabilidade.

Diferente de ambientes físicos em ambiente de cloud e produtividade os fabricantes disponibilizam direto servicos sem custo ou um crédito que possibilita a qualquer pessoa no globo terrestre seja ela curiosa ou não.

Os fabricantes como Microsoft Azure e Microsoft  365 disponibilizam créditos de Azure e 1 mês para uso das ferramentas da suíte Microsoft 365.

A AWS, Google Cloud, Oracle e Alibaba disponibilizam créditos para POC, teste suficiente para que você possa fazer sozinho ou contratar um canal ou parceiro para jornada da nuvem.

A Vmware tem um laboratório de teste interessante online onde você pode testar as funcionalidades da ferramenta na integra sem custo.

Espero que você tenha entendido e eu vou deixar vários links onde você pode adquirir seus créditos ou testar.

Office 365 E3 – você pode testar na integra por 1 mês 25 contas do Office 365 E3 – https://signup.microsoft.com/create-account/signup?offerid=B07A1127-DE83-4a6d-9F85-2C104BDAE8B4&dl=ENTERPRISEPACK&ispolaris=1&culture=pt-br&country=BR&ali=1&products=cfq7ttc0k59j:0009

Para quem já tem a suíte é mais fácil ainda basta seguir os DOCS da Microsoft para testar – https://docs.microsoft.com/pt-br/microsoft-365/commerce/try-or-buy-microsoft-365?view=o365-worldwide#try-or-buy-a-microsoft-365-subscription

Microsoft Azure – Você tem por volta de $200,00 dólares ou R$900,00 para testar durante 1 mês e vários serviços que permite o teste até 12 meses gratuitamente. https://azure.microsoft.com/pt-br/free/search/?&ef_id=Cj0KCQjwyJn5BRDrARIsADZ9ykFQ8mfTq4KWQ1NYHmwU4RMf6_IuAhu3Z6LELXk1v_PMqqNcbTKcYPgaAu3TEALw_wcB:G:s&OCID=AID2100014_SEM_Cj0KCQjwyJn5BRDrARIsADZ9ykFQ8mfTq4KWQ1NYHmwU4RMf6_IuAhu3Z6LELXk1v_PMqqNcbTKcYPgaAu3TEALw_wcB:G:s&dclid=CM_Pre7l_OoCFRUyuQYdEGMHaA

AWS – Voce cria sua conta, recebe um crédito para uso e varios serviços para uso gratuito de até 12 meses, veja neste link https://aws.amazon.com/pt/free/?all-free-tier.sort-by=item.additionalFields.SortRank&all-free-tier.sort-order=asc

Google Cloud Platform – O GCP tem $300,00 dólares para você testar os produtos e serviços da ferramenta.

Como nas concorrentes o GCP tem vários servicos gratuitos para teste. https://cloud.google.com/free?gclsrc=aw.ds&&utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=latam-BR-all-pt-dr-bkws-all-all-trial-b-dr-1009133-LUAC0008676&utm_content=text-ad-none-none-DEV_m-CRE_442845170121-ADGP_BKWS+%7C+Multi+~+General+%7C+Trial-KWID_43700042337576968-kwd-721792953087-userloc_1001765&utm_term=KW_%2Bgoogle%20%2Bcloud%20%2Btrial-ST_%2BGoogle+%2BCloud+%2BTrial&gclid=Cj0KCQjwyJn5BRDrARIsADZ9ykGktidBSfP1dk4GkNJOqUA5YX1au_gvOaXqcMpayurp_RHcgNvTdDsaAl3OEALw_wcB

Vmware – A vmware disponibiliza laboratórios para teste e isso faz muito a diferença na escolha de seus serviços. https://labs.hol.vmware.com/HOL/catalogs/catalog/1212

Eu nao mencionei acima mas a Citrix também tem seus Labs e a Dell deu uma mão para quem quer testar.

https://www.citrix.com/pt-br/global-partners/dell/education.html

https://demo.citrix.com/login

Acredito que tenha dado um overview sobre este tema.

