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Modelos de migração IaaS para Azure parte 01

Olá pessoal

Muita gente tem dúvida ou quer ter ideia de como levar seus, servidores, workloads e apps locais para nuvem.

Pois bem, o maior desafio e um administrador ou gestor é levantar informações para apresentar ao seu superior o investimento em capex que vai utilizar pelo menos nos próximos 5 anos.

Dependendo do levantamento o valor mesmo diluído pode até passar mais de 5 anos pagando seu capex através de financiamentos e o que investiu depreciou.

Isso é um tormento por que passa os 5 anos e novamente seu parque de hardware e software está ultrapassado.

E vai além por que dependendo do tempo você estende para mais tempo perdendo até em conhecimento e atualização de capacidade do time de TI.

A nuvem traz capacidade de investimento baixo inicial, capacidade de crescimento rápido, sazonalidade e elasticidade.

A orientação que estamos passando independe de nuvem e neste post irei mostrar como podemos decidir levar seus insumos para o Azure.

Normalmente o cliente quer levar “AS IS”, ou seja quer levar do jeito que é seu parque.

Mas para otimizar e melhorar o uso e adoção para jornada para nuvem o aconselhamento é analisar o quanto cada servidor ou aplicação está consumindo.

Quando você trabalhava com seu ambiente de hardware puro você avaliava o quanto sua aplicação estava consumindo e comprava um hardware com o dobro da capacidade para manter o ambiente com performance e espaço.

Depois veio a era da virtualização e já melhorou e deu disponibilidade de o ambiente ser migrado para outro ambiente de host com mais flexibilidade e rapidez de transferência de um host para o outro. Não se preocupando muito com o tamanho da máquina e mantendo ainda performance e espaço.

Com o advento da nuvem recebemos o boom da transformação e avaliar realmente o que pode ser feito e avaliar em detalhes o que o seu servidor esta consumido em alguns pilares:

  1. CONSUMO DE PROCESSAMENTO
  2. CONSUMO DE MEMORIA
  3. CONSUMO DE ESPAÇO EM DISCO
  4. CONSUMO DE I/O DE DISCO
  5. CONSUMO DE BANDA

Estes 5 pilares te credenciam preferencialmente em ambiente Iaas (Infraestrutura como serviço) a garantir que você terá um custo baixo com boa performance.

Para isso irei mostrar 2 ferramentas que você pode utilizar para avaliar ir para nuvem com saúde e performance.

Microsoft Azure Virtual Machine Readiness Assessment.

Esta ferramenta lhe traz um relatório e lista de verificação bem detalhado de Workloads e Servidores que estão prontos e gabaritados para nuvem Azure.

Para baixar esta ferramenta clique neste link https://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=391029&clcid=0x416

Instale a ferramenta que é bem simples e siga os passos.

Aguarde a instalação finalizar.

Ferramenta finalizada agora vamos analisar.

A ferramenta permite que eu faça analise de um ambiente Active Directory, SQL Server e Sharepoint.

Ele checa requisitos do ambiente para que você possa coletar de forma correta.

Alguns requisitos de banda são necessários para a analise.

Requisitos de Firewall são necessários para que a ferramenta possa analisar de forma correta.

Requisitos de localidade são importantes para que sejam criados ambiente no Azure.

Muito importante informa se o ambiente é de produção, dev ou teste.

Importante se o que você irá levar para o Azure será dados ou a imagem VHD e se os requisitos cobrem a levar imagem de sua máquina virtual ou física local.

Como mencionei acima é importante se a sua aplicação tem participação no uso de I/O de disco para que seja escolhido de forma correta os modelos de maquinas no Azure.

Se seu ambiente tem DR (Disaster Recover)

Neste caso está sendo coletado dados de um ambiente de Active Directory.

Finalizado irá gerar um relatório.

Salve em um diretório onde possamos ver o relatório de laboratório.

O relatório eu coloquei neste link para ser analisado que é montado um template com informações do Active Directory e através dele é possível informações de objetos de dados de servidores da sua rede.

Baixe aqui https://1drv.ms/w/s!An-dPolj_Ee_g5Qw45EZwP5FkwkErg

Fique ligado no próximo post

Até mais

Infografico tudo sobre Contêiners

O Site Lab27 lançou um infográfico muito interessante e completo com tudo sobre Contêineres Dockers e abordagens que estão relacionadas.

Em resumo Docker é um projeto OpenSource que fornece uma plataforma para desenvolvedores e administradores de sistemas permitindo que se crie contêineres leves e portátil de diversas aplicações.

