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Provisionar maquinas virtuais através de GIT, AzureCLI e Visual Studio.

azurecli

Olá Pessoal

Na ultima WEBCAST que fiz no canal ARQGENTI eu mostrei como está o mercado tanto do lado corporativo como empresa e como anda o lado do profissional.

Muitas mudanças para os 2 lados.

Não é mais uma tendencia, é uma constatação.

O mercado está mudando, as empresas estão mudando com a transformação digital.

Leia o resto deste post

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Softnas no Azure

Olá

Pessoal

Para quem gosta de utilizar softwares e Storages padrão igual ambiente onpremisses eu resolvi testar a instalação do SOFTNAS Cloud bem conhecido entre pequenas e médias empresas.

Softnas Cloud é um NAS Opensource usa protocolos conhecidos protocolos de bloco CIFS / SMB, NFS, AFP e iSCSI, permitindo que os clientes levantem os dados existentes para a nuvem sem uma reestruturação de aplicativos caros.

Esta versão é de teste que o Azure permite testar sem qualquer ônus. Para quem já conhece o SOFTNAS Cloud como eu faça o teste ou consulte o site do fabricante do Software.

Veja em https://azuremarketplace.microsoft.com/pt-br/marketplace/apps/softnas.softnas-cloud/

O objetivo deste Test Drive é permitir que você se familiarize mais com o SoftNAS Cloud em Microsoft Azure. Nesta unidade de teste do SoftNAS Cloud, tornamos mais fácil para você visualizar

E experimente os recursos da SoftNAS Cloud e descubra a facilidade de configurar o armazenamento comum Protocolos dentro da interface de usuário do SoftNAS Cloud.

Para fazer isso, fornecemos-lhe uma Máquina virtual de nuvem SoftNAS (VM) hospedada no Azure. Preconfiguramos um único disco, pool de armazenamento e volume provisionado como um NFS

Exportação, compartilhamento CIFS, compartilhamento iSCSI LUN e protocolo Apple File Protocol (AFP). Esta configuração poderia facilmente estendida, simplesmente adicionando mais discos, volumes e pools, para atender uma

Aplicação da organização e serviços de usuários finais. A flexibilidade da SoftNAS Cloud nos permite atender aos requisitos de um cliente, simplesmente mudando as propriedades de computação e capacidade de armazenamento. O resultado final dessa configuração parece semelhante à imagem abaixo:

Primeiro passo no Azure, entre no Site do Marketplace clique em Test Drive caso não tenha assinatura. No meu caso eu tenho assinatura mas irei usar o TEST DRIVE.

Aceite os termos do teste

Realmente demora alguns segundos para ser criado. Ele já libera o acesso com usuário e senha concedido e dura 30 dias de teste.

Acesse com o usuário e senha concedidos e o endereço informado.

Este passo quem já realizou a instalação tem alguns procedimentos do software.

Pronto, o Softnas está liberado para ser configurado para o uso.

Claro como o ambiente é de teste foi liberado pouco espaço para os testes, mas que vale a pena para quem quer utilizar de modo tradicional a nuvem e claro o Azure.

Softnas faz parte do programa TEST DRIVE no Azure, veja mais hein https://ctlabsn.blob.core.windows.net/57f32919137340839431fd9187b0e796/demo%5Csoftnas-cloud-nas%5Cartifact%5Ctutorialdocument%5Cdocument1.pdf

Pessoal, façam o TEST DRIVE que vale a pena.

Até o próximo POST.

Valeu

Azure Database for MySQL

Olá pessoal

Além do Azure Database SQL Server temos agora Mysql com plataforma no Azure (PaaS) em Preview.

Abaixo faremos um passo a passo para provisionar o Mysql como PaaS.

Va na busca ou no menu “Database”.

Escolha Database for MySQL. Lembrando que está em preview. Tome cuidado ao escolher para ambiente de produção.

Próximo passo é escolher nome do banco, usuário e senha, localidade e licença.

Importante ver a versão do seu banco atual para que funcione da forma correta no Azure, está disponível as verões 5.7 e 5.6.

Outra função importante é escolher a capacidade computacional de uso do seu banco de dados.

O Mysql é medido por unidades computacionais, um junção de processamento, memoria e taxa de transferência.

Veja com mais detalhes em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/mysql/concepts-compute-unit-and-storage.

A unidade computacional é medida em três grupos, Basic, Standard e premium.

