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Conacloud 2015

Pessoal

Este ano eu irei palestrar sobre Nuvem Azure que está cheia de novidades.

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O Conacloud é um evento muito democrático que te da uma semana cheia de recursos técnicos de eventos do tema Cloud por uma semana e gratuito. De 09 a 13 de Novembro de 2015

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Se inscreva no site http://www.conacloud.com.br e não perca as palestras.

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Agradecimento ao convite do Sandro organizador do evento.

Valeu.

O dólar e a nuvem e seus gastos internos e externos

Em tempos com o dólar chegando a R$4,20 o preço de serviços de nuvem nos principais players de mercado dispararam.

O brasileiro da área de TI tanto de operação como de desenvolvimento é mal-acostumado e não pensa em monitoramento de datacenter para desligamento e ligamento de máquina com Wake On Lan.

Na nuvem é exatamente a mesma coisa, só que com um adendo, a máquina é cobrada por hora e em dólar.

Muitas empresas estão migrando para soluções hibridas mesclando com sistemas mais leves na nuvem e soluções robustas onpremisses.

É uma tendência já debatida e que neste momento é válida com a alta do dólar.

Se você não abre mão da nuvem tenha em menta algumas soluções que vai deixar seu bolso sorrindo:

Desenvolvedores, DevOps:


– Desenvolver em ambiente Qa e homologação ficar atendo do uso aos horários de trabalho.

– Ficar atendo aos algoritmos desenvolvidos com a mais pura rapidez e fluidez voltada para a nuvem.

– Conhecer componentes e APIS que ajudem a ter pouco trafego ou o mínimo de trefego de rede.

Sysop, infra-estrutura:


Automatizar o ambiente até de produção com sistemas que desligue as maquinas ou diminua o consumo de processamento e memoria facilitando a elasticidade.

A maioria das maquinas de Homologação, Desenvolvimento e QA (Quality Assurance) não tem necessidade de ficar ligada em determinados horários como a noite.

Temos outras maneiras de diminuir os custos com Conjunto de disponibilidade como em determinado momento se a máquina não estiver com processamento usando e memoria diminuir também o tamanho dela. Neste caso se a máquina for de produção e não for desligada.

Para comparar como você gasta dentro ou fora da empresa nós temos as calculadoras dos principais players de mercado e as maquinas que você tem como mente para usar na nuvem.

No Azure: https://azure.microsoft.com/pt-pt/pricing/calculator/

A Calculadora do Azure está bem completa e atualizada dividida por tópicos e você terá uma previsão como consumidor dos seus gastos antes de comprar.

No Amazon: http://calculator.s3.amazonaws.com/index.html

O amazona tem também a sua Calculadora que também te da uma previsão de gastos na sua nuvem.

Na Softlayer: http://www.softlayer.com/pt-br/virtual-servers

Na Softlayer também tem a calculadora que é bem simples e completa, mais fácil que os outros.

Mas e na sua rede, como você faz? Você sabe como fazer, tem em mente os gastos de servidores. Pensa que é fácil? Não tem a visão total ?

Eu montei uma planilha já homologada para uso que calcula de forma geral o custo de sua maquina ligada te dando um valor mensal estimado de custo interno.

Pode ser baixado neste link http://1drv.ms/1jqR5Wp

Este exemplo tem os maiores elementos para um gasto de um servidor onpremisses e você ter um parâmetro se é melhor manter na nuvem ou dentro de casa.

Não abranjo link de internet pois na nuvem também os gastos com trafego varia de nuvem para nuvem contratada e pode ser comparado uma visão financeira a parte, mas que também não pode passar desapercebida.

Os elementos que estão sendo abordados acima incluem também o profissional que está usando a máquina no que também compõe o valor da máquina, energia elétrica, preço do volume de backup, dos elementos que constituem o backup, Storage e sua volumetria usada.

Se você não tinha uma visão veja está maquina acima ela conta com todos elementos que uma empresa tem. O Valor da hora dela ligada está em R$10,45 e foi feita com base em uma máquina real.

Neste post eu estou inserindo um elemento que ninguém ainda não tem como visão que são os gastos internos, e quando olham o valor da nuvem, não tem em mente ou visão global do quanto o gasto de máquina em uma rede é também alto dentro de uma corporação.

O que mais pega são os gastos invisíveis.

Se você tem dúvidas por favor pode me contatar e espero que com este tópico ajude alguma equipe que queira realizar pesquisa de preço hibrido, nuvem ou local.

Abraços.

Cloudberry backup com Openstack

Como disse anteriormente o Cloudberry tem total compatibilidade com multinuvem, e eu estou dando ênfase agora com o Openstack.

O Cloudberry é uma ferramenta além de barata e eficiente caso você esteja em uma nuvem hibrida com o Openstack, fez a união do útil ao agradável.

O Openstack é a Cloud do momento e o custo que você teria para a contratação do Cloudberry e Openstack é um casamento perfeito, barato e eficiente.


Total compatibilidade com Openstack

A partir de MBS versão 4.0 do cliente , oferecemos um suporte completo para OpenStack e para armazenamentos OpenStack – compatíveis.

Este post explica como adicionar esses armazenamentos à lista de armazenamentos de que seus usuários podem executar um backup

Você pode selecionar o armazenamento OpenStack compatível como um armazenamento principal ou pode adicioná-lo como uma conta de armazenamento adicional. Dependendo da sua situação , leia uma das seguintes partes deste artigo :

Selecting OpenStack-compatible Storage as the Main Storage after Signing up to MBS,
Adding OpenStack-compatible Storage as an Additional Storage Account.

Acesse a área de administração web do Cloudberry, selecione a nuvem Openstack


2. Clique em Next.

3. Siga os outros passos do assistente para concluir a configuração de armazenamento.
						

.

Adicione armazenamento com openstack comptivel com uma conta.

1. Siga as instruções 1 e 2 para conexões de múltiplas contas.

2. Depois disso , no passo 3 do tópico de ajuda MBS mencionados selecione " OpenStack " na lista de contas de armazenagem.

.


2. Prossiga com a “várias contas de armazenamento Support” tópico MBS Ajuda a partir do passo 4 de “Adicionando uma nova conta de armazenamento”

Importante: Certifique-se de que ou “Permitir opção de atualização automática” na guia “Rebranding” estiver ativado, ou que seus usuários tenham atualizado seus clientes de backup.

Lembrando que este laboratório foi feito em um notebook com Ubuntu e Devstack.

Feito em um nó só a caráter de Lab.

Será aplicado futuramente em um ambiente de produção já adquirido com um cliente.

As 2 ferramentas excelentes.