Sua funcionalidade permite adicionar e simplificar o uso, dos linux contêineres (LXC), que são, basicamente, uma forma de isolamento de processo e sistemas, quase como virtualização, porém mais leve e integrada ao host. O Docker permite criar aplicações e “contêineres” que isolam o S.O base e todo a pilha de dependências de seu app (libs, servidores e etc) de forma leve em espaço e performance.

Veja mais informações em https://www.docker.com/.

conteiners

É um infográfico bem completo e vai ajudar a você a memorizar e entender como funciona.

Segue link abaixo para você baixar:

http://lab27.blob.core.windows.net/wordpress/2016/10/Windows-Server-Container-Infographic-BRZ.pdf?linkId=30163695&wt.mc_id=AID520771_EML_4722229

Até mais pessoal.

 

SDN e NFV a rede também é cloud

sites-de-relacionamento-2
Você tem ouvido bastante sobre Nuvem, Cloud, virtualização, Devops, biomodal e outros assuntos de transformação digital.

Você sabe o que é SDN e NFV?

Vamos la!!!!

Ou Seja, para o lado do cliente como já temos a definição o lado cliente já usa ou prezumo que use SDN já a algum tempo.

Vou resumir nesta imagem abaixo:sdnxnfv

Este é um infográfico Macro de como poderia funcionar NFV e SDN.
Hoje as grandes Clouds como Azure, AWS e Google já trabalham com redes definidas por software como:

092815_1745_Odlareanuv2.jpg

CLOUD:
Virtual Network do Azure virtualnetwork
VPC Amazon vpc
Redes no Google redes

Em ambientes Onpremissess:

Switch Virtual Hyper-V switch_virtual

Vswitch Vmware vswitch

Vswitch de mesmo nome do Vmware vswitch_x

E o Quantum ou Melange no Openstackquantum

A redes virtuais estão se popularizando agora com os hardwares mais atualizados como placas de redes 10GB em servidores simples e mais baratos e golden jumpers, diminuindo o CAPEX e consequentemente o OPEX.

As empresas como CISCO, Juniper também estão se alinhando ao mercado desenvolvendo seus dispositivos virtuais, mas o que está em alta é plataformas Opensource.

Consequentemente os profissionais de redes aconselho a se atualizarem pois o mercado está empurrando as atualizações.

ms_loves_linux

Vide a Microsoft com logos de Microsoft é melhor com Red Hat ou Microsoft ama Linux. Redes Virtuais do Azure com Debian. Windows 10 com Shell em Ubuntu. Tudo isso com seu revolucionario CEO Satia.

As “Coisas” estão se fundindo para passar em um fio ou cano só. O que tem dentro ou você aprende ou vai ficar para traz.

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NFV

As operadoras acordaram e agora e ainda precisam se reorganizar com a iniciativa do OPENFV veja o site (https://www.opnfv.org/).

Aqui no Brasil o motor de desenvolvimento de redes virtuais é o openstack.

Ainda está embrionário, mas acordaram, o volume de dados não comportam mais os investimentos e as TELCOS acordaram tarde. Mas agora estão se mobilizando.

O que nós profissionais ganhamos com isso?

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Para quem gosta de LINUX todos motores são desenvolvidos em sistemas operacionais Linux. Isso quem quer correr e aprender mais linux faça isso agora.

Em compensação tudo estará mais convergente, mais automatizado, mas orquestrado.
Então quem acha que as Teles irão contratar milhões de profissionais fique tranquilo que não.

Iniciativas como OPENFV são desenvolvimentos que vão melhorar os custos de CAPEX em investimentos e hardwares como roteadores, switches e outros devices.

Estão melhorando desenvolvimentos de protocolos e logo logo pelo menos fora do pais vocês irão ouvir novas telcos revolucionarias.
Aqui no Brasil ainda é muito difícil falar pois as operadoras ainda nadam de braçadas dominando o mercado.

Espero que este post seja aconselhador.

Abraços

 

 

 

 

 

Abra sua empresa e assine o Azure parte I

Hoje sabemos que não é fácil abrir um negócio aqui no Brasil e mante-lo financeiramente com saúde.

azure

Então reduza seus custos assinando serviços de nuvem. Não faça nenhuma contratação sem ver este vídeo que está na parte I.
Manter hardware, nobreak, serviços de backup, contratação de serviços de gerenciamento e custoso manter dentro de seu escritório.

Tudo isso na nuvem simplifica, sem dor de cabeça centralizado.