Escolhemos o básico para nível de laboratório.

Validado vamos criar o banco.

Vamos aguardar o deploy do banco.

Durante o deploy tem informações interessante que mostra detalhes, como template, login o arquivo .json que é o deploy via linha de comando.

Após a implantação importante para conexão de sua APP com o banco tem uma serie de exemplos para conexão com o banco de dados como PHP, .NET, e outras linguagens conhecidas.

Para os DBAS e administradores podem usar ferramentas para acesso ao MYSQL.

Uma das ferramentas mais populares é o MYSQL ADMINISTRATOR ou a nova versão que se chama WORKBENCH.

Quer baixar e utilizar acesse https://downloads.mysql.com/archives/installer/

Estas informações de acesso ao banco são suficiente para acessar através de administração do APP.

Libere o acesso através do menu Connection security, importante manter fechado por segurança e liberar por ip.

Coloque as configurações necessárias para acessar o banco e valide.

Valide a conexão

Pronto, a partir deste acesso você pode criar sua instancia ou importar sua instancia e utilizar o Azure Database MySQL.

Até a próxima

Modelos de migração IaaS para Azure parte 01

Olá pessoal

Muita gente tem dúvida ou quer ter ideia de como levar seus, servidores, workloads e apps locais para nuvem.

Pois bem, o maior desafio e um administrador ou gestor é levantar informações para apresentar ao seu superior o investimento em capex que vai utilizar pelo menos nos próximos 5 anos.

Dependendo do levantamento o valor mesmo diluído pode até passar mais de 5 anos pagando seu capex através de financiamentos e o que investiu depreciou.

Isso é um tormento por que passa os 5 anos e novamente seu parque de hardware e software está ultrapassado.

E vai além por que dependendo do tempo você estende para mais tempo perdendo até em conhecimento e atualização de capacidade do time de TI.

A nuvem traz capacidade de investimento baixo inicial, capacidade de crescimento rápido, sazonalidade e elasticidade.

A orientação que estamos passando independe de nuvem e neste post irei mostrar como podemos decidir levar seus insumos para o Azure.

Normalmente o cliente quer levar “AS IS”, ou seja quer levar do jeito que é seu parque.

Mas para otimizar e melhorar o uso e adoção para jornada para nuvem o aconselhamento é analisar o quanto cada servidor ou aplicação está consumindo.

Quando você trabalhava com seu ambiente de hardware puro você avaliava o quanto sua aplicação estava consumindo e comprava um hardware com o dobro da capacidade para manter o ambiente com performance e espaço.

Depois veio a era da virtualização e já melhorou e deu disponibilidade de o ambiente ser migrado para outro ambiente de host com mais flexibilidade e rapidez de transferência de um host para o outro. Não se preocupando muito com o tamanho da máquina e mantendo ainda performance e espaço.

Com o advento da nuvem recebemos o boom da transformação e avaliar realmente o que pode ser feito e avaliar em detalhes o que o seu servidor esta consumido em alguns pilares:

  1. CONSUMO DE PROCESSAMENTO
  2. CONSUMO DE MEMORIA
  3. CONSUMO DE ESPAÇO EM DISCO
  4. CONSUMO DE I/O DE DISCO
  5. CONSUMO DE BANDA

Estes 5 pilares te credenciam preferencialmente em ambiente Iaas (Infraestrutura como serviço) a garantir que você terá um custo baixo com boa performance.

Para isso irei mostrar 2 ferramentas que você pode utilizar para avaliar ir para nuvem com saúde e performance.

Microsoft Azure Virtual Machine Readiness Assessment.

Esta ferramenta lhe traz um relatório e lista de verificação bem detalhado de Workloads e Servidores que estão prontos e gabaritados para nuvem Azure.

Para baixar esta ferramenta clique neste link https://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=391029&clcid=0x416

Instale a ferramenta que é bem simples e siga os passos.

Aguarde a instalação finalizar.

Ferramenta finalizada agora vamos analisar.

A ferramenta permite que eu faça analise de um ambiente Active Directory, SQL Server e Sharepoint.

Ele checa requisitos do ambiente para que você possa coletar de forma correta.

Alguns requisitos de banda são necessários para a analise.

Requisitos de Firewall são necessários para que a ferramenta possa analisar de forma correta.

Requisitos de localidade são importantes para que sejam criados ambiente no Azure.