Até mais pessoal

Codetwo – Como migrar IMAP para Office 365

Como migrar de um servidor IMAP para o Office 365?

Na Internet, você pode encontrar toneladas de guias que explicam como migrar de um servidor IMAP para o Office 365 (Microsoft 365), por exemplo, como migrar as Notas do IBM Lotus para o Exchange Online. A maioria deles, no entanto, abrange o tema do ponto de vista nativo, então, para contrastar isso, vou mostrar como executar a migração do IMAP de servidores como G Suite, Zimbra ou Lotus para Office 365 usando uma ferramenta de terceiros – CodeTwo Office 365 Migration.


Então, para migrar e-mails de um servidor IMAP, você precisa fazer alguma preparação primeiro. Nesta fase, você está prestes a preparar tanto servidores de origem e destino quanto usuários para a migração. Uma vez que você esteja pronto com isso, você pode iniciar a migração real usando a ferramenta de migração CodeTwo. Esta fase é tão simples quanto configurar o programa e clicar no botão Iniciar. Assim que os e-mails dos usuários forem migrados para o Office 365, você poderá iniciar uma limpeza pós-migração. Continue lendo para um guia de migração passo a passo e para descobrir por que o CodeTwo Office 365 Migration torna as migrações do IMAP mais fáceis e rápidas do que as soluções nativas.

CodeTwo Office 365 Migração vs migração IMAP nativa

Para migrar e-mails de um servidor IMAP, você pode usar um recurso de migração nativo do Office 365 ou uma ferramenta de terceiros como o CodeTwo Office 365 Migration. Tudo depende de seus recursos (como tempo e orçamento) e preferências. Migrações nativas requerem mais atenção e preparação. Também leva mais tempo, principalmente devido a menos possibilidades de automatizar o processo.

Abaixo, aponto para um monte de benefícios que você recebe com a ferramenta de migração CodeTwo em contraste com ao seguir o caminho de migração nativa. A migração do CodeTwo Office 365 permite:

  • Crie automaticamente usuários e caixas de correio no servidor Office 365 de destino, que é um grande poupador de tempo (não há necessidade de fazê-lo manualmente).
  • Corresponda automaticamente ao IMAP de origem e às caixas de correio do Office 365.
  • No geral, relatórios de caixa de correio ou trabalho, bem como alertas instantâneos no programa informam sobre o desempenho da migração. Você também pode obter relatórios diretamente em sua caixa de entrada.
  • Recurso de varredura Delta (Rescan) que permite que você re-execute a migração para caixas de correio já movidas para transferir e-mails recém-chegados. Isso não criará duplicatas no servidor de destino.
  • Crie lotes de migração separados chamados empregos migratórios para organizar melhor todo o processo. Você pode gerenciar facilmente todos os trabalhos através da interface de usuário 100% gráfica.
  • Agende a migração para que ela seja executada automaticamente. Você pode configurar essa funcionalidade individualmente para cada trabalho de migração.
  • Pausa e retome a migração a qualquer momento.

Como migrar G Suite, Zimbra ou Lotus para o Exchange Online?

Abaixo você encontrará uma instrução passo-a-passo sobre como executar a migração do IMAP de e-mails para o Exchange Online com o software codeTwo Office 365 Migration.

Verifique as tarefas de pré-migração ao migrar do servidor IMAP

Antes de iniciar a migração:

  1. Crie o domínio personalizado no Office 365 e verifique-o. Aqui está a instrução que mostra como fazê-lo.
  2. Ao migrar para o Office 365, você precisa recriar usuários de servidores IMAP no Office 365. Você pode fazê-lo manualmente ou deixar o CodeTwo Office 365 Migration fazê-lo automaticamente.
  3. Certifique-se de que a conta de administração que você usa para se conectar ao inquilino alvo tenha todas as funções necessárias atribuídas. Você pode encontrar mais informações sobre as funções necessárias no artigo manual deste usuário.
  4. Verifique se o endereço de e-mail do administrador do Office 365 está configurado para ativo com um novo domínio. Para verificar isso, navegue até a guia

    Administrador/Seção Office 365/ Usuários e Grupos > selecione a conta do Administrador e verifique detalhes.