Eu irei demonstrar com Azure, Active Directory e VPN que tudo pode ser simplificado e com acesso de qualquer lugar.

Manter um só servidor internamente no minimo plausível é:

  • Orçamento de hardware Servidor
  • Orçamento de switch
  • Orçamento de PatchPanel
  • Orçamento de Rack
  • Orçamento de cabeamento
  • Orçamento para Nobreak
  • Orçamento de Sistema Operacional
  • Orçamento de Licenciamento de usuários
  • Orçamento para implantação física de todos equipamentos
  • Orçamento para implantação e configuração lógica do sistema operacional, e os serviços para manter no ar.
  • Orçamento para Sistemas e banco de dados caso for usar.

    Caso a empresa for um pouco maior precisará ter um Nobreak redundante ou até um gerador.

Mas estamos lhe dando com coisas básicas para manter um servidor no ar.
Tudo isso sem contar caso você não saiba fazer tudo isso você vai ter que contratar um profissional, ou uma empresa para fazer e manter no ar. Com manutenção preventiva e melhorias.

Com o tempo há a depreciação de tudo e ainda o lifecicle do software e do sistema operacional.

Ainda vem uma melhoria do tempo que é a virtualização com Hyper-V da Microsoft, Vmware da Dell, XenServer da Citrix que melhorou em redução de espaço fisico e nivel energético no gasto de custos.

Bota tudo isso no lápis e vê o quanto custa manter um parque tecnológico. E depois em 5 ou 6 anos atualiza-lo.

A nuvem vem para simplificar e manter você com seu Core Business que é seu negócio e usar a inteligencia da Nuvem ao seu favor com redução de custos e menos dor de cabeça.

Veja na arquitetuta que é simples de administrar e manter.

untitled

No video estou explicando um modo facil de qualquer pessoa entender como é simples manter um Active Directory no Azure com VPN.

Veja a primeira parte do video que vai ser legal e proveitoso.

 

 

INTRODUÇÃO AO AWS – Imersão de 01 a 08 de Agosto.

Olá pessoal

Em parceria com a cloudtreinamentos estamos disponibilizando introdução ao AWS.

aws01

O Evento é gratuito com vários videos sobre o AWS. O evento vai do dia 01 ao dia 08. Então aproveite esta oportunidade. O mundo é convergente então aprenda varias nuvens.

A maior Nuvem Pública do mundo, utilizada por centenas de milhares de empresas e milhões de usuários, presente em mais de 190 países e mais de 30 data centers espalhados pelo mundo. Você pode se tornar um profissional de cloud computing e ocupar o seu lugar no
TOPO DO MERCADO.

aws02

Aproveite e entre nesta imersão com AWS.

 

Introdução ao Openstack

Pessoal

Estarei postando sobre o Openstack.

Ferramenta que houve uma adoção gigantesca na minha opinião e um grande apoio à na comunidade Opensource.

Empresas como HP, IBM, Redhat e até a Vmware estão apoiando.

A Globo trocou a ferramenta VMWARE para Openstack em sua plataforma de vídeos.

Veja o Link do time de DEV da Globo http://dev.globo.com/post/42382440327/openstack-in-a-nutshell#.VSrtvyjF-cE

Recentemente a empresa Paypal trocou a plataforma para Openstack.

Veja 2 links que mostram sobre.

http://www.forbes.com/sites/reuvencohen/2013/03/26/paypal-to-drop-vmware-from-80000-servers-and-replace-it-with-openstack/

https://thiagoviola.wordpress.com/2015/04/11/paypal-troca-vmware-por-open-stack-caso-de-uso/

Abaixo tem um primeiro passo que é conhecer o conceito do Openstack

Eu procuro falar da ferramenta e conhecê-la para dar uma opinião precisa sobre.

Fiquei muito contente que é uma ferramenta que não deixa nada a desejar para ferramentas de adoção Hibrida, ou até criar sua própria nuvem.

Quem conhece linux tem ligeira vantagem no conhecimento da ferramenta.

Para os mais novatos a empolgação em conhecer atropela a história e o conceito e acaba não tendo promoção por só executar e não analisar ambientes.

Não sou “xiita” e defendo boas ferramentas tanto da parte linux quanto da parte Windows ou outras.

Introdução ao OpenStack

O projeto OpenStack é uma fonte plataforma de computação em nuvem aberta para nuvens privadas, públicas e híbridas, que é simples de implementar, altamente escalável, e rico em recursos. OpenStack fornece uma infra-estrutura como uma solução de serviço (IaaS), através de um conjunto de serviços inter-relacionados.