Espero que gostem do post.

Microsoft quer comprar empresa de cibersegurança israelense por US$ 230 milhões | INFO

http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2015/07/microsoft-quer-comprar-empresa-de-ciberseguranca-israelense-por-us-230-milhoes.shtml

Conceito fácil sobre Cloud (NUVEM).

O que é cloud computing (computação nas nuvens)?

Introdução

A expressão cloud computing começou a ganhar força em 2008, mas, conceitualmente, as ideias por trás da denominação existem há muito mais tempo. Também conhecida no Brasil como computação nas nuvens ou computação em nuvem, a cloud computing se refere, essencialmente, à noção de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em computadores locais.

Mas o que exatamente isso quer dizer? Por que o conceito é tão importante nos dias de hoje? Quais os seus benefícios? Há riscos associados? Com linguagem simples e abordagem introdutória, este texto responde essas e outras perguntas relacionadas.

Entendendo a cloud computing (computação nas nuvens)

Estamos habituados a armazenar arquivos e dados dos mais variados tipos e a utilizar aplicações de maneira on premise, isto é, instaladas em nossos próprios computadores ou dispositivos. Em ambientes corporativos, esse cenário muda um pouco: é relativamente comum empresas utilizarem aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado.

A principal vantagem do on premise está no fato de ser possível, pelo menos na maioria das vezes, utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede local. Em outras palavras, é possível usar esses recursos de maneira off-line.

Por outro lado, no modelo on premise, todos os dados gerados ficam restritos a um único equipamento, exceto quando há compartilhamento em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Mesmo no ambiente corporativo, essa prática pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de determinado software para cada computador, por exemplo.

A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e rápido. Esse cenário cria a condição perfeita para a popularização da cloud computing, pois faz com que o conceito se dissemine no mundo todo.

Com a cloud computing, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Esse conteúdo passa a ficar disponível nas nuvens, isto é, na internet.

Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nenhum desses aspectos, apenas em acessar e utilizar.

Nuvens representam uma abstração de recursos computacionais na internet
Nuvens representam uma abstração de recursos computacionais na internet – Imagem por OpenClipart

Um exemplo prático dessa nova realidade é o Office Online, da Microsoft, serviço que dá acesso a recursos básicos de edição de textos, apresentações de slides, entre outras funcionalidades, de maneira completamente on-line. Tudo o que o usuário precisa fazer é criar uma conta e utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.

Algumas características da cloud computing

Tal como já informado, uma das vantagens da cloud computing é o acesso a aplicações a partir da internet, sem que estas estejam instaladas em computadores ou dispositivos específicos. Mas, há outros benefícios significativos:

– Na maioria dos casos, o usuário pode acessar as aplicações independente do seu sistema operacional ou do equipamento usado;

– O usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação – hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros;

– Compartilhamento de informações e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, pois todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a nuvem;

– Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade: se um servidor parar de funcionar, por exemplo, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;

– O usuário pode contar com melhor controle de gastos. Muitas aplicações em cloud computing são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o faz em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. Não é necessário, portanto, pagar por uma licença integral de uso, tal como é feito no modelo tradicional de fornecimento de software;

– Dependendo da aplicação, o usuário pode precisar instalar um programa cliente em seu computador ou dispositivo móvel. Mas, nesses casos, todo ou a maior parte do processamento (e até mesmo do armazenamento de dados) fica por conta das “nuvens”.

Note que, independente da aplicação, com a cloud computing o usuário não necessita conhecer toda a estrutura que há por trás, ou seja, ele não precisa saber quantos servidores executam determinada ferramenta, quais as configurações de hardware utilizadas, como o escalonamento é feito, onde está a localização física do data center, enfim. O que importa é saber que a aplicação está disponível nas nuvens.

Software as a Service (SaaS)

Intimamente ligado à cloud computing está o conceito de Software as a Service (SaaS) ou, em bom português, Software como Serviço. Em sua essência, trata-se de uma forma de trabalho em que o software é oferecido como serviço, assim, o usuário não precisa adquirir licenças de uso para instalação ou mesmo comprar computadores ou servidores para executá-lo. Nessa modalidade, no máximo, paga-se um valor periódico – como se fosse uma assinatura – somente pelos recursos utilizados e/ou pelo tempo de uso.

Para entender melhor os benefícios do SaaS, suponha que uma empresa que tem 20 funcionários necessita de um software para gerar folha de pagamento. Há várias soluções prontas para isso no mercado, no entanto, a empresa terá que comprar licenças de uso do software escolhido e, dependendo do caso, até mesmo hardware para executá-lo. Muitas vezes, o preço da licença ou mesmo dos equipamentos pode resultar em custo alto e não compatível com a condição de porte pequeno da empresa.

Cloud computing - computação nas nuvensSe, por outro lado, a companhia encontrar um fornecedor de software para folha de pagamento que trabalha com o modelo SaaS, a situação pode ficar mais fácil: essa empresa poderá, por exemplo, oferecer esse serviço por meio de cloud computing e cobrar apenas pelo número de funcionários e/ou pelo tempo de uso. Com isso, o contratante paga um valor baixo pelo uso da aplicação. Além disso, hardware, instalação, atualização, manutenção, entre outros, são tarefas que ficam por conta do fornecedor.

Também é importante levar em conta que o intervalo entre a contratação do serviço e o início de sua utilização é extremamente baixo, o que não aconteceria se o software tivesse que ser instalado nos computadores do cliente – este só precisa se preocupar com o acesso ao serviço (no caso, uma conexão à internet) ou, se necessário, com a simples instalação de algum recurso mínimo, como um plugin no navegador de internet de suas máquinas.

Oracle e HP são dois exemplos de companhias que oferecerem soluções em SaaS: HP SaaS; Oracle SaaS.

PaaS, DaaS, IaaS e TaaS

No mercado também há conceitos derivados do SaaS que são utilizados por algumas companhias para diferenciar os seus serviços. São eles:

– Platform as a Service (PaaS): Plataforma como Serviço. Trata-se de um tipo de solução mais amplo para determinadas aplicações, incluindo todos (ou quase todos) os recursos necessários à operação, como armazenamento, banco de dados, escalabilidade (aumento automático da capacidade de armazenamento ou processamento), suporte a linguagens de programação, segurança e assim por diante;

– Database as a Service (DaaS): Banco de Dados como Serviço. O nome já deixa claro que essa modalidade é direcionada ao fornecimento de serviços para armazenamento e acesso de volumes de dados. A vantagem aqui é que o detentor da aplicação conta com maior flexibilidade para expandir o banco de dados, compartilhar as informações com outros sistemas, facilitar o acesso remoto por usuários autorizados, entre outros;

– Infrastructure as a Service (IaaS): Infraestrutura como Serviço. Parecido com o conceito de PaaS, mas aqui o foco é a estrutura de hardware ou de máquinas virtuais, com o usuário tendo inclusive acesso a recursos do sistema operacional;

– Testing as a Service (TaaS): Ensaio como Serviço. Oferece um ambiente apropriado para que o usuário possa testar aplicações e sistemas de maneira remota, simulando o comportamento destes em nível de execução.