  5. Atribua licenças do Office 365 às caixas de correio do usuário. Ao usar o CodeTwo Office 365 Migration, o programa pode criar automaticamente caixas de correio e atribuir as licenças do Office 365 a elas. Se você preferir fazer isso manualmente, aqui está a instrução.
  6. Devido às limitações do protocolo IMAP, você precisa preparar um arquivo CSV contendo credenciais de caixa de correio dos usuários.

     

  7. Descubra seu endereço de e-mail iMAP ou IP, porta e se uma conexão SSL é suportada. Aqui está um exemplo para o Gmail: gmail.comporta 993SSL habilitado. Se você estiver migrando do G Suite, consulte esta instrução sobre como ativar o acesso ao IMAP no servidor de origem.

 

  1. Baixe, instale e ative CodeTwo Office 365 Migration.

Migração Online

O processo de migração em si é tão fácil quanto configurar a ferramenta de migração CodeTwo. Siga os passos abaixo para deixar o programa pronto para a migração por e-mail:

Nota: Se você quiser migrar as Notas do HCL/Zimbra/Gmail ou qualquer outro servidor IMAP.

 

  1. Abra o programa. Na exibição Dashboard, no cartão Como iniciar, você verá um novo link de trabalho de migração. Clique nele e selecione Trabalho de migração no servidor IMAP… para iniciar o assistente

     

  2. de trabalho de migração.

     


 

  1. Forneça o nome de migração e clique em Next.

     

  2. Configure a conexão com seu servidor IMAP de origem (por exemplo, G Suite, IBM Lotus Notes, Zimbra, etc. ). Nesta etapa, você precisa fornecer os detalhes do servidor que você coletou na Etapa 7 acima.

     

    Clique em a seguir para fechar esta janela e voltar para o assistente de trabalho de migração.



  3. Na seção Caixas de correio Source, você precisa definir quais caixas de correio serão incluídas na migração IMAP para Office 365. Nota : Aqui você precisa usar seu arquivo CSV com credenciais de caixa de correio de origem.

    O arquivo deve ser composto pelos seguintes campos: EmailAddress, UserNamePassword. Para importar o arquivo, use a opção Importar CSV e configure o software para que ele leia corretamente seus dados. Para fins de teste, é uma boa prática primeiro migrar e-mails de caixas de correio de teste de 1 a 2 (por exemplo, sua caixa de correio) para ver se tudo está configurado corretamente e não há bloqueios ao longo do caminho.

  4. Agora, conecte no Office 365.



  5. Uma vez configuradas conexões de servidor, agora você pode migrar as caixas de correio de destino.

 

  1. Você pode combiná-los manualmente ou automaticamente usando a opção Automatch.



  2. Configure outras opções do trabalho de migração, que são Agendador, filtros de tempo, filtros de pasta e configurações avançadas.
  3. Uma vez que o trabalho de migração esteja pronto, basta clicar em Iniciar no menu superior para iniciar o processo de migração. Nota : Quanto à velocidade de migração, pode diferir dependendo das configurações individuais do ambiente.

    Para ver quais fatores podem impactar a velocidade e o desempenho da migração, siga este link.

  4. Uma vez concluída a migração, verifique se os itens na fonte e nos servidores-alvo mostram os mesmos resultados. Se você notar quaisquer itens faltando no servidor de destino, você pode executar o recurso Rescan para migrar todos os e-mails restantes para o Office 365. Nota : Durante a migração, o recurso Rescan é acinzentado.


    Uma vez terminado o trabalho de migração, você pode fazer o rescan para itens faltantes.


  5. Use a opção Rescan também se você notar alguns novos itens entregues nas caixas de correio de origem durante o processo de migração. Isso permitirá que você mova apenas os e-mails recém-chegados, mesmo que a migração de uma determinada caixa de correio já tenha sido concluída.

