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Ubuntu Server Azure com disco gerenciado

Olá Pessoal, hoje mostrarei um passo a passo com a construção do novo serviço com discos gerenciados.

Em resumo o disco gerenciado simplifica a forma de criação e manutenção dos discos. É mais escalável, os discos ficam em um local central.

Todo o gerenciamento é feito pelo Azure.

Veja neste link sobre gerenciamento de discos. https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/storage-managed-disks-overview

Eu irei demonstrar o Ubuntu neste passo a passo.

Escolha a versão do Ubuntu, neste caso escolhi a versão Ubuntu Server 16.04.

Neste primeiro passo vamos escolher o nome da máquina, resource group, usuário, senha.

Mais um item interessante novo é a escolha mínima se você digitar o tamanho mínimo de cores e memoria ele vai mostrar os modelos mais próximos do que você digitou. Isto facilita a visão e preço de maquina mais adequado para seu negócio. Eu escolherei o modelo DS1 para o LAB.

Neste passo que muda a forma de escolher a parte de discos. Se você manter No segue o caminho normal para você fazer a gestão do storage account e fazer a gestão dos VHDS. Isso depende do administrador e tipo de servidor e performance de disco o administrador vai separar od VHDS por storage account fazendo a gestão do disco. Ou como neste LAB eu escolherei a gestão do disco com YES você verá uma nova forma da criação dos discos como gerenciados.

Veja que quando eu escolhi USE MANAGED DISKS o elemento Storage Account sumiu. Vamos dar OK e dar sequência no passo a passo.

Veja se está tudo ok e vamos dar sequencia.

Vamos aguardar o deploy do Servidor.

Veja neste link de forma detalhada a criação de forma manual com storage account https://fabiosilva.com.br/2017/02/12/criando-maquina-virtual-redhat-em-arm-azure-resource-manager/

Dentro de nossa campanha Azure IT Pro br o nosso amigo Michel Jatoba fala de disco gerenciado e veja nesta matéria http://micheljatoba.com.br/2017/04/microsoft-azure-disco-gerenciado/ e prestigie.

Veja as 2 imagens acima a primeira imagem normal e a segunda mais abaixo com 1 storages account, a segunda com disco gerenciado não aparece, só um storage account, você não tem a visão por que quem está gerenciando é o Azure, você tem a visão bem mais simplificada e claro você pode inserir mais discos gerenciados. Isso permite que um profissional com menos conhecimento posso criar a máquina e deixar que o disco seja gerenciado pela plataforma com mais precisão.

Dando a sequência vamos acessar o servidor.

Vamos acessar através do Public IP Address

Vamos acessar o ambiente via protocolo SSH através do app Putty.

Pronto o Ubuntu com gerenciamento de disco.

Até a próxima.

Maratona Azure Open Source. 

A Microsoft vem em uma campanha muito legal de investimentos em opensource. Para isso está disponibilizando gratuitamente cursos e com certificado. Aproveitem e façam que é por tempo limitado.

Capturar.PNG

http://www.microsoftdiplomados.com/brasil/?WT.mc_id=602165_OLA_11087213057886_11087213057907

Criando Maquina virtual REDHAT em ARM (Azure Resource Manager)

Sabemos que atualmente quase tudo é desenvolvido no novo portal do Azure.

A alguns elementos que devem ser evidenciados.

Um deles é o ARM (Azure Resource Manager).

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/azure-resource-manager/resource-group-overview

Em resumo é um conjunto que define melhor a organização de recursos computacionais ou outros elementos dentro do Azure em um grupo só.

Um grupo de recursos de uma máquina virtual podemos definir como a segurança, o ip, placa de rede, armazenamento e a máquina virtual em si.

Ao criar uma máquina virtual você define um nome ao grupo de recursos daquela máquina ou de um determinado grupo de maquinas, vai depender de como será criado a arquitetura da aplicação ou serviço que você irá criar.

  • Vnet é a rede do Azure
  • Storage Account é onde é armazenado os recursos
  • NSG é o perímetro de acesso e segurança (Firewall)
  • IP onde é fornecido o IP valido para acesso de fora e também o ip da LAN
  • Network Interface é a placa de rede virtual fornecida como recurso
  • Virtual Machine é a estrutura onde tem o sistema operacional instalado

Agora vamos demonstrar um passo a passo para criação da maquina virtual e a sequencia.