OpenStack foi iniciado em 2010 como uma joint venture entre a Rackspace Hosting eo Aeronautics and Space Administration (NASA). Hoje, mais de 200 empresas aderiram ao projeto, incluindo AMD, Canonical, Cisco, Dell, EMC, Ericsson, grupo Bull, HP, IBM, InkTank, Intel, NEC, Red Hat, SUSE Linux, VMware e Yahoo!

O projeto passou a ser administrado pela Fundação OpenStack, uma entidade corporativa sem fins lucrativos criada em setembro de 2012 para promover o software OpenStack e sua comunidade. A comunidade colabora em torno de seis meses, ciclo de lançamento com base no tempo com marcos de desenvolvimento frequentes.

OpenStack Releases:


O que se segue é um diagrama de arquitetura conceitual que mostra as relações entre os serviços OpenStack:


Visão Geral dos Serviços OpenStack

Keystone

A identidade de serviço OpenStack (Keystone) fornece autorização e autenticação para usuários e também administra catálogos de serviços. É equivalente a AWS Identity and Access Management (IAM).

Glance

O Serviço de OpenStack Armazenamento de imagens (Glance) armazena e gerencia imagens de máquinas virtuais em diferentes formatos.Estas imagens são usadas por serviço de computação em instâncias de prestação. É comparável a AWS AMI (Amazon Machine Image).

Cinder

The Block Storage Service OpenStack (Cinder) fornece armazenamento bloco persistente para máquinas virtuais convidadas para armazenamento expandido, melhor desempenho e integração com plataformas de armazenamento corporativo. É semelhante a AWS EBS (Elastic Block Storage).

Nêutron

O Serviço de Rede OpenStack (Neutron) permite que dispositivos de interface de conectividade de rede gerenciados pelo Compute. Ele permite aos usuários criar e anexar interfaces para as redes. Corresponde a AWS Networking.

Nova

O Compute Serviço OpenStack (Nova) Disposições instâncias sobre a demanda do usuário. Ele suporta a maioria das tecnologias de virtualização. É análogo ao EC2 da Amazon ambiente (Elastic Compute Cloud).

Swift

O Objeto OpenStack Storage Service (Swift) fornece um custo efetivo, scale-out, plataforma redundante, escalável e totalmente distribuído API acessível de armazenamento que pode ser integrado diretamente em aplicativos ou utilizados para backup, arquivamento e retenção de dados. É equivalente a S3 da Amazon.

Ceilometer

A / Monitoring Service OpenStack Metering (Tetômetro) monitores e metros a nuvem OpenStack para o faturamento, benchmarking, escalabilidade e coleta de estatísticas. É comparável a AWS CloudWatch.

Heat

A Orquestração de Serviços OpenStack (Heat) é um mecanismo orientado por modelo que permite infraestrutura automatizada a implantação, tanto através de uma API REST OpenStack-nativel e uma consulta API CloudFormation compatível. É semelhante a AWS CloudFormation.

Comparação de Serviços OpenStack com os serviços da AWS

Este é um post com introdução e a instalação para pequenos ambientes ou ambientes com servidores com Storages.

Quem não tem verba para adoção de Vmware certamente vai direto para esta ferramenta que é fascinante.

Por isso treine seus colaboradores a aprenderem linux.

Não tenha medo e use.

Próximo post será instalação de um nó com mão na massa.

Até mais

Cloud e Virtualização, tudo junto e misturado. Meu ponto de vista.

cloud-computing1

Olá pessoal

Uma visão técnica comercial sobre computação em nuvem que muitos gerente me perguntam é:
Eu acesso de qualquer lugar?
Está disponível a qualquer horário?
Quando eu precisar aumentar quanto tempo está entregue?
Muita gente confunde CLOUD (Computação em Nuvem) com virtualização.
Apesar de os dois caminharem juntos tem muita diferença.
Eu vou passar um exemplo REAL que aconteceu comigo:
Meu cliente estava hospedado em um fornecedor A que vendeu a ele CLOUD.
O cliente precisou crescer por que a aplicação dele teria quer ter durante pelo menos 10 dias uma campanha de marketing que sua aplicação iria sofrer muitos acessos.
Resumo: O fornecedor vendeu para ele uma maquina virtual para ele que não tinha (ELASTICIDADE) para crescer e depois voltar a usar o seu uso normal.
Então um dos princípios de Cloud Computing é ELASTICIDADE, crescer quando você quer e como você quer sem que tenha nenhum suporte ou configuração e depois não utilizar e voltar a vida e ciclo normal de trabalho.
Muitas empresas estão vendendo GATO por LEBRE dizendo que está vendendo Cloud Computing e na verdade está vendendo espaço virtual.
O Azure da Microsoft, Amazon Services, o produto VMWARE CLOUD, para o pessoal do mundo Open Source a Openstack oferece elasticidade, disponibilidade e outras técnologias que vão te atender, dentre outras.
Ao escolher uma solução de Nuvem que vai te suprir tenha em mente que é 70% de planejamento e 30% de execução em um projeto.
Escolha uma consultoria que tenha conhecimento de migração e de planejamento que a execução tenha sucesso.
Este post do Fabio Hara resume um pouco sobre isso.
Acredito que gostem deste Post e podem mandar suas dúvidas e eu mesmo irei responder.
Espero que gostem.