Tarefas pós-migração

Depois de migrar todos os e-mails para o Office 365 do seu servidor IMAP, é hora de alterar os registros MX para apontar o fluxo de e-mails para o seu novo servidor Office 365. Esse processo pode levar várias horas. Se durante o switch de registros MX você notar quaisquer novos e-mails nas caixas de correio de origem, use a opção Rescan para movê-los.

Nota: Se você estiver migrando para um domínio completamente novo, não há necessidade de alterar registros MX. Em outras palavras, uma vez que a migração é concluída, não há atividades pós-migração.

Para obter uma instrução mais detalhada sobre a migração da fonte IMAP para o Office 365, consulte o manual deste usuário.

Se você quiser dar uma chance ao programa, baixe e execute uma versão de avaliação gratuita do CodeTwo Office 365 Migration Sem compromisso.

Neste site,você pode encontrar mais informações sobre o programa.

Migração do IMAP – limitações

Ao migrar do Rackspace, G Suite, IBM Lotus Notes, Zimbra ou qualquer outro servidor IMAP, é bom estar ciente de algumas limitações que você vai atingir ao longo do caminho:

  • As migrações do IMAP só podem mover e-mails. Outros itens e pastas da caixa de correio (como calendários ou contatos) não são suportados neste tipo de migração.
  • Você precisa preparar um arquivo CSV com credenciais de caixa de correio de origem antes da migração. Isso garante o acesso às caixas de correio do usuário.
  • Você pode migrar e-mails do tamanho que é inferior a 35 MB.

Essas limitações se originam da forma como o protocolo IMAP lida com a migração.

Espero ter ajudado.

Abraços

MINIO, o seu próprio S3, ou Object Storage – Pandemia


Instale e configure minio object storage server no CentOS Linux

Olá pessoal, mais um motivo para ajudar pequenas empresas nesta pandemia ou ajudar pequenos provedores a utilizar opensource como o Minio.

Neste tutorial, vamos instalar e configurar o servidor Minio.

O que é Minio?

Minio é um servidor de armazenamento de objetos compatível com o protocolo S3, compatível com AWS, escrito em Go.

Ele pode ser usado para armazenar qualquer objeto como fotos, vídeos, arquivos de registro, backups, etc.

Você pode utilizar como se fosse seu próprio servidor de object storage como o S3 da AWS e outros object storages.

Instale minio no Centos Linux

Eu useu o Centos por ele ser estável e 100% opensource.

Neste exemplo, instalaremos o Minio para /opt/minio, e o configuraremos para ser executado como um serviço igual os object storage de clouds.

OBS: Já me perguntaram se ele aguenta uma carga grande de armazenamento, ou performance. Eu respondo, se você tiver profissional capacitado, hardware e sizing e ambiente apropriado para estabelecer eu digo que sim. Tudo depende como arquitetar e usar o melhor de cada serviço.

Vamos começar?

Parto do pressuposto que você já conhece sistema operacional linux ou equivamente para trabalhar com o serviço.

1. Adicione um usuário de minio

1 useradd -s /sbin/nologin -d /opt/minio minio

2. Configurar diretórios

1 mkdir -p /opt/minio/bin
2 mkdir /opt/minio/data # this will be your data partition

3. Instale o servidor minio binário e defina-o como executável. Neste exemplo usamos o binário Linux x64.

1 wget https://dl.minio.io/server/minio/release/linux-amd64/minio -O /opt/minio/bin/minio
2   
3 chmod +x /opt/minio/bin/minio

4. Crie um arquivo minio config

1 vim /opt/minio/minio.conf

:

1 MINIO_VOLUMES=/opt/minio/data

5. Certifique-se de que todos os arquivos são de propriedade do minio em /opt/minio:

1 chown -R minio:minio /opt/minio

6. Adicione arquivos de serviço do minio

Nota: o arquivo de serviço abaixo foi adaptado de: https://github.com/minio/minio-service/tree/master/linux-systemd

1 vim /etc/systemd/system/minio.service

:

1 [Unit]
2 Description=Minio
3 Documentation=https://docs.minio.io
4 Wants=network-online.target
5 After=network-online.target
6 AssertFileIsExecutable=/opt/minio/bin/minio
7   
8 [Service]
9 WorkingDirectory=/opt/minio
10   
11 User=minio
12 Group=minio
13   
14 PermissionsStartOnly=true
15   
16 EnvironmentFile=-/opt/minio/minio.conf
17 ExecStartPre=/bin/bash -c “[ -n \”${MINIO_VOLUMES}\” ] || echo \”Variable MINIO_VOLUMES not set in /opt/minio/minio.conf\””
18   
19 ExecStart=/opt/minio/bin/minio server $MINIO_OPTS $MINIO_VOLUMES
20   
21 StandardOutput=journal
22 StandardError=inherit
23   
24 # Specifies the maximum file descriptor number that can be opened by this process
25 LimitNOFILE=65536
26   
27 # Disable timeout logic and wait until process is stopped
28 TimeoutStopSec=0
29   
30 # SIGTERM signal is used to stop Minio
31 KillSignal=SIGTERM
32   
33 SendSIGKILL=no
34   
35 SuccessExitStatus=0
36   
37 [Install]
38 WantedBy=multi-user.target

7. Habilite e inicie o serviço de minio

1 systemctl enable minio && systemctl start minio

8. Verifique se o minio já começou

1 systemctl status minio

9. Anote seu acesso ao Minio e a chave secreta:

1 grep -E ‘accessKey|secretKey’ /opt/minio/.minio/config.json

Configuração

O Minio deve agora ser instalado, configurado e em execução. Você pode acessar a interface web minio indo para http://<server_ip&gt;:9000/ – faça login com o acesso e a chave secreta registrada acima na etapa 9.

Usando Minio

Como o Minio é compatível com protocolo S3, você pode usar as seguintes ferramentas para carregar, navegar e excluir dados de armazenamento do Minio:

Espero que você goste deste post.

Até mais

Abraços

KVM no linux e pandemia

E aí pessoal

Vocês conhecem virtualização?


Hoje a virtualização é basicamente usada por todas empresas.

Digo que 99,99% das empresas usam virtualização.

As 3 principais clouds públicas do mercado usam suas bases de infraestrutura como serviço suas tecnologias de virtualização.

Claro que de forma mais otimizada com seus códigos com mais performance, mas é baseado em suas tecnologias de virtualização.
afinal tudo ainda está em um datacenter, mesmo que tenha automação ainda é um datacenter.

AWS usa suas imagens em AMI baseadas em KVM.
Google Cloud Platform usa sua base em KVM.
Azure usa sua base de máquinas virtuais em Hyper-V.
O Openstack também como cloud privada ou cloud publica usado em vários provedores como Locaweb, Mandic, Uol Diveo, Claro dentre outros também tem tecnologia de sua base de virtualização com o KVM.

Hoje temos várias tecnologias de virtualização como Vmware, o próprio hyper-v, Xen da Citrix, o Kvm puro dentre outros.

Neste momento de pandemia podemos utilizar uma plataforma de virtualização baseada em opensource, o KVM.

O Kvm não tem custo e dispensa comentários pois os players públicos, e centenas de privados adotaram para uso em larga escala.

Neste momento de pandemia muitas empresas estão reduzindo seus custos com licenciamento, criando seus pools de virtualização e cloud privada, investindo em pessoas com conhecimento em tecnologia abertas em linux.

Várias corporações criam seus produtos com sua base em linux.

Isso gera criatividade e fomenta novas tecnologias ou formas criativas de trabalho.
Este é o momento mais criativo da humanidade se não o mais.

É importante que perfis de profissionais estejam atentos a estas tecnologias e os C-levels tenham sensibilidade de investimento nestas tecnologias.

Bom vamos lá para os passos?

KVM – Kernel Virtual Machine, (Máquina Virtual baseada em kernel) é uma tecnologia de virtualização de código aberto incorporada ao kernel Linux. Com a KVM para executar várias máquinas virtuais convidadas linux ou Windows. Cada hóspede está completamente isolado dos outros e tem seu próprio sistema operacional e hardware virtual dedicado, como CPU(s), memória, interfaces de rede e armazenamento.