Muito importante informa se o ambiente é de produção, dev ou teste.

Importante se o que você irá levar para o Azure será dados ou a imagem VHD e se os requisitos cobrem a levar imagem de sua máquina virtual ou física local.

Como mencionei acima é importante se a sua aplicação tem participação no uso de I/O de disco para que seja escolhido de forma correta os modelos de maquinas no Azure.

Se seu ambiente tem DR (Disaster Recover)

Neste caso está sendo coletado dados de um ambiente de Active Directory.

Finalizado irá gerar um relatório.

Salve em um diretório onde possamos ver o relatório de laboratório.

O relatório eu coloquei neste link para ser analisado que é montado um template com informações do Active Directory e através dele é possível informações de objetos de dados de servidores da sua rede.

Baixe aqui https://1drv.ms/w/s!An-dPolj_Ee_g5Qw45EZwP5FkwkErg

Fique ligado no próximo post

Até mais

Ubuntu Server Azure com disco gerenciado

Olá Pessoal, hoje mostrarei um passo a passo com a construção do novo serviço com discos gerenciados.

Em resumo o disco gerenciado simplifica a forma de criação e manutenção dos discos. É mais escalável, os discos ficam em um local central.

Todo o gerenciamento é feito pelo Azure.

Veja neste link sobre gerenciamento de discos. https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/storage-managed-disks-overview

Eu irei demonstrar o Ubuntu neste passo a passo.

Escolha a versão do Ubuntu, neste caso escolhi a versão Ubuntu Server 16.04.

Neste primeiro passo vamos escolher o nome da máquina, resource group, usuário, senha.

Mais um item interessante novo é a escolha mínima se você digitar o tamanho mínimo de cores e memoria ele vai mostrar os modelos mais próximos do que você digitou. Isto facilita a visão e preço de maquina mais adequado para seu negócio. Eu escolherei o modelo DS1 para o LAB.

Neste passo que muda a forma de escolher a parte de discos. Se você manter No segue o caminho normal para você fazer a gestão do storage account e fazer a gestão dos VHDS. Isso depende do administrador e tipo de servidor e performance de disco o administrador vai separar od VHDS por storage account fazendo a gestão do disco. Ou como neste LAB eu escolherei a gestão do disco com YES você verá uma nova forma da criação dos discos como gerenciados.

Veja que quando eu escolhi USE MANAGED DISKS o elemento Storage Account sumiu. Vamos dar OK e dar sequência no passo a passo.

Veja se está tudo ok e vamos dar sequencia.

Vamos aguardar o deploy do Servidor.

Veja neste link de forma detalhada a criação de forma manual com storage account https://fabiosilva.com.br/2017/02/12/criando-maquina-virtual-redhat-em-arm-azure-resource-manager/

Dentro de nossa campanha Azure IT Pro br o nosso amigo Michel Jatoba fala de disco gerenciado e veja nesta matéria http://micheljatoba.com.br/2017/04/microsoft-azure-disco-gerenciado/ e prestigie.

Veja as 2 imagens acima a primeira imagem normal e a segunda mais abaixo com 1 storages account, a segunda com disco gerenciado não aparece, só um storage account, você não tem a visão por que quem está gerenciando é o Azure, você tem a visão bem mais simplificada e claro você pode inserir mais discos gerenciados. Isso permite que um profissional com menos conhecimento posso criar a máquina e deixar que o disco seja gerenciado pela plataforma com mais precisão.

Dando a sequência vamos acessar o servidor.

Vamos acessar através do Public IP Address

Vamos acessar o ambiente via protocolo SSH através do app Putty.

Pronto o Ubuntu com gerenciamento de disco.

Até a próxima.

Backup no Azure (Recovery Services Vault) – Implementação, backup e restauração

O Serviço de backup de IaaS no Azure te ajuda a recuperar rapidamente maquinas virtuais no Azure.

O Serviço é prático e te ajuda a resolver problemas, de maneira rápida e lhe protege melhor na reorganização de TI e tomadas de decisões sobre a governança de TI.

Provisionamos um Windows Server 2016 para realizar o backup e restauração em uma outra área geográfica para mostrar o quão é rápido.

O backup é possível realizar backups de Windows Clients, Windows Server Vms no Azure e Vms no Azure.

OBS: Tanto maquinas WINDOWS como MAQUINAS LINUX.