Irei demonstrar o RED HAT Enterprise.

No portal.

Em Compute escolha na imagem o Red Hat Enteprise Linux 7.2

Na sequência ele deixa como primeira sugestão “Resource Manager” ou também em modo “Classic”, como estamos orientando em modo ARM iremos dar sequencia em “Resource Manager”. Clique em Create.

Na próxima sequencia nós iremos criar nome da maquina, usuário senha e nome do Grupo de Recursos “Resource Manager”

Criado na sequência e vamos criar o grupo de recursos que comtempla o ” Resource Group”.

Criado o nome “RGRHFabioSilva”, criei o grupo de recursos resource group red hat fabio silva para identificar os recursos que fazem parte.

Lembrando que podemos criar com uma maquina ou um conjunto de maquinas.

Esta sequência você escolherá o modelo de máquina que se adequa a aplicação que você irá usar futuramente. Eu escolhi A4 Basic como exemplo.

A próxima sequencia eu defino como a principal na criação do grupo de recursos que é a definição dos nomes dos recursos. Você pode manter os nomes que estão como sugestão ou mudar e ter uma visão melhor dos recursos.

Se você não quer alterar nada só clicar em OK e seguir os procedimentos na criação da máquina virtual, mas vou mostrar como podemos ter uma arquitetura melhor e mais organizada alterando os nomes e ter uma visão melhor dos recursos.

STORAGE

A primeira alteração que fazemos é no nome do Storage Account onde é o armazenamento dos discos e da maquina virtual. Veja que ele deu o nome de rgrhfabiosilvadisks232, é um nome criado automaticamente baseado no nome do “Resource Manager” então eu irei alterar. Aqui tamb´rm você irá definir como você quer a redundância dos seus dados, redundância local, por zona ou geográfica. Isto é definido pela importância que a sua aplicação tem e a disponibilidade dos dados que são definidos pela sua organização.

Veja em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/

Eu escolhi o nome do Storage Account e com redundância local.

Se caso você quiser criar mais Storages Account na criação ele permite para você organizar discos de sistemas operacionais de discos de dados. Também pode ser separado por níveis de relevância como discos de sistemas que tem menos I/O e mais I/O.

NETWORK

Na mesma sequência iremos alterar o nome da rede.

Você pode definir a rede para uma máquina só como um sistema web que não precisa ter comunicação com a sua rede como você pode definir uma rede para várias maquinas, como rede de produção, de homologação e de desenvolvimento. Assim o trafego fica bem mais segmentado.

Veja que já é bem definido a rede, mas o nome pode ser alterado. Eu irei alterar para você ver que poder ter uma organização melhor.

Alterei para uma melhor visualização VnetSuaempresaProducao e a Subnet com o nome da rede de produção.

IP PUBLICO

O ip publico também é importante na criação pois por padrão ele é dinâmico e você pode manter ele como fixo. Uma grande atenção ao criar o IP Publico fixo, mesmo ele sendo fixo é importante ressaltar que ao desalocar os recursos que é desligar a maquina através do portal ele desaloca todos recursos, e um deles é o ip fixo. E ao ligar para alocar os recursos o ip fixo pode subir com um diferente.

A recomendação é que use os recursos baseados e DNS. Isso garante que a aplicação não tenha interrupção de acesso.

Veja em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/Virtual-Network/virtual-network-ip-addresses-overview-arm

Eu alterei o nome e IP estático.

NSG ou FIREWALL

O NSG é onde você define as regras de firewall. Veja que na criação da máquina virtual RED HAT ele já por padrão libera o acesso a porta 22 SSH, mas você pode definir as regras de acesso da sua aplicação como porta 80 HTTP e 443 HTTPS e como exemplo RDP 3389. Bancos de dados como SQL Server 1433, Mysql 3306, Oracle 1521 que são portas de acesso conhecidas.

Não alterei os nomes pois estão organizados e manterei a porta 22. De OK.

Veja mais sobre NSG em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-network/virtual-networks-create-nsg-arm-pportal

High Aviability (Aviability Set)

O Aviability Set garante o SLA da infraestrutura do Azure. É um recurso importante dentro do Azure que garante o SLA de 99,95% da infraestrutura.