Exemplos de aplicações em cloud computing

Os termos cloud computing e computação nas nuvens são relativamente recentes, como você já sabe, mas se analisarmos bem, veremos que a ideia não é, necessariamente, nova. Serviços de e-mail, como Gmail e Yahoo! Mail; “discos virtuais” na internet, como Dropbox ou OneDrive; sites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou vídeos, como Flickr e YouTube. Todos são exemplos de recursos que, de certa forma, estão dentro do conceito de computação nas nuvens.

Note que todos os serviços mencionados não são executados no computador do usuário, mas este pode acessá-los de qualquer lugar, muitas vezes sem pagar licenças de software. No máximo, paga-se um valor periódico pelo uso do serviço ou pela contratação de recursos adicionais, como maior capacidade de armazenamento de dados, por exemplo.

Abaixo há uma breve lista de serviços que incorporam claramente o conceito de cloud computing:

Google Apps: este é um pacote de serviços que o Google oferece que conta com aplicativos de edição de texto, planilhas e apresentações, ferramenta de agenda, comunicador instantâneo integrado, e-mail com o domínio próprio (por exemplo, contato@infowester.com), entre outros. Todos os recursos são processados pelo Google. O cliente precisa apenas criar as contas dos usuários e efetuar algumas configurações. O Google Apps oferece pacotes pagos cujos valores variam de acordo com o número de usuários;

Amazon: a Amazon é um dos maiores serviços de comércio eletrônico do mundo. Para suportar o volume de vendas no período de Natal, a empresa montou uma gigantesca estrutura de processamento e armazenamento de dados que acabava ficando ociosa na maior parte do ano. Foi a partir daí que a companhia teve a ideia de “alugar” esses recursos, iniciativa que resultou em serviços como Simple Storage Solution (S3) para armazenamento de dados e Elastic Compute Cloud(EC2) para uso de máquinas virtuais;

Netflix: serviço que dá acesso a filmes, seriados e documentários a partir de um pequeno valor por mês. Não é necessário efetuar download das produções, tudo é feito por streaming. Além disso, o usuário pode assistir cada item do acervo quantas vezes quiser e, caso interrompa a reprodução do vídeo, pode continuar mais tarde de onde parou;

Aprex: brasileiro, o Aprex oferece um conjunto de ferramentas para uso profissional, como calendário, gerenciador de contatos, lista de tarefas, armazenamento de arquivos, blog, serviço de e-mail marketing, apresentações, entre outros. Tudo é feito pela Web e, no caso de empresas, é possível até mesmo inserir logotipo e alterar o padrão de cores das páginas;

Evernote: serviço para criação e armazenamento de notas e informações variadas que funciona como um abrangente banco de dados. Inclui ferramentas para compartilhamento, edição, organização e localização de dados. Há opções de contas gratuitas e pagas.

Evernote no Android - Imagem: divulgação
Evernote no Android – Imagem: divulgação

Nuvem privada (private cloud)

Até agora, tratamos a computação nas nuvens como um sistema composto de duas partes: o provedor da solução e o utilizador, que pode ser uma pessoa, uma empresa ou qualquer outra organização. Podemos entender esse contexto como um esquema de nuvem pública. No entanto, especialmente no que diz respeito ao segmento corporativo, é possível também o uso do que se conhece como nuvem privada.

Do ponto de vista do usuário, a nuvem privada (private cloud) oferece praticamente os mesmos benefícios da nuvem pública. A diferença está, essencialmente, nos “bastidores”: os equipamentos e sistemas utilizados para constituir a nuvem ficam dentro da infraestrutura da própria corporação.

Em outras palavras, a empresa faz uso de uma nuvem particular, construída e mantida dentro de seus domínios. Mas o conceito vai mais além: a nuvem privada também considera a cultura corporativa, de forma que políticas, objetivos e outros aspectos inerentes às atividades da companhia sejam respeitados.

A necessidade de segurança e privacidade é um dos motivos que levam uma organização a adotar uma nuvem privada. Em serviços de terceiros, cláusulas contratuais e sistemas de proteção são os recursos oferecidos para evitar acesso não autorizado ou compartilhamento indevido de dados. Mesmo assim, uma empresa pode ter dados críticos por demais para permitir que outra companhia responda pela proteção e disponibilização de suas informações. Ou, então, a proteção oferecida pode simplesmente não ser suficiente. Em situações como essas é que o uso de uma nuvem privada se mostra adequado.

Uma nuvem privada também pode oferecer a vantagem de ser “moldada” com precisão às necessidades da companhia, especialmente em relação a empresas de grande porte. Isso porque o acesso à nuvem pode ser melhor controlado, assim como a disponibilização de recursos pode ser direcionada de maneira mais eficiente, aspecto capaz de impactar positivamente a rotina corporativa.

Empresas como Microsoft, IBM e HP oferecem soluções para nuvens privadas. As organizações interessadas devem, todavia, contar com profissionais ou mesmo consultoria especializada na criação e manutenção da nuvem, afinal, uma implementação mal executada pode interferir negativamente no negócio.

Os custos de equipamentos, sistemas e profissionais da nuvem privada poderão ser elevados no início. Por outro lado, os benefícios obtidos a médio e longo prazo, como ampla disponibilidade, agilidade de processos e os já mencionados aspectos de segurança compensarão os gastos, especialmente se a implementação for otimizada com virtualização, padronização de serviços e afins.

Nuvem híbrida (hybrid cloud)

Para a flexibilização de operações e até mesmo para maior controle sobre os custos, as organizações podem optar também pela adoção de nuvens híbridas. Nelas, determinadas aplicações são direcionadas às nuvens públicas, enquanto outras, normalmente mais críticas, permanecem sob responsabilidade de sua nuvem privada. Pode haver também recursos que funcionam em sistemas locais (on premise), complementando o que está nas nuvens.

Perceba que nuvens públicas e privadas não são modelos incompatíveis entre si. Não é preciso abrir mão de um tipo para usufruir do outro. Pode-se aproveitar o “melhor dos dois mundos”, razão pela qual as nuvens híbridas (hybrid cloud) são uma tendência muito forte nas corporações.