Overview Softlayer

Pessoal

Como trabalhei a 3 anos com Softlayer e tenho acesso, consegui um Overview muito rico e em PortuguêsOverview Softlayer para apreciação.

Passo a passo Cluster Hyper-V Windows Server 2012R2 parte 3

Passo a passo de configuração de 2 nó Hyper-V de cluster no Windows Server 2012 R2 – Parte 3

Bem-vindo à parte 3 do guia passo-a-passo para configurar um cluster Hyper-V no Windows Server 2012 e Windows Server 2012 R2. Espero que você encontre este guia útil. Agradeço todos os comentários e comentários abaixo.

Alguns me pediu para elaborar mais sobre a configuração do cluster. Desculpe eu não entrar em muitos detalhes durante Parte 2. Vou explicar melhor aqui.

Quando você abrir o Failover Cluster Manager, você tem a opção no painel de ações para criar um cluster. Clique sobre ele para o fogo até o assistente:


A tela de configuração inicial pode ser ignorada, e a segunda tela pedirá que você insira os nomes dos servidores dos nós do cluster:


Quando você adiciona os servidores que irá verificar se o serviço de cluster de failover está em execução no nó. Se tudo estiver bem, o assistente permitirá que você adicionar o servidor. Uma vez que os servidores são adicionados, prossiga para a próxima etapa.

O próximo passo é muito importante. Não é apenas este passo necessário para que a Microsoft sempre apoiá-lo, se você tiver quaisquer problemas, mas também valida que tudo o que você tem feito até agora é correto e configurado corretamente para o cluster de operar. Não muito certo porque eles dão-lhe a opção de ignorar os testes, mas eu recomendo contra isso. O alerta é bastante simples assim:


A próxima parte da configuração do cluster que surge é o assistente de validação. Como eu mencionei acima, não pule esta parte. Executar todos os testes, tal como recomendado pelo assistente:


Os testes vão demorar alguns minutos para ser executado, para ir tomar um café enquanto espera. Depois de concluído, você não deve ter quaisquer erros. No entanto, como mencionei na parte 2 não é um problema conhecido ao usar o P2000 com os “Espaços de Armazenamento Validar Reserva Persistente” teste para que você receberá um aviso aqui relativa a isso, mas você não deve ter quaisquer outros avisos, se as coisas estão configurados corretamente.


Ver o relatório e salvá-lo em algum lugar como uma referência que você correu em caso de suporte Microsoft quer vê-lo.

Ao clicar em Concluir, você será solicitado a digitar seu nome para o cluster, bem como o endereço IP para o cluster. Entre esses parâmetros em e clique em Avançar:


Em seguida, terminar o assistente e formar o cluster.

Agora, existem várias coisas que devemos fazer depois que o cluster está instalado e funcionando para configurá-lo completamente. Eu vou passar por cima de cada aspecto agora.

Volumes Partilhados de Cluster:

Este deve ser um dado adquirido. Eu não vou entrar em muitos detalhes aqui, poupando-lhe o tempo. Se você precisa ler sobre o volume que um cluster compartilhado é por favor leia sobre isso aqui:

http://blogs.msdn.com/b/clustering/archive/2013/12/02/10473247.aspx

Para permitir que o volume compartilhado de cluster navegar para o armazenamento, em seguida, os discos. Em seguida, selecione o seu disco de armazenamento, clique direito e escolhendo a opção “Adicionar ao Cluster Shared Volumes”


Eu gosto de renomear os discos aqui também, mas isso não é um passo necessário.