O Serviço no portal é chamado de BACKUP AND SITE RECOVERY que abrange a parte de ASR (Azure Site Recover) que abrange Onpremisses para Azure Ativo/Passivo.

Saiba mais aqui http://aka.ms/asr-learn-more

No portal inicie na busca que sempre é mais fácil com backup e já trará o serviço de Backup and Site Recover (OMS).

Clique no botão criar do menu

Eu já criei no mesmo Grupo de recursos (Resource Groups), na mesma localidade da máquina virtual. (Importante criar na mesma região, pois se não ele não conseguira visualizar a máquina virtual), clique no botão criar.

Aguarde o provisionamento (Implantação)

Pronto, serviço criado. Lembrando que estamos utilizando em um mesmo menu que o Site recovery.

Neste mesmo menu podemos utilizar o Site recovery e muita gente se confunde, pois, o Site Recovery tem uma abrangência maior com Onpremisses realizando DR com Hyper-V e Vmware.

Confunde-se bastante DR de Azure para Azure, que vou explicar na sequência.

Lembrando que DR (Disaster Recover é um conceito) e dependendo da solução ela se mistura com H.A (Alta disponibilidade) e também com o próprio backup. São soluções distintas em conceito, mas que se fundem quando usada as 3 soluções.

Seguindo a sequência, em amarelo veja que escolhi backup e abrindo a aba do lado escolhi backup do Azure e ele escolherá uma máquina virtual que é a máquina do LAB que estamos escolhendo.

Se fosse de Onpremisses que não é o caso escolheríamos LOCAL de um VMWARE ou HYPER-V.

De o OK e seguimos a sequência para configuração da retenção.

Este próximo passo como estamos fazendo um laboratório, eu manterei a política DEFAULT.
O Backup é diário, as 4h30 da manhã.
Ele irá reter todos os dias por 30 dias e depois irá sobrepor estes 30 dias que é a politica padrão.
Clique no botão OK.

Se você escolher por montar sua própria politica de retenção o Azure Backup ou o cofre de backup caso você faça backup de Workloads, ele fará retenção de até 99 anos.

Veja especificamente neste link abaixo informações sobre Backup de maquinas virtuais do Azure

https://azure.microsoft.com/pt-br/documentation/articles/backup-azure-vms-introduction/

Abaixo está uma arquitetura de como funciona o backup das maquinas virtuais no Azure.

Em resumo ele realiza um snapshot, cria um ponteiro do tempo e transfere para uma pasta em um Storage não acessível.

Ou seja, uma plataforma de serviço (PaaS).

Agora vamos forçar um backup?

Selecionamos a máquina que será realizado a política. De o OK.

Habilite o backup.

Como iremos forçar o backup no menu va até Itens de Backup.

Veja que o Status está pendente por que deixamos configurado a política default.

Clique em “Fazer backup agora”.

Como estamos forçando você pode até reter por mais tempo. Clique em “Backup”.

Irá gerar o alerda positivo de backup.

Na própria notificação você pode clicar e acompanhar o backup, ou você pode ir no meu de alertas, .

Não tinha nada de arquivos para realizar, por isso que foi quase que instantâneo o backup.

RESTAURAÇÃO

A dois tipos de restauração:

Restauração “inplace” que você restaura “em cima” da própria máquina virtual, e a que você pode restaurar a máquina inteira.

Eu vou demonstrar e restaurar uma máquina inteira.

No mesmo menu de Itens de backup iremos restaurar a máquina.

Clique em Restaurar VM.

Como só tem um ponto de restauração iremos escolher este ponto e dar sequência.

É aqui que você escolhe se restaura os VHDS ou cria uma nova máquina.
Se você escolher a restauração dos VHDS, irá restaurar os VHDS na própria máquina virtual.

Iremos escolher restauração criando uma nova máquina idêntica a atual.

OBS:
Importante ressaltar que não é DR (Disaster Recover) pois não caracteriza DR. Mas é possível manualmente restaurar uma ou mais maquinas.
No Azure a garantia de SLA e a garantia da integridade da máquina virtual, a incidência de problemas é infinitamente menor que em ambientes onpremissess.

Mencionado acima veja abaixo que temos 3 níveis de consistência.