Em resumo se tiver algum tipo de manutenção preventiva ou risco de problemas dentro da datacenter do Azure ele garante que sua máquina não tenha interrupção dos seus serviços.

É importante que você crie para que seus serviços a nível de infraestrutura sejam entregues com excelência.

Veja mais sobre High Aviability em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-machines/virtual-machines-windows-manage-availability

Criei com o mínimo de Update domais e Fault domais a nível de laboratório.

Se é importante para você detalhar monitoramento deixe ativo boot diagnostics e Guest OS diagnostics.

Veja com mais detalhes em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/monitoring-and-diagnostics/monitoring-overview-of-diagnostic-logs

Ao habilitar os diagnósticos e logs de sistema é preciso criar um storage account.

O storage foi criado com nome de discodelogs.core.windows.net.

E por fim tem uma validação para ver se não tem nada de errado na sua criação.

Lembrando que estamos criando uma maquina virtual RED HAT ENTERPRISE 7.2.

Se você tiver familiarizado com Windows crie com Windows Servers.

Aguarde a criação da máquina para que possamos acessar via SSH.

Veja uma máquina criada automaticamente sem alteração nos nomes

Veja os recursos cridos com passo a passo que são melhores visualiados e identificados.

Veja o overview da máquina ligada, o diagnostico ativo, o ip de acesso ao SSH.

Para acessar o Linux é preciso ter o aplicativo para acesso SSH.

O mais prático é o Putty em http://www.putty.org/

Acesse com seu usuário criado.

Pronto, o RED HAT Enterprise 7.2 no Azure está pronto para receber seus serviços e aplicações.

Como isso você está apto de forma detalhada a criar uma máquina virtual Linux em modo ARM no Azure.

Até a próxima.

Instalando Azure CLI no Ubuntu

Olá Pessoal

Abaixo irei demonstrar um passo a passo para INSTALAÇÃO do Azure CLI no Ubuntu.

Com isso você poderá utilizar e manusear o Azure através de linha de comando linux na distribuição Ubuntu.

Quer saber sobre Azure CLI veja a cocumentação completa no site

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-machines-command-line-tools

Para instalar o Azure CLI você precisar instalar 2 pacotes, oNodeJs e o pacote NPM.

O NPM é o gerenciador de pacotes JavaScript no NodeJS.

Quer saber um pouco sobre o NPM abaixo tem 2 links.

WIKIPEDIA https://en.wikipedia.org/wiki/Npm_(software)

Site Oficial https://www.npmjs.com/

No console do Ubuntu de o comando acima – apt-get install npm

Apt é o pacote de instalações no formato .dpkg usado nas distribuições baseadas em Debian.

Ele irá instalar algumas dependências. Aceite com Y e de sequência na instalação.

Aguarde a instalação do pacote e dependências.

Finalizado a instalação do NPM vamos instalar o Azure CLI

Para instalação do Azure CLI de o comando acima – npm install -g azure-cli

Aguarde a instalação do pacote.

Pacote instalado com êxito.

Agora vamos instalar o NodeJS

Instale o pacote NodeJs apt-get install nodejs-legacy

Outra forma de instalação do Azure CLI é por repositório alternativo.

De o comando acima para inclusão do repositório com a chave. 

Instale o pacote acima apt-transport-https

O comando acima já está realizando 2 comandos no mesmo tempo, ele está atualizando o repositório inserido, e instalando o pacote Azure-cli.

Agora vamos saber se está funcionando realmente.

Iremos dar o comando azure login

Veja que quando vc deu o comando ele gerou uma url e um código. Esta é a forma para se autenticar.

Copie a url e o código para se autenticar no Azure.

Pegue o código e se autentique.

Coloque o código e clique em continuar.

Veja que está aguardando.

Foi liberado o acesso via comand line do Ubuntu.

Veja que as Subscription do Azure estão sendo visualizadas no Ubuntu e liberado para usar os comandos do Azure CLI.

De o comando azure -h que é um help e ele mostrará todos comandos do Azure para manusear.

De o comando azure -h | more que ele mostrará com mais paginação e aprenda a usar através do Ubuntu.

A versão utilizada do Ubuntu foi a Ubuntu Server 16.04 LTS.