A implementação de uma nuvem híbrida pode ser feita tanto para atender a uma demanda contínua quanto para dar conta de uma necessidade temporária. Por exemplo, uma instituição financeira pode integrar à sua nuvem privada um serviço público capaz de atender a uma nova exigência tributária. Ou então, uma rede de lojas pode adotar uma solução híbrida por um curto período para atender ao aumento das vendas em uma época festiva.

É claro que a eficácia de uma nuvem híbrida depende da qualidade da sua implementação. É necessário considerar aspectos de segurança, monitoramento, comunicação, treinamento, entre outros.

Esse planejamento é importante para avaliar inclusive se a solução híbrida vale a pena. Quando o tempo necessário para a implementação é muito grande ou quando há grandes volumes de dados a serem transferidos para os recursos públicos, por exemplo, seu uso pode não ser viável.

Cuidados para evitar problemas

Há uma quantidade imensa de serviços nas nuvens. No meio corporativo, há opções que atendem de pequenas empresas a companhias que figuram entre as mais valiosas do mundo. Tamanha diversidade exige cuidados para evitar que as vantagens se transformem em prejuízo ou desperdício de recursos.

Uma dessas medidas é a avaliação precisa de necessidades, do contrário, uma organização pode contratar serviços cuja capacidade está acima do necessário, gerando custos indevidos.

Outra é a desativação de recursos contratados no tempo certo. Se uma empresa utiliza serviços que cobram por hora, por exemplo, é importante desativar a ferramenta durante períodos em que não há demanda (como em feriados).

Nesse sentido, se uma companhia possui uma nuvem privada, precisa monitorar o consumo de recursos para identificar as situações em que a capacidade da estrutura pode ser diminuída. Se o não fizer, haverá equipamentos consumindo recursos como energia e largura de banda desnecessariamente.

A contratação de serviços também deve ser bem analisada. Nem sempre a solução mais barata é a melhor. Se os usuários necessitarem de um longo tempo de treinamento ou o serviço exigir migração para um plano de acesso à internet com mais capacidade, por exemplo, os custos adicionais podem acabar extrapolando o orçamento.

Esses são apenas alguns dos cuidados necessários. Dependendo do que se espera do modelo de cloud computing, outras medidas podem ser mandatórias. Em alguns casos, pode ser conveniente até mesmo a contratação de uma empresa especializada para assessorar a escolha e a implementação de uma solução.

Um pouco sobre a história da cloud computing

Computação nas nuvens não é um conceito claramente definido. Não estamos tratando de uma tecnologia pronta que saiu dos laboratórios pelas mãos de um grupo de pesquisadores e posteriormente foi disponibilizada no mercado. Essa característica faz com que seja difícil identificar com precisão a sua origem. Mas há alguns indícios bastante interessantes.

Um deles remete ao trabalho desenvolvido por John McCarthy. Falecido em outubro de 2011, o pesquisador foi um dos principais nomes por trás da criação do que conhecemos como inteligência artificial, com destaque para a linguagem Lisp, até hoje aplicada em projetos que utilizam tal conceito.

John McCarthy - Imagem por Wikipedia
John McCarthy – Imagem por Wikipedia

Além desse trabalho, John McCarthy tratou de uma ideia bastante importante no início da década de 1960: computação por tempo compartilhado (time sharing), onde um computador pode ser utilizado simultaneamente por dois ou mais usuários para a realização de determinadas tarefas, aproveitando especialmente o intervalo de tempo ocioso entre cada processo.

Perceba que, dessa forma, é possível aproveitar melhor o computador (na época, um dispositivo muito caro) e diminuir gastos, pois o usuário paga somente pelo tempo de uso do equipamento, por exemplo. É, de certa forma, uma ideia presente na computação nas nuvens.

Quase que na mesma época, o físico Joseph Carl Robnett Licklider entrou para a história ao ser um dos pioneiros da internet. Isso porque, ao fazer parte da ARPA (Advanced Research Projects Agency), lidou com a tarefa de encontrar outras utilidades para o computador que não fosse apenas a de ser uma “poderosa calculadora”.

Nessa missão, Licklider acabou sendo um dos primeiros a entender que os computadores poderiam ser usados de maneira conectada, de forma a permitir comunicação de maneira global e, consequentemente, o compartilhamento de dados. Seu trabalho foi determinante para a criação daIntergalactic Computer Network, que posteriormente deu origem à ARPANET, que por sua vez “abriu as portas” para a internet.

Embora possamos associar várias tecnologias, conceitos e pesquisadores ao assunto, ao juntarmos os trabalhos de John McCarthy e J.C.R. Licklider podemos ter uma grande ajuda na tarefa de compreender a origem e a evolução da cloud computing.

Por que uma nuvem?

Ao consultar livros de redes, telecomunicações e afins, repare bem: é provável que você encontre desenhos de nuvens usados para fins de abstração. Nesse sentido, a ilustração representa uma rede de algum tipo cuja estrutura não precisa ser conhecida, pelo menos não naquele momento.

Se a intenção em determinado capítulo é explicar como funciona uma tecnologia de comunicação que interliga duas redes de computadores, por exemplo, não é necessário detalhar as características de cada uma delas. Assim, o autor pode utilizar uma nuvem – a abstração – para indicar que há redes ali.

A computação nas nuvens simplesmente absorveu essa ideia, até porque o desenho de uma nuvem, no mesmo contexto de abstração, passou também a representar a internet.

Finalizando

Qualquer tentativa de definir o que é cloud computing pode não ser 100% precisa. As ideias por trás da noção de computação nas nuvens são muito novas e as opiniões de especialistas em computação ainda divergem. Mas a noção básica é a que foi exposta no texto.

É claro que ainda há muito trabalho a ser feito. Por exemplo, a simples ideia de determinadas informações ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de serviço), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, preocupam pessoas e, principalmente, empresas, razão qual esse aspecto precisa ser melhor estudado.

De qualquer forma, a cloud computing é um caminho sem volta. A constante ampliação dos serviços de acesso à internet e o advento dos dispositivos móveis (smartphones, tablets, smartwatches e semelhantes) abrem cada vez mais espaço para as aplicações nas nuvens – um conceito depende do outro para gerar valor a usuários e organizações.

Saiba mais nos materiais que serviram de referência para este texto:

Escrito por – Escrito em 23_12_2008 – Atualizado em 04_03_2015

Plataforma Google Cloud

Olá Pessoal

Tive o prazer de ter o acesso a plataforma de Cloud do Google.