Este guia fornece instruções sobre como instalar e configurar o KVM na área de trabalho do Ubuntu 20.04.

Também mostraremos como criar máquinas virtuais que podem ser usadas como um ambiente de desenvolvimento para diferentes aplicações.

Pré-requisitos

Para executar hóspedes com mais de 2 GB de RAM, você deve ter um sistema de host de 64 bits.

Antes de continuar com a instalação, certifique-se de que a máquina host do Ubuntu suporte a virtualização do KVM. O sistema deve ter um processador Intel com o VT-x (vmx), ou um processador AMD com suporte à tecnologia AMD-V (svm).

Execute o seguinte comando grep para verificar se o processador suporta virtualização de hardware:

grep -Eoc ‘(vmx|svm)’ /proc/cpuinfo

Se a CPU suportar a virtualização do hardware, o comando produzirá um número superior a zero, que é o número dos núcleos da CPU. Caso contrário, se a saída for, significa que a CPU não suporta virtualização de hardware. 0

Em algumas máquinas, as extensões de tecnologia virtual podem ser desativadas no BIOS pelos fabricantes.

Para verificar se o VT está habilitado no BIOS, use a ferramenta, que está incluída no pacote.

Digite os seguintes comandos como raiz ou usuário com privilégios sudo para instalar o pacote que inclui o comando:


kvm-okcpu-checkerkvm-ok

sudo apt update

sudo apt install cpu-checker

Uma vez instalado, verifique se o sistema pode executar máquinas virtuais KVM aceleradas por hardware:

kvm-ok

Se o recurso de virtualização do processador não for desativado no BIOS, a saída será algo assim:

INFO: /dev/kvm exists

KVM acceleration can be used

Caso contrário, o comando imprimirá e uma mensagem de falha e, opcionalmente, uma mensagem curta sobre como ativar a extensão. O processo de habilitação da tecnologia AMD-V ou VT depende do tipo de placa-mãe e processador. Consulte a documentação da sua placa-mãe para obter informações sobre como configurar o BIOS do sistema.

Instalação do KVM no Ubuntu 20.04

Execute o seguinte comando para instalar o KVM e pacotes adicionais de gerenciamento de virtualização:

sudo apt install qemu-kvm libvirt-daemon-system libvirt-clients bridge-utils virtinst virt-manager

  • qemu-kvm – software que fornece emulação de hardware para o hipervisor KVM.
  • libvirt-daemon-system – arquivos de configuração para executar o daemon libvirt como um serviço de sistema.
  • libvirt-clients – software para gerenciamento de plataformas de virtualização.
  • bridge-utils – um conjunto de ferramentas de linha de comando para configurar pontes ethernet.
  • virtinst – um conjunto de ferramentas de linha de comando para criar máquinas virtuais.
  • virt-manager – uma interface gui fácil de usar e utilitários de linha de comando de suporte para o gerenciamento de máquinas virtuais através do libvirt.

Uma vez instalados os pacotes, o daemon libvirt será iniciado automaticamente. Você pode verificar digitando:

sudo systemctl is-active libvirtd

active

Para ser capaz de criar e gerenciar máquinas virtuais, você precisará adicionar seu usuário aos grupos “libvirt” e “kvm”. Para fazer isso, digite:

sudo usermod -aG libvirt $USERsudo usermod -aG kvm $USER

$USER é uma variável de ambiente que detém o nome do usuário atualmente conectado.

Faça login e faça login de volta para que a adesão ao grupo seja atualizada.

Configuração da rede

Uma ponte chamada “virbr0” é criada durante o processo de instalação. Este dispositivo usa o NAT para conectar as máquinas dos hóspedes ao mundo exterior.

Você pode usar a ferramenta para listar as pontes atuais e as interfaces a que estão conectadas:brctl

brctl show

bridge name    bridge id         STP enabled    interfaces

virbr0         8000.52540089db3f    yes         virbr0-nic

A ponte “virbr0” não tem interfaces físicas adicionadas. “virbr0-nic” é um dispositivo virtual sem tráfego roteado através dele. O único propósito deste dispositivo é evitar alterar o endereço MAC da ponte “virbr0”.