Referencias:

https://www.npmjs.com/

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/xplat-cli-install

https://en.wikipedia.org/wiki/Npm_(software)

https://github.com/Azure/azure-cli/find/master

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/xplat-cli-connect#cli-command-modes

https://www.opsgility.com/blog/2016/01/20/install-azure-cli-tool-ubuntu/

Cantinho Powershell 02 – Listar tamanho das pastas Onedrive

powershell2xa4

Abaixo irei mostrar como listar o tamanho das pastas de todos usuários.

Veja os post anterior como se conectar e se autenticar no Office 365 e Azure.

https://fabiosilva.com.br/2016/10/26/cantinho-powershell-01-conectar-azureoffice365skype-online/

Depois importante carregar o modulo do Sharepoint no Office 365

Connect-SPOService https://suaempresa-admin.sharepoint.com

Abaixo o comando para listar todos usuários:

Para listar tamanho Onedrive de todos usuários.

 

capturar5

Veja como é o comando para verificar um único usuário

capturar6

Espero que esteja contribuindo.

Abraços e até o próximo post.

Azure Talks

​No primeiro vídeo da série Azure Talks vamos falar sobre licenciamento e preços do Microsoft Azure. Convide seus amigos, compartilhe o evento e vamos aprender mais juntos.


Presenças confirmadas:

– Fabio Silva (Microsoft MVP)

– Joel Rodrigues (Microsoft MVP)

– Renato Groffe (Microsoft MVP)

https://www.facebook.com/events/171396196650703/?ti=as

Dia 01 de Novembro às 22h.

Azure com preços mais baixos

Noticia boa para clientes que estão pensando em migrar seus negócios para Azure.

Os preços baixaram consideravelmente.

azure-price-drop

Desde o dia 01 de Outubro de 2016 os preços dos serviços do Azure baixaram.

Um compromisso de oferta e demanda da Micorsoft perante aos seus clientes.

Maquinas de modelos como DV2 baixaram 15%.
Modelos de A1 e A2 baixaram em até 50%. Isso mesmo 50%.
Os novos modelos que serão lançados agora em Novembro (Novidade!!!) serão 36% mais baratos que as atuais.

 

Por isso quem estava interessado em migrar ambientes IaaS  terão benefícios e mais baratos.

Por isso quem é parceiro Microsoft já tem um desconto de 15% em relação a calculadora publica. Pois então o seu valor estará mais barato ainda em suas ofertas a seus clientes.

O que está esperando?? “Bora para a Nuvem do momento!!! Azure.

Fonte: https://azure.microsoft.com/en-us/blog/new-lower-azure-pricing/

Obrigado

 

Baixe gratuitamente 2 Guias de Referência Rápida do Outlook 2013 — Mauricio Cassemiro

Vamos divulgar este Whitepaper do meu amigo Mauricio Cassemiro.

Desenvolvi 2 guias de referência rápida do Microsoft Outlook 2013 para consultas em relação à como ser produtivo e gerar eficiência no seu trabalho do dia-a-dia com gestão de e-mails, contatos, tarefas, calendários e notas com foco em Layout e integrações do Outlook 2013:

via Baixe gratuitamente 2 Guias de Referência Rápida do Outlook 2013 — Mauricio Cassemiro

Black Berry Cloud Services no Office 365, fim de uma era!!

bbcs

BlackBerry vai descontinuar o BlackBerry Business Cloud Service, em agosto de 2016.

Como isso me afeta?

Depois de Agosto de 2016, os dispositivos BlackBerry antigos (aqueles que não suportam o protocolo Exchange ActiveSync) deixará de trabalhar com o Office 365.

Novas assinaturas para BlackBerry Business Cloud Service não serão aceitas devido ao término pendente do serviço.

Quem tem assinatura BlackBerry Business Cloud Service ainda conseguem adicionar novos usuários atualmente.

O que eu preciso fazer para se preparar para essa mudança?

Em preparação para esta mudança, os usuários de dispositivos BlackBerry mais velhos devem considerar a mudança para um dispositivo móvel que suporta o protocolo Exchange ActiveSync antes do final da data do serviço BlackBerry. A esmagadora maioria dos smartphones que executam versões do iOS, Android e Windows Phone (bem como os telefones móveis BlackBerry foi lançado recentemente), suporte ao protocolo Exchange ActiveSync.