A impressão que tive foi das melhores, pois tive acesso as grandes de Mercado, Softlayer, Amazon e Azure.

A performance então maravilhosa.

Como sempre o Google é simplista e minimalista em todos os sentidos.

Imagine a plataforma do Gmail mas com as funções de SAAS, PAAS e DAAS.

Tudo “tropicalizado” de forma muito simples e intuitiva.

Tudo muito detalhado, bem feito, minimalista, feito para usuários que não sabem de informática, ao menos o que vi.

Veja acima que você já tem o acesso bem simples e detalhado da Dashboard e um resumo geral da ferramenta.

Menu bem simples tudo bem dividido

No menu de APIs a visão que um desenvolvedor tem é de êxtase, por que é tudo muito bem dividido, claro que com várias APIs que foram desenvolvidas ao longo do tempo e APIS externas.

Credenciais de acesso do Google e credenciais externas compatíveis com players de mercado.

Talvez a parte que seja mais animal de montar seria as maquinas virtuais. Neste caso montamos uma máquina com Hospedagem WordPress, veja na imagem, tudo muito fácil e intuitivo sem delongas.

E mais ainda, para cessar a máquina via SSH é só clicar no SSH ele encapsula o acesso via browser sem precisar de nada para acessar a máquina. Achei genial.

O que mais me impressionou é a variedade de maquinas que podemos montar. Nós escolhemos uma máquina com 16 processadores, 122 GB de memória e 1tb de HD SSD. Nos outros players de mercado não vi tal facilidade de escolher uma máquina assim.

A variedade de Aplicações que rodam na plataforma é enorme.

Já tem serviços de DNS incluídos como Amazon.

Variedades de Aplicativos já prontos para serem provisionados.

A Bitnami tem uma parceria com a Google que tem uma variedade de aplicações que não tem fim, para todos os Gostos e bolsos com preços irrisórios para serem escolhidos e provisionados na plataforma.

Eu acredito que seja o fim de ter hardware em empresas e até em casa para desenvolver uma plataforma.

Você quer testar uma nova plataforma e não a conhece, acesse o Google Cloud e teste, ou deixe em produção. Não quer mais, pague o tempo que usou e diz para todos que testou aquela bela ferramenta que estão falando no mercado.

Sem sombra de dúvida eu testei e uso em produção o Amazon, testei e uso o Azure atualmente, mas em questão de performance, de interface, de criação e facilidade e performance web, e performance de máquina virtual o Google Cloud é muito rápido.

Para acesso va em http://cloud.google.com e o site do Binami é https://google.bitnami.com .

Espero que gostem da matéria.

Introdução ao Openstack

Pessoal

Estarei postando sobre o Openstack.

Ferramenta que houve uma adoção gigantesca na minha opinião e um grande apoio à na comunidade Opensource.

Empresas como HP, IBM, Redhat e até a Vmware estão apoiando.

A Globo trocou a ferramenta VMWARE para Openstack em sua plataforma de vídeos.

Veja o Link do time de DEV da Globo http://dev.globo.com/post/42382440327/openstack-in-a-nutshell#.VSrtvyjF-cE

Recentemente a empresa Paypal trocou a plataforma para Openstack.

Veja 2 links que mostram sobre.

http://www.forbes.com/sites/reuvencohen/2013/03/26/paypal-to-drop-vmware-from-80000-servers-and-replace-it-with-openstack/

https://thiagoviola.wordpress.com/2015/04/11/paypal-troca-vmware-por-open-stack-caso-de-uso/

Abaixo tem um primeiro passo que é conhecer o conceito do Openstack

Eu procuro falar da ferramenta e conhecê-la para dar uma opinião precisa sobre.

Fiquei muito contente que é uma ferramenta que não deixa nada a desejar para ferramentas de adoção Hibrida, ou até criar sua própria nuvem.

Quem conhece linux tem ligeira vantagem no conhecimento da ferramenta.

Para os mais novatos a empolgação em conhecer atropela a história e o conceito e acaba não tendo promoção por só executar e não analisar ambientes.

Não sou “xiita” e defendo boas ferramentas tanto da parte linux quanto da parte Windows ou outras.

Introdução ao OpenStack

O projeto OpenStack é uma fonte plataforma de computação em nuvem aberta para nuvens privadas, públicas e híbridas, que é simples de implementar, altamente escalável, e rico em recursos. OpenStack fornece uma infra-estrutura como uma solução de serviço (IaaS), através de um conjunto de serviços inter-relacionados.

OpenStack foi iniciado em 2010 como uma joint venture entre a Rackspace Hosting eo Aeronautics and Space Administration (NASA). Hoje, mais de 200 empresas aderiram ao projeto, incluindo AMD, Canonical, Cisco, Dell, EMC, Ericsson, grupo Bull, HP, IBM, InkTank, Intel, NEC, Red Hat, SUSE Linux, VMware e Yahoo!

O projeto passou a ser administrado pela Fundação OpenStack, uma entidade corporativa sem fins lucrativos criada em setembro de 2012 para promover o software OpenStack e sua comunidade. A comunidade colabora em torno de seis meses, ciclo de lançamento com base no tempo com marcos de desenvolvimento frequentes.

OpenStack Releases:


O que se segue é um diagrama de arquitetura conceitual que mostra as relações entre os serviços OpenStack:


Visão Geral dos Serviços OpenStack

Keystone

A identidade de serviço OpenStack (Keystone) fornece autorização e autenticação para usuários e também administra catálogos de serviços. É equivalente a AWS Identity and Access Management (IAM).

Glance

O Serviço de OpenStack Armazenamento de imagens (Glance) armazena e gerencia imagens de máquinas virtuais em diferentes formatos.Estas imagens são usadas por serviço de computação em instâncias de prestação. É comparável a AWS AMI (Amazon Machine Image).

Cinder

The Block Storage Service OpenStack (Cinder) fornece armazenamento bloco persistente para máquinas virtuais convidadas para armazenamento expandido, melhor desempenho e integração com plataformas de armazenamento corporativo. É semelhante a AWS EBS (Elastic Block Storage).

Nêutron

O Serviço de Rede OpenStack (Neutron) permite que dispositivos de interface de conectividade de rede gerenciados pelo Compute. Ele permite aos usuários criar e anexar interfaces para as redes. Corresponde a AWS Networking.

Nova

O Compute Serviço OpenStack (Nova) Disposições instâncias sobre a demanda do usuário. Ele suporta a maioria das tecnologias de virtualização. É análogo ao EC2 da Amazon ambiente (Elastic Compute Cloud).