Agora que já permitiu Volumes Compartilhados do Cluster devemos mudar o caminho padrão no gerenciador de Hyper-V em ambos os nós para refletir isso. O caminho deve ser C: \ ClusterStorage \ Volume1 em ambos os nós. Eu gosto de manter o caminho restante, bem como para a simplicidade:


Não se esqueça de fazer isso em ambos os nós.

Live Migration:

Dedico um NIC para migração ao vivo. Eu sempre fiz isso na recomendação de que se saturar o link de rede para gerenciar o servidor com o tráfego de migração em tempo real que poderia causar uma situação de failover onde batimento cardíaco está perdido. Para dedicar o adaptador de rede para migração ao vivo você clique direito a opção Networks no gerenciador de cluster de failover, escolhendo Configurações Live Migration. I renomear minhas redes na lista primeiro, para que eles são mais facilmente compreendidas diferente de “Cluster Rede X”


Cluster Atualização Aware:

Atualização ciente Cluster é um recurso fantástico introduzido em 2012, que permite a atualização automática de os nós do cluster sem desligar as cargas de trabalho que eles estão atendendo. O que acontece com o Hyper-V é que as funções de VM estão vivos migraram para outro nó, uma vez que todas as funções estão fora do nó então atualização está concluído e que o nó for reiniciado. Em seguida, o mesmo processo acontece no outro nó. Há um pouco de trabalho para configurá-lo, e você deve ter um servidor WSUS em sua rede, mas a configuração é a pena o esforço.

Para ativar a atualização Cluster-Aware escolher a opção na página inicial do gerenciador de clusters de failover


Isto irá abrir a janela de gerenciamento, onde você pode configurar as opções para o cluster. Clique no botão “Configurar opções de cluster de auto-atualização” no painel de ações de cluster. Isto irá iniciar o assistente para que você configurar essa opção.

Antes de caminhar por este assistente há um passo necessário você deve completar primeiro. Eu gosto de colocar meus nós Hyper-V, e o objeto de computador do cluster em seu OU no Active Directory. Eu, então, tipicamente conceder o controle total sobre o que UO para o objeto de computador Cluster. Acho que se você não concluir esta etapa que às vezes você vai ter erros no gerenciador de clusters de failover, bem como problemas com a atualização Cluster-Aware.


O assistente de atualização Cluster-Aware é bastante simples. A única coisa que você precisa para determinar é quando você quer que ele seja executado. Não há necessidade de marcar o “Eu tenho um objeto de computador pré-testado para o CAU agrupado papel”, como isso será criado durante a instalação. Eu normalmente não altere as opções do padrão aqui, eu não encontrei nenhuma razão para fazê-lo ainda. Eu também vou fazer a primeira corrida para se certificar de que este está a funcionar correctamente.

Ajustes do Sistema:

A seguir estão alguns ajustes e as melhores práticas Eu também fazer para garantir o melhor desempenho e confiabilidade da configuração do cluster:

  1. Desative todos os protocolos de rede nas NICs iSCSI utilizados, com a excepção da Internet Protocol Version 4/6. Isto é para reduzir a quantidade de vibração que ocorre nas placas de rede. Queremos dedicar
    estes adaptadores de rede estritamente para o tráfego iSCSI, por isso não há necessidade de qualquer coisa fora dos protocolos IP.

  2. Alterar a ligação das placas de rede, colocando a placa de rede de gestão do nó no topo da lista.
  3. Desativar mapeamento Printer RDP nos hosts para eliminar qualquer chance de um driver de impressora causando problemas com a estabilidade. Você pode fazer isso através da política local, política de grupo, ou Registro. Google como fazer isso.
  4. Configure exclusões no seu software anti-vírus com base no seguinte artigo:
    http://social.technet.microsoft.com/wiki/contents/articles/2179.hyper-v-anti-virus-exclusions-for-hyper-v-hosts.aspx
  5. Revise o seguinte artigo no ajuste de desempenho para servidores Hyper-V:
    http://msdn.microsoft.com/en-us/library/windows/hardware/dn567657.aspx

    Espero que você tenha sido encontrar este guia útil. Por favor, deixe algum comentário abaixo, e obrigado pela visita!

Passo a passo Cluster Hyper-V Windows Server 2012R2 parte 2

Passo a passo de configuração de 2 nó Hyper-V de cluster no Windows Server 2012 R2 – Parte 2

Eu percebi que no meu post anterior para a configuração de um cluster Hyper-V 2 nó que eu não incluem as medidas necessárias para a configuração do HP P2000 funciona o armazenamento. Então, aqui estão elas:

Há dois controladores nesta unidade. Isto é para redundância. Se um controlador falhar, o SAN permanecerá operacional no controlador redundante. Minha unidade específica tem 4 portas iSCSI para conectividade de host, diretamente para os nós. Eu estou utilizando MPIO aqui, então eu tenho dois links de cada servidor (em adaptadores de rede separadas) para a SAN. Do seguinte modo:



Os cabos que eu uso para conectar os links são cabos CAT6 Ethernet padrão.