A fonte é de quem tem assinatura no painel do Office 365 e também pode ser visto nesta fonte: http://support.blackberry.com/kb/articleDetail?articleNumber=000038179

 

Azure VM vs Amazon EC2 vs Google CE: Cloud Computing


Os 3 maiores sistemas de nuvem disponíveis: Amazon Elastic Cloud 2, o Google ComputeEngine e Microsoft Azure Virtual Machines.

Vamos explicar as principais diferenças para fazer a escolha mais fácil.

Isto significa que instâncias de VM fornecidas devem ser comparadas como um computador real com a sua CPU, memória, rede, armazenamento etc.

Os recursos de computação são a primeiras coisas a serem comparadas aqui no brasil e, reunimos as diferenças abaixo:

Amazon EC2

Google CE

Microsoft Azure VM

Número de Instancias

39

18

40

Aceleração de CPU

sim

não

sim

Instâncias personalizada

não

sim

sim

Limite de CPU

1 – 40

1 compartilhado – 32 cedicada CPU

1 – 32 CPU

Limite de memoria

0,5 – 244 GB

0,6 — 208 GB

0,75 — 448 GB

Limite de Storages temporário

Up to 48 TB (Múltiplo Discos)

3 TB

2 TB

Redes suportadas

CDN, Direct connection, DNS, Load Balancing, Virtual private cloud network, VPN Gateway

Lista de preços

Amazon

Google

Azure

 

Configurações alta performance pode não estar disponível em algumas regiões, e as características de instância são pré-definidas, exceto para o Google Compute Engine, onde é possível fazer sua própria camadas VM. Para o armazenamento permanente de dados, as 3 plataformas em nuvem usar serviços externos.

VM Escalabilidade

Você pode não só pode reduzir ou diminuir a capacidade das VMs como também adaptar os seus recursos de computação para as suas necessidades.

• Amazon EC2 podem ter escalabilidade e redimensionar uma máquina virtual.

O Autoscaling tarefa consiste em manter-se um número desejado de instâncias, diminuindo e aumentando sob demanda. O Amazon Auto-scaling também é útil porque a sua capacidade de manter VMs saudável, reiniciando quando necessário. O redimensionamento pode ser feito em cliques, quando a instância foi parada, mas o processo tem um monte de problemas de virtualização, para a plataforma e compatibilidade de rede. A recomendação pode ser mais fácil fazer backup das VMs e criar uma nova instância.

• Microsoft Azure As funções de redimensionamento de VMS da Microsoft Azure através de grupos de Disponibilidade no novo portal do Azure são mais fáceis de utilizar do que os outros players de mercado. As adições de maquina virtuais podem ser facilmente adicionadas.

• Google CE fornece auto-scaling horizontal, adicionando ou removendo novas instâncias em um grupo administrado de VMs. Eles são criados a partir da mesma instância do modelo. Ele apela para a vasta gama de dimensionamento e políticas disponíveis, que podem ser amarrados a qualquer métrica de Monitoramento Google Cloud. Assim VM pode ajustar a sua capacidade em critérios personalizados. Qualquer instância pode ser redimensionada usando o console, gcloud ou API, mas você deve parar a máquina antes.

Convidados e suporte de aplicativos

Os 3 players de mercado devem ser bem estudados para camadas de aplicações pois elas podem não funcionar corretamente, principalmente com aplicações não feitas para web.

Sistemas operacionais suportados pelos Players de mercado

Amazon EC2

Google CE

MS Azure VM

Operating Systems
CentOS

V

V

V

CloudLinux

V

X

X

CoreOS

V

V

V

Debian

V

V

V

FreeBSD

V

V

V

openSUSE

V

V

V

Oracle Linux

V

X

V

RHEL

V

V

V

SLES

V

V

V

Ubuntu

V

V

V

Windows Server

V

V

V

Databases
MySQL

V

V

X

Microsoft SQL Server

V

X

V

MariaDB

V

X

X

Oracle

V

X

V

Hadoop

V

V

V

NoSQL

V

V

V

As arquiteturas de sistema operacional suportados podem variar de um player para outro e de região para região.
Por isso, vale a pena tentar todos os sistemas de graça para verificar se a sua plataforma favorita está disponível antes de se mudar para a nuvem.