Swift

O Objeto OpenStack Storage Service (Swift) fornece um custo efetivo, scale-out, plataforma redundante, escalável e totalmente distribuído API acessível de armazenamento que pode ser integrado diretamente em aplicativos ou utilizados para backup, arquivamento e retenção de dados. É equivalente a S3 da Amazon.

Ceilometer

A / Monitoring Service OpenStack Metering (Tetômetro) monitores e metros a nuvem OpenStack para o faturamento, benchmarking, escalabilidade e coleta de estatísticas. É comparável a AWS CloudWatch.

Heat

A Orquestração de Serviços OpenStack (Heat) é um mecanismo orientado por modelo que permite infraestrutura automatizada a implantação, tanto através de uma API REST OpenStack-nativel e uma consulta API CloudFormation compatível. É semelhante a AWS CloudFormation.

Comparação de Serviços OpenStack com os serviços da AWS

Este é um post com introdução e a instalação para pequenos ambientes ou ambientes com servidores com Storages.

Quem não tem verba para adoção de Vmware certamente vai direto para esta ferramenta que é fascinante.

Por isso treine seus colaboradores a aprenderem linux.

Não tenha medo e use.

Próximo post será instalação de um nó com mão na massa.

Até mais

Criando um banco de dados SQL no Azure (AZURE SQL SERVER)

Abaixo um passo a passo para criação de um banco de dados como SAAS no AZURE.

A Interface do Azure como todos sabem é muito intuitiva e didática.

Entre no Menu Banco de dados SQL e depois clique em “Crie um banco de dados SQL”

Como estamos com conceito de provisionamento, ele muda bastante em relação a instalações tradicionais, veja acima que estamos projetando como iremos deixar o SQL Server no padrão para o uso.
Você cria o nome da instancia, a assinatura já abramnge o provisionamento do banco de dados, no caso a assinatura é EA (Enterprise) feito para grandes empresas, Importante a camada de serviços e o que você vai usar no SQL server.

Se for um site simples com poucas consultas ou site institucional você escolherá basic, se tiver um certo numero de acessos e consultas o Basic, ou se tiver muito trafego, trouput e consultas aconselho a usar o premium.

Abaixo o nível de desempenho segue o mesmo padrão e convido a fazer uma leitura sobre DTUS que foi a nomenclatura utilizada para medir os níveis de performece do banco, pois estamos falando de SAAS e PAAS e é importante esta escolha. Se você quer um banco performático escolha a DTU correta para seu tipo de negócio.

Veja este link e leia para entender o processo pois você pode estar reclamando que o Azure ou outro serviço de nuvem não presta https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/azure/dn741336.aspx.

Lembrando que ao escolher plataforma de Nuvem 70% é planejamento e 30% é execução.

OBS: O Azure para melhorar a performance você escolhe agrupamento de servidores para os mesmos ficarem na mesma região física de acesso.

Isso melhora mais ainda a performance

Feito as configurações vamos para o próximo passo.

Instancia criada vamos para as configurações de usuário e senha.

Feito os procedimento clique em gerenciar ele abrirá a tela para configurações de usuário e senha.

Usuário e senha escolhidos e vamos para o próximo passo.

Feito o acesso você já tem acesso a base e pode criar outras instancia dentro da mesma base igual ao conceito do SQL Server Onpremisses.

O Sql Server Azure tem mais um menu para lhe mostrar como funciona para você se familiarizar mais rápido e poder usar todo o conceito utilizado no Azure.

No menu de administração tem algums informações relevante para o acesso a base via interernet e criações de mais instancias.

Aqui liberações para acesso somente de uma localidade

Aporta de acesso é a mesma do conceito de SQL Server, 1433

Outro ponto importante é fazer backup da base dentro do próprio Azure. O backup ele faz geograficamente redundante, para outros pais.

Agora é só se conectar na base com sua aplicação e utilizar a performance do SQl Server Azure.

EMC LENOVO Storage Small Businness

Passo a passo para ativação Storage Small Businness Lenovo px4-300d

Olá pessoal

Tive o prazer de realizar uma implantação de um Storage de pequeno porte com Tecnologia EMC, uma das melhores tecnologias de armazenamento.

O Storage de 8TB (Oito terabytes) pode lhe atender para serviços de pequenas e médias empresas.

Nesta implantação foi focada em Backup.

Dei ênfase em recursos de backup pois a empresa já tinha os recursos de Infraestrutura com Windows Server 2012.

A interface como você pode ver é bem simples e intuitiva e já tem um Wizard para facilitar a implantação.

No passo a passo criei o nome do servidor, mas os recursos são interessantes para quem quer utiliza-lo com Windows como mencionado acima, com Linux ou outros recursos como iSCSI, NIS/NFS, FTP e até recursos de Nuvem como AMAZON.

Pode ser utilizado na sua casa como Media Center ou no escritório para serviços de compartilhamento SAMBA ou com Active Directory.

Interface intuitiva como pode ver acima para vários recursos e muito fáceis de utilizar para quem já tem conceitos de redes e protocolos.

Como menciona anteriormente ele tem um fácil modo de configuração com um tur guiado para a implantação.

Após o tur você imediatamente pode iniciar as configurações de compartilhamentos e uso de cliente proprietários.

Fácil monitoramento e com aviso via e-mail. Ligação em sua própria Cloud com outro equipamento com replicação online.

Recurso online para arquivos via WEBDAV.

Administração de usuários com segurança com recurso local ou através de Single SIGN ON, Active Directory.

Tela de configuração do Active directory, Join com um ou mais domínios.

Ligação de backup direta com a ferramenta de backup da EMC Avamar líder de mercado.

Varios recursos como mencionei com AMAZON S3, ligação com HDS externos, recursos de backup locais e remotos.

Monte seu próprio Cloud com um ou mais equipamentos EMC para replicação online e backup-off-site. Ligação com IOS, ANDROID e Windows Phone.

Configuração fácil de rede.

Enfim, uma bela ferramenta para uso em pequenas e médias empresas.

Monte sua própria CLOUD, monte seu volume iSCSI e outros excelentes recursos.

Minha recomendação é que se você não tem um grande investimento, eu indico este equipamento de Storage excelente para quem está começando e não quer gastar direto com Cloud e quer montar a sua própria NUVEM.

Espero que gostem deste POST.

SendGrid Ferramenta muito boa para envio de email em massa na Nuvem Azure

Como enviar emails usando o SendGrid com o Azure

Pessoal este procedimento é valido pois no Azure ainda não estão adotando serviços de relay com Exchange Server 2013 pois entra em concorrência com o Office 365.

Eu desenhei várias soluções de office 365 e Exchange 2013 e realmente no Azure é possível adotar solução pronta para envio de email em massa.