Você também quer ligar ambas as portas de gerenciamento na rede.Fora da caixa, ambas as portas de gerenciamento deve obter um endereço via DHCP. Agora, não há necessidade de usar um cabo CAT6 para ligar os portos de gestão em, então vá em frente e usar um cabo CAT5e padrão em vez. Você também pode configurar o dispositivo via linha de comando usando a CLI pela interface com a conexão USB localizada em cada um dos controladores de gestão. Eu nunca tive que usar isso para qualquer coisa diferente de quando a porta de rede não está respondendo. Esta interface é uma conexão mini-USB localizado à esquerda da porta de gerenciamento Ethernet e um cabo é fornecido com o aparelho.


Uma vez conectado ao seu PC com Windows, o dispositivo aparece como um adaptador USB para serial e é dada a atribuição de porta COM. Você terá que instalar os drivers de obter o dispositivo a ser reconhecido, os motoristas não estão incluídos com os binários do Windows.

Eu não vou fazer a cobertura da interface CLI, toda a configuração será realizada por meio do console gráfico baseado na web.

O console baseado na web é acessado através de seu navegador de Internet favorito. Eu normalmente uso o Google Chrome como já funcionou em problemas de log no console com versões posteriores do Internet Explorer. O nome de usuário padrão é gerenciar, password! Gerenciar.

Uma vez logado, iniciar o assistente de configuração inicial, clicando em Configuração – Assistente de Configuração no topo:


Esta vontade l iniciar o assistente de configuração de definições básicas.Este assistente deve esperamos ser auto-explicativo, então eu não vou entrar em muitos detalhes aqui.

Para este exemplo eu vou estar criando uma única VDisk englobando todo o espaço em disco disponível. Para fazer isso, clique em Provisioning – Criar vdisk:


Use seus melhores julgamentos sobre o nível de RAID que você quer aqui. Para o meu exemplo aqui eu vou ser a construção de um RAID 5 em unidades 5x450GB:


Agora eu vou ser a criação de dois volumes separados: um para o armazenamento de arquivos CSV, e outro para Qurorum. O volume Quorum será 1GB de tamanho para a testemunha de disco necessária uma vez que temos 2 nós, eo volume CSV vai abranger o espaço restante. Para criar o clique volume no VDisk criado acima e clique em Provisioning – Criar volume. Eu não gosto de mapear os volumes inicialmente, em vez explicitamente mapeando-as para os nós depois de conectá-los à SAN:


Na parte 1, nós adicionamos os papéis, configurado de conexão para acesso Hyper-V e VM conexões SAN e preparado os servidores do NIC.Agora precisamos conectar os nós do SAN por meio do iniciador iSCSI.

Nossos alvos na P2000 são 172.16.1.10, 172.16.2.10, 172.16.3.10, e 172.16.4.10 para portas 1 e 2 em cada controlador. Como você se lembra de uma etapa, os servidores estão diretamente conectados sem um interruptor no meio.

Para iniciar o iniciador iSCSI basta digitar “iSCSI” na tela inicial:


Eu normalmente fixe isto para o ecrã inicial.

Quando você inicia o iniciador iSCSI, pela primeira vez você será presenteado com uma opção para iniciar o serviço e fazer o início do serviço de auto. Escolha sim:


Eu normalmente não gosto de usar a opção Quick Connect na tela do alvo, em vez configurar cada conexão separadamente. Clique na guia Descoberta na tela iSCSI Initiator Properties, então Discover Portal:


Em seguida, queremos introduzir o endereço IP do SAN NIC que está se conectando, em seguida, clique no botão Avançado.


Selecione o IP Iniciador que será a conexão com o destino:


Em seguida, fazê-lo novamente para a segunda conexão com a SAN.Quando terminar, você deve ter duas entradas:


Agora, de volta na guia alvo o seu alvo devem ser listados como inativos.Clique no botão de conexão, em seguida, na janela que se abre, clique no botão “Ativar Multi-Path”:


Agora ele deve mostrar conectado:


Complete as mesmas tarefas em outro nó também.