Disponibilidade

Depois de escolher a plataforma de nuvem direita, você precisa ter certeza de que os dados estarão sempre disponíveis.
São garantidos pelo Acordo de Nível de Serviço (SLA) pelos players de mercados citados, que é assinado com os termos do sistema de utilização.
Ele atribui a responsabilidade uma série soluções técnicas e garantias para a qualidade de suas instalações.
Se este contrato for violado, o usuário obtém alguns benefícios:

• Amazon EC2 SLA (Service Level Agreement) oferece um desconto de 10% se VM foi para baixo por mais de 0,05% de tempo de todo o mês.
30% de crédito está disponível se você não foram capazes de acessar a máquina por mais de 1% do mês.
O tempo de inatividade mínimo contada é de 1 minuto.

• Microsoft Azure SLA são os mesmos que da Amazon, com distinção em crédito máximo – apenas 25%

• Google CE SLA oferece um crédito, se uma instância não estava disponível para mais de 5 minutos consecutivos. Para 0,05-1% o tempo de inatividade mensal que você ganha 10% de desconto, por 1-5% – 25% de desconto, e por 5 +% – 50% de desconto

Ferramentas de backup

Mas, por mais sistemas de nuvem que duráveis são, não pode falhar, os recursos de backup não são menos importantes do que o tempo de inatividade:

• Amazon EC2 oferece duas maneiras principais de apoio – de criação de imagens e snapshots. Ambas as variantes fazer uma cópia do volume.
Além disso, eles são armazenados em diferentes serviços em nuvem da Amazon e se paga uma taxa extra.
Backup de arquivos também está disponível, e é muito mais rápido, mas precisa de scripts e ferramentas adicionais para automação.

• Google CE tem o seu próprio serviço de backup, que permite armazenar até 7 instancias de graça.
O Google também tem recurso de log binário que permite executar a recuperação point-in-time – rebobinar a sua máquina para qualquer período desejado, não só para “apenas backup” do momento. É Sensacional.

• Microsoft Azure tem todos os recursos listados acima, que podem ser adicionalmente realizados pela sua ferramenta de backup Azure e serviços de recuperação. A única ressalva do Azure backup é que funciona só com seus workloads.

Então faça o backup da Imagem ou contrate um plano de backup como Cloudberry que é multinuvem.

O Backup Cloudberry faz o seu melhor para dar o máximo de flexibilidade. Ele pode não só servidores de ação real virtual e de backup, mas também cross-recuperação de backup como uma máquina virtual em uma nuvem. Além disso, Cloudberry não está vinculado a qualquer serviço de armazenamento, assim você pode escolher por si mesmo onde armazenar backups. Agora ele suporta Amazon EC2 e Microsoft Azure VM de nível restaura; suporte do Google CE está chegando.

Então o que escolher?

É bastante óbvio que não há nenhum campeão – cada fornecedor nuvem tem características únicas e atraentes ofertas com prós e contras. Nós criamos uma tabela de comparação rápido para ajudá-lo a escolher:

Amazon EC2

Google CE

Microsoft Azure VM

Número de Instancias Templates avaliados

39

18

40

GPU

Sim

não

não

Customização de instancias

sim

sim

não

Limite de CPU

1 – 40

1 Shared – 32 dedicated CPU

1 – 32 CPU

Limite de memoria

0,5 – 244 GB

0,6 — 208 GB

0,75 — 448 GB

Limite de Stoarages

Up to 48 TB (Multiple Disks)

3 TB

2 TB

Redes suportadas

CDN, Direct connection, DNS, Load Balancing, Virtual private cloud network, VPN Gateway

Número de OS Suportadas

11

9

9

Número de banco de dados

5+

3

3

Autoscaling

Yes, clone building

Yes, clone building

Yes, presettable group

Size change

Available

Available

Available

Nível de SLA

Credit for 1+ minutes downtime, max monthly credit: 30%, uptime SLA: 99.95%

Credit for 5+ consecutive minutes downtime, max monthly credit: 50%, uptime SLA: 99.95%

Credit for 1+ minutes downtime, max monthly credit: 25%, uptime SLA: 99.95%

Veja Trial para testar

Yes, time-limited on one instance

Yes, time and resource limited on any instance

Yes, time and resource limited on any instance

  • Fonte traduzida de Cloudberry Labs