Esta configuração de rede é adequada para a maioria dos usuários de desktop do Ubuntu, mas tem limitações. Se você quiser acessar os hóspedes de fora da rede local, você precisará criar uma nova ponte e configurá-la para que as máquinas convidadas possam se conectar ao mundo exterior através da interface física do host.

Criando máquinas virtuais

Agora que o KVM está instalado no seu desktop Ubuntu, você pode criar o primeiro VM. Isso pode ser feito a partir da linha de comando ou usando o aplicativo.virt-manager

Baixe a imagem ISO do sistema operacional que deseja instalar e siga as etapas abaixo para criar sua máquina virtual:

Na barra de pesquisa Atividades tipo “Gerenciador de máquinas virtuais” e clique no ícone para iniciar o aplicativo.

Depois que o aplicativo é iniciado, a partir do menu superior clique em “Arquivo” -> “Nova Máquina Virtual”:


  1. Uma nova janela aparecerá. Escolha “Mídia local de instalação” e clique no botão “Avançar”.
  2. Forneça seu caminho de imagem ISO e clique no botão Avançar.
  3. Na próxima tela, escolha as configurações de memória e CPU da VM. Clique em Avançar.
  4. Em seguida, selecione “Criar uma imagem em disco para a máquina virtual” e selecione o tamanho do espaço em disco da VM. Clique em Avançar.
  5. Digite um nome para o nome da sua máquina virtual e clique em “Terminar”.
  6. O VM será inicializado, e uma nova janela será aberta:


    A partir daqui você pode seguir as instruções na tela para completar a instalação do sistema operacional.

Uma vez instalado o sistema operacional, você pode acessar a máquina virtual a partir do aplicativo, via ssh ou usando a interface Serial Console.virt-manager

É importante salientar que os testes aqui além de ambientes linux o Windows funciona perfeitamente.

Espero que eu tenha aberto sua mente e ajude neste momento tão especial em tecnologia.

Abraços

Microsoft Teams Exploratory

Olá pessoal

Para as empresas que querem avaliar e analisar o Teams e não sabe como é o procedimento segue abaixo um passo a passo de como realizar uma ativação.

É preciso ter o Microsoft Azure AD na sua versão gratuita.

Fonte: https://docs.microsoft.com/pt-br/MicrosoftTeams/teams-exploratory

Acesse https://azure.microsoft.com/pt-br/services/active-directory/ se cadastre gratuitamente e use o Azure Active Directory.

O site do Azure AD fica em https://aad.portal.azure.com

Lembrando que o seu cadastro do site do portal do Azure AD ele já cria um domínio Microsoft como igual acima do meu fabiosilva.onmicrosoft.com

Para criar um usuário de teste é só seguir em + Novo Usuário.

Depois deste processo você pode acessar o portal do Office 365 em https://portal.office.com pois você já é um usuário que é administrador global.

Acesse o portal do Office com seu usuário administrador global e acesse o ícone de administrador.

Você já vai ter algumas licenças como da do Teams (100 Licenças) para explorar.

Clica no ícone do Temas Exploratory e você já pode ativar para algum usuário para você testar.

Assim que você atribuir você já está apto a usar o Teams de 2 formas.

Acesse o portal do Teams https://teams.microsoft.com

Autentique com a conta escolhida

Autentique com a conta do Azure AD.

Tudo é muito didático e autoexplicativo, se você quiser pode baixar o aplicativo do Teams na sua máquina ou acessar via web no portal do teams.

Pronto, você já pode explorar o Teams.

OBS: Se liga no tempo de teste que a Microsoft irá te dar.

Fonte: https://docs.microsoft.com/pt-br/MicrosoftTeams/teams-exploratory

Espero que tenha ajudado.

Ao redor do buraco tudo é beira!

Um cavalo morto é um animal sem vida!

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