Agora, antes de podermos anexar um volume a partir do SAN vamos ter que mapear a LUN explicitamente para cada um dos nós. Então, nós vamos ter que abrir o utilitário de gerenciamento de web para o P2000 novamente. Uma vez dentro, se expandirmos os Hosts no painel esquerdo devemos agora ver os nossos dois nós listados (Omiti nomes de servidores neste screenshot):


Temos de mapear os dois volumes criados no SAN para cada um dos nós. Clique direito sobre o volume, selecionar Provisioning – mapeamentos explícitos


Em seguida, escolha o nó, clique na caixa de seleção Mapa, dar o LUN um número único, verifique as portas atribuídas ao LUN no SAN e aplicar as alterações:


Atribuir o mesmo número de LUN para o outro nó e completar o mesmo mapeamento explícito para o outro nó. Em seguida, completar o mesmo procedimento para o outro volume. Eu usei LUN número 0 para o Volume Quorum, e número LUN 1 para o volume CSV.

Ir para trás para os nós, de volta para o iniciador iSCSI e clique sobre os volumes e guia Dispositivos, pressione o botão de configuração automática e nossos volumes devem mostrar-se aqui:


Complete o mesmo procedimento no segundo nó também. Se você está tendo dificuldade com os volumes, mostrando-se, por vezes, um desconecte e reconecte é necessária. (Não se esqueça de marcar a opção “Ativar Multi-Path”)

Agora queremos permitir multipath para iSCSI. Fogo até o utilitário MPIO da tela inicial:


Clique na guia Discover Multi-Paths, em seguida, marque a caixa “Adicionar suporte para dispositivos iSCSI” e, finalmente, no botão Adicionar:


O servidor irá solicitar uma reinicialização. Então vá em frente e deixá-lo reiniciar. Não se esqueça de completar as mesmas tarefas no segundo nó.

Após o reinício, vamos querer o fogo até o gerenciamento de disco e configurar os dois volumes SAN no nó, certificando-se de cada nó pode ver e se conectar a eles. Ao inicializar o volume CSV eu recomendaria que tal um disco GPT em vez de um MBR um, já que você é provável que vá acima do limite de 2TB imposta com MBR.

I formatar ambos os volumes com NTFS, e dar-lhes uma letra de unidade para agora:


Depois de configurar os volumes no primeiro nó, eu normalmente off-line os discos, então on-line os discos do segundo nó para ter certeza de que tudo está ligado e funcionando corretamente. Não fique preocupado com as letras de unidade atribuídas aos volumes, isso não importa.

Chegando lá devagar!

Em seguida, antes de criar o cluster Eu sempre gosto de atribuir os Hyper-V NICs externas na configuração Hyper-V. Fogo até o Hyper-V Manager, selecionando “Virtual Switch Manager” no painel de ações.Vamos criar os switches virtuais externos usando os adaptadores de nós atribuídos para o Hyper-V VM. Eu sempre dedicar os adaptadores de rede para o switch virtual, a opção “Permitir sistema operacional de gerenciamento de compartilhar esse adaptador de rede” de verificação de un.

Neste ponto, ter concluído todas as etapas de pré-requisitos necessários para o fogo até o cluster. Agora vamos formar o cluster.

Fogo até o failover Cluster Manager da tela inicial:


Depois de aberto, selecione a opção no painel de ações para criar cluster.Isto irá iniciar o assistente para formar o nosso cluster. O assistente deve ser auto-explicativo, então percorrer as etapas necessárias.Certifique-se de executar os testes de validação de cluster, selecionando a opção padrão para executar todos os testes. Este é o melhor momento para ser executar este teste, uma vez que levará os discos de cluster offline. Você não quer ter este cluster de produção em encontrar problemas de errado com ele, ter que executar os testes de validação de cluster trazendo o cluster para baixo. Se tiver quaisquer problemas aqui podemos enfrentá-los agora antes que o sistema está em produção.

O P2000 no Windows Server 2012 irá criar um alerta sobre a validação espaços de armazenamento de reserva persistente. Este aviso pode ser ignorada como observado aqui .

Espero que, quando você executar os testes de validação você vai ter todo o sucesso (exceto a nota acima). Se não, rastrear os passos e certifique-se que você não está faltando alguma coisa. Depois de obter uma validação bem sucedida salvar o relatório e armazená-lo se você precisar fazer referência a ela para apoio futuro.

Termine andando através do assistente para criar seu cluster. Atribuir um nome de cluster e endereço IP estático para o cluster, conforme solicitado a partir do assistente.

Isso deve fazê-lo. Se você chegou até aqui, feito isso. Parabéns!