Recomendo esta solução e testei este ambiente.

Licença valida para clientes que adoratam as licenças do Azure direto na internet.

OBS: Quem contratou Licenças Enterprise aqui no Brasil com parceiros não é possível utilizar, somente em outra tenant do Azure.

Este guia demonstra como executar tarefas comuns de programação com o serviço de email SendGrid no Windows Azure. Os exemplos são escritos em código C# e utilizam a API .NET. Os cenários abordados incluem a construção de emailenvio de emailadição de anexos e o uso de filtros. Para obter mais informações sobre o SendGrid e o envio de emails, consulte a seção Próximas etapas.

Sumário

O que é o serviço de email SendGrid?
Criar uma conta do SendGrid
Referência à biblioteca de classes do .NET do SendGrid
Como: Criar um email
Como: Enviar um email
Como: Adicionar um anexo

 

O que é o serviço de email SendGrid?

O SendGrid é um serviço de e-mail baseado em nuvem que oferece entrega de e-mail transacional, escalabilidade e análise em tempo real confiáveis com APIsflexíveis que facilitam a integração personalizada. Os cenários comuns de uso do SendGrid incluem:

  • Envio automático de recibos para os clientes.
  • Administração de listas de distribuição para envio mensal de panfletos eletrônicos e ofertas especiais aos clientes.
  • Coleta de métricas em tempo real para, por exemplo, email bloqueado e capacidade de resposta do cliente.
  • Geração de relatórios para ajudar a identificar as tendências.
  • Encaminhamento de consultas dos clientes.
  • Processamento de emails de entrada.

    Para obter mais informações, consulte https://sendgrid.com.

    Criar uma conta do SendGrid

    Os clientes do Azure podem desbloquear 25.000 emails livres por mês. Esses 25.000 e-mails mensais gratuitos lhe darão acesso a uma emissão avançada de relatórios e análises e a todas as APIs (Web, SMTP, Evento, Análise, Subsistema de usuário). Para obter informações sobre os serviços adicionais fornecidos por SendGrid, consulte a página Recursos do SendGrid.

    Para se inscrever em uma conta do SendGrid

  1. Faça logon no Portal de Gerenciamento do Azure.
  2. No painel inferior do portal de gerenciamento, clique em Novo.


  3. Clique em Marketplace.


  4. Na caixa de diálogo Escolher um aplicativo e serviço, selecione SendGrid e clique na seta à direita.
  5. Na caixa de diálogo Personalizar aplicativo e serviço, selecione o plano do SendGrid no qual você deseja se inscrever.
  6. Digite um nome para identificar o serviço de SendGrid nas suas configurações do Azure ou use o valor padrão deSendGridEmailDelivery.Simplified.SMTPWebAPI. Os nomes devem ter entre 1 e 100 caracteres e conter somente caracteres alfanuméricos, traços, pontos e caracteres de sublinhado. O nome deve ser exclusivo na sua lista de itens inscritos da Azure Store.


  7. Escolha um valor para a região; por exemplo, oeste dos Estados Unidos.
  8. Clique na seta à direita.
  9. Na guia Revisar Compra, revise o plano e as informações sobre preços, bem como os termos legais. Se você concordar com os termos, clique na marca de seleção. Depois que clicar na marca de seleção, sua conta do SendGrid iniciará o processo de provisionamento do SendGrid.


  10. Depois de confirmar sua compra, você será redirecionado para o painel de complementos e verá a mensagem Compra de SendGrid.


    Sua conta do SendGrid será provisionada imediatamente e você verá a mensagem SendGrid de complemento adquirido com êxito. Sua conta e as credenciais serão criadas agora. Você está pronto para enviar emails neste ponto.

    Para modificar o plano de assinatura ou consultar as configurações de contato do SendGrid, clique no nome do serviço do SendGrid para abrir o painel SendGrid Marketplace.


    Para enviar um email usando o SendGrid, você deve fornecer suas credenciais de conta (nome de usuário e senha).

    Para localizar suas credenciais do SendGrid

  11. Clique em Informações de Conexão.


  12. Na caixa de diálogo Connection info, copie a Senha e o Nome de usuário para usar neste tutorial posteriormente.


    Para definir suas configurações de entrega de email, clique no botão Gerenciar. Isso abrirá a interface da Web do Sendgrid.com, onde você poderá fazer logon e abrir o Painel de Controle do SendGrid.


    Para obter mais informações sobre como começar com o SendGrid, consulte Começar com o SendGrid.

    Referência à biblioteca de classes do .NET do SendGrid

    pacote NuGet do SendGrid é a maneira mais fácil de obter a API do SendGrid e para configurar seu aplicativo com todas as dependências. O NuGet é uma extensão do Visual Studio incluído com o Microsoft Visual Studio 2012 que facilita a instalação e a atualização de bibliotecas e ferramentas.

    OBSERVAÇÃO

    Para instalar o NuGet se você estiver executando uma versão do Visual Studio anterior ao Visual Studio 2012, visite http://www.nuget.orge clique em Instalar NuGet .

    Para instalar o pacote NuGet do SendGrid no seu aplicativo, faça o seguinte:

  13. No Gerenciador de Soluções, clique com o botão direito em Referências e, em seguida, clique em Gerenciar Pacotes NuGet.
  14. No painel esquerdo da caixa de diálogo Gerenciar Pacotes NuGet, clique em Online.
  15. Procure SendGrid e selecione o item SendGrid na lista de resultados (a versão atual é 5.0.0).


  16. Clique em Instalar para concluir a instalação e, em seguida, feche essa caixa de diálogo.

    A biblioteca de classes do .NET do SendGrid é denominada SendGridMail. Ela contém os seguintes namespaces:

  • SendGridMail para criar e trabalhar com itens de email.
  • SendGridMail.Transport para enviar email usando o protocolo SMTP ou o protocolo HTTP 1.1 com Web/REST.

    Adicione as declarações de namespace de código a seguir à parte superior de qualquer arquivo em que queira acessar o serviço de email SendGrid de forma programada. System.NET e System.Net.Mail são namespaces do .NET Framework que estão incluídos porque eles incluem tipos que você normalmente usará com as API do SendGrid.

    using
    System;

    using
    System.Net;

    using
    System.Net.Mail;

    using
    SendGrid;

    Como: Criar um email

    Use o método SendGrid.GetInstance estático para criar uma mensagem de email do tipo SendGrid. Quando a mensagem for criada, você poderá usar as propriedades e os métodos do SendGrid para definir valores incluindo o remetente do email, o destinatário do email e o assunto e o corpo do email.

    O exemplo a seguir demonstra como criar um objeto de email totalmente preenchido:

    // Create the email object first, then add the properties.

    var myMessage = new
    SendGridMessage();

    // Add the message properties.

    myMessage.From = new
    MailAddress(“john@example.com”);

    // Add multiple addresses to the To field.

    List<String> recipients = new
    List<String>

    {

    @“Jeff Smith <jeff@example.com>”,

    @“Anna Lidman <anna@example.com>”,

    @“Peter Saddow <peter@example.com>”

    };

    myMessage.AddTo(recipients);

    myMessage.Subject = “Testing the SendGrid Library”;

    //Add the HTML and Text bodies

    myMessage.Html =

    Hello World!

    ;

    myMessage.Text = “Hello World plain text!”;

    Para obter mais informações sobre todas as propriedades e métodos com suporte do tipoSendGrid, consulte sendgrid-csharp no GitHub.

    Como: Enviar um email

    Após criar uma mensagem de email, você poderá enviá-la usando a API da Web fornecida pelo SendGrid. Alternativamente, você pode usar a compilação do .NET na biblioteca.

    O envio de email requer que você forneça suas credenciais de conta do SendGrid (nome de usuário e senha). O código a seguir demonstra como encapsular suas credenciais em um objeto NetworkCredential:

    // Create network credentials to access your SendGrid account

    var username = “your_sendgrid_username”;

    var pswd = “your_sendgrid_password”;

    /* Alternatively, you may store these credentials via your Azure portal

    by clicking CONFIGURE and adding the key/value pairs under “app settings”.

    Then, you may access them as follows:

    var username = System.Environment.GetEnvironmentVariable(“SENDGRID_USER”);

    var pswd = System.Environment.GetEnvironmentVariable(“SENDGRID_PASS”);

    assuming you named your keys SENDGRID_USER and SENDGRID_PASS */

    var credentials = new
    NetworkCredential(username, pswd);

    Os exemplos a seguir mostram como enviar umamensagem usando a API da Web.

    // Create the email object first, then add the properties.

    SendGridMessage myMessage = new
    SendGridMessage();

    myMessage.AddTo(“anna@example.com”);

    myMessage.From = new
    MailAddress(“john@example.com”, “John Smith”);

    myMessage.Subject = “Testing the SendGrid Library”;

    myMessage.Text = “Hello World!”;

    // Create credentials, specifying your user name and password.

    var credentials = new
    NetworkCredential(“username”, “password”);

    // Create an Web transport for sending email.

    var transportWeb = new
    Web(credentials);

    // Send the email.

    // You can also use the **DeliverAsync** method, which returns an awaitable task.

    transportWeb.Deliver(myMessage);

    Como: Adicionar um anexo

    É possível adicionar anexos a uma mensagem, chamando o método AddAttachmente especificando o nome e o caminho do arquivo que você deseja anexar. Você pode incluir vários anexos chamando esse método uma vez para cada arquivo que deseja anexar. O exemplo a seguir demonstra como adicionar um anexo a uma mensagem:

    SendGridMessage myMessage = new
    SendGridMessage();

    myMessage.AddTo(“anna@example.com”);

    myMessage.From = new
    MailAddress(“john@example.com”, “John Smith”);

    myMessage.Subject = “Testing the SendGrid Library”;

    myMessage.Text = “Hello World!”;

    myMessage.AddAttachment(@“C:\file1.txt”);

    Você também pode adicionar anexos a partir do fluxo de dados. Isso pode ser feito ao chamar o mesmo método acima, AddAttachment, mas passando no Fluxo dos dados, e o nome do arquivo que você quer mostrar na mensagem. Nesse caso, você precisará adicionar a biblioteca System.IO.

    SendGridMessage myMessage = new
    SendGridMessage();

    myMessage.AddTo(“anna@example.com”);

    myMessage.From = new
    MailAddress(“john@example.com”, “John Smith”);

    myMessage.Subject = “Testing the SendGrid Library”;

    myMessage.Text = “Hello World!”;

    using (var attachmentFileStream = new
    FileStream(@“C:\file.txt”, FileMode.Open))

    {

    myMessage.AddAttachment(attachmentFileStream, “My Cool File.txt”);

    }

    Como: Usar aplicativos para habilitar rodapés, rastreamento e análise

    O SendGrid fornece a funcionalidade adicional de email por meio do uso de aplicativos. Essas são as configurações que podem ser adicionadas a uma mensagem de email para habilitar uma funcionalidade específica, como habilitar rastreamento de clique, Google analytics, rastreamento de assinatura e assim por diante. Para obter uma lista completa de aplicativos, consulte Configurações do aplicativo.

    É possível aplicar filtros às mensagens de email do SendGrid usando os métodos implementados como parte da classe do SendGrid.

    Os exemplos a seguir demonstram os filtros de rodapé e de rastreamento de cliques:

    Rodapé

    // Create the email object first, then add the properties.

    SendGridMessage myMessage = new
    SendGridMessage();

    myMessage.AddTo(“anna@example.com”);

    myMessage.From = new
    MailAddress(“john@example.com”, “John Smith”);

    myMessage.Subject = “Testing the SendGrid Library”;

    myMessage.Text = “Hello World!”;

    // Add a footer to the message.

    myMessage.EnableFooter(“PLAIN TEXT FOOTER”,

    HTML FOOTER

    );

    Rastreamento de cliques

    // Create the email object first, then add the properties.

    SendGridMessage myMessage = new
    SendGridMessage();

    myMessage.AddTo(“anna@example.com”);

    myMessage.From = new
    MailAddress(“john@example.com”, “John Smith”);

    myMessage.Subject = “Testing the SendGrid Library”;

    myMessage.Html =

    Hello World Link!

    ;

    myMessage.Text = “Hello World!”;

    // true indicates that links in plain text portions of the email

    // should also be overwritten for link tracking purposes.

    myMessage.EnableClickTracking(true);

    Como: Usar serviços adicionais do SendGrid

    O SendGrid oferece API e Ganchos da web baseados na web, que você pode usar para aproveitar a funcionalidade adicional do SendGrid do aplicativo do Azure. Para obter detalhes completos, consulte a Documentação da API do SendGrid.

    Próximas etapas

    Agora que você já conhece os princípios do serviço de email do SendGrid, acesse estes links para saber mais.

  • Repositório de biblioteca C# do SendGrid: sendgrid-csharp
  • Documentação da API do SendGrid: https://sendgrid.com/docs
  • Oferta especial do SendGrid para clientes do Azure: https://sendgrid.com
randieri.com

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