– Consistência com Falha
– Consistência com aplicação
– Consistência com sistema de arquivos

Referencias https://azure.microsoft.com/pt-br/documentation/articles/backup-azure-arm-restore-vms/

Na criação da máquina virtual você tem 2 opções:

Criar em outro grupo de recursos, outra rede virtual e outra conta de armazenamento, assim você isola da sua rede atual.

Ou no próprio grupo de recursos, na atual rede virtual e na mesma conta de armazenamento, mas, desta maneira é preciso pelo menos desligar a máquina atual caso ela esteja com problema, ou alterar o host da vm pois pode causar conflito de nomes (host).

O nome da máquina virtual não é o nome do host da vm.

Clique em OK.

Clique em restaurar

O restauro foi disparado e vamos aguardar alguns minutos.

O tempo varia de modelo de máquina, de aplicações instaladas e armazenamento usado.

Testes feitos com modelo D13 em média deu 20 minutos.

Em fim maquina restaurada.

Lembrando que neste LAB as maquinas estão com os mesmos hosts.

Iremos acessar as 2 e mostrar.

Veja as 2 maquinas com os mesmos hosts e na mesma vNet.

No caso se quiser utilizar as 2 maquinas só alterar o nome do host e utilizar sem problemas.

Para ressaltar os itens de recursos da máquina restaurada são criados automaticamente com nomes diferentes.

SDN e NFV a rede também é cloud

sites-de-relacionamento-2
Você tem ouvido bastante sobre Nuvem, Cloud, virtualização, Devops, biomodal e outros assuntos de transformação digital.

Você sabe o que é SDN e NFV?

Vamos la!!!!

Ou Seja, para o lado do cliente como já temos a definição o lado cliente já usa ou prezumo que use SDN já a algum tempo.

Vou resumir nesta imagem abaixo:sdnxnfv

Este é um infográfico Macro de como poderia funcionar NFV e SDN.
Hoje as grandes Clouds como Azure, AWS e Google já trabalham com redes definidas por software como:

092815_1745_Odlareanuv2.jpg

CLOUD:
Virtual Network do Azure virtualnetwork
VPC Amazon vpc
Redes no Google redes

Em ambientes Onpremissess:

Switch Virtual Hyper-V switch_virtual

Vswitch Vmware vswitch

Vswitch de mesmo nome do Vmware vswitch_x

E o Quantum ou Melange no Openstackquantum

A redes virtuais estão se popularizando agora com os hardwares mais atualizados como placas de redes 10GB em servidores simples e mais baratos e golden jumpers, diminuindo o CAPEX e consequentemente o OPEX.

As empresas como CISCO, Juniper também estão se alinhando ao mercado desenvolvendo seus dispositivos virtuais, mas o que está em alta é plataformas Opensource.

Consequentemente os profissionais de redes aconselho a se atualizarem pois o mercado está empurrando as atualizações.

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Vide a Microsoft com logos de Microsoft é melhor com Red Hat ou Microsoft ama Linux. Redes Virtuais do Azure com Debian. Windows 10 com Shell em Ubuntu. Tudo isso com seu revolucionario CEO Satia.

As “Coisas” estão se fundindo para passar em um fio ou cano só. O que tem dentro ou você aprende ou vai ficar para traz.

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NFV

As operadoras acordaram e agora e ainda precisam se reorganizar com a iniciativa do OPENFV veja o site (https://www.opnfv.org/).

Aqui no Brasil o motor de desenvolvimento de redes virtuais é o openstack.

Ainda está embrionário, mas acordaram, o volume de dados não comportam mais os investimentos e as TELCOS acordaram tarde. Mas agora estão se mobilizando.

O que nós profissionais ganhamos com isso?

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Para quem gosta de LINUX todos motores são desenvolvidos em sistemas operacionais Linux. Isso quem quer correr e aprender mais linux faça isso agora.

Em compensação tudo estará mais convergente, mais automatizado, mas orquestrado.
Então quem acha que as Teles irão contratar milhões de profissionais fique tranquilo que não.

Iniciativas como OPENFV são desenvolvimentos que vão melhorar os custos de CAPEX em investimentos e hardwares como roteadores, switches e outros devices.

Estão melhorando desenvolvimentos de protocolos e logo logo pelo menos fora do pais vocês irão ouvir novas telcos revolucionarias.
Aqui no Brasil ainda é muito difícil falar pois as operadoras ainda nadam de braçadas dominando o mercado.

Espero que este post seja aconselhador.

Abraços

 

 

 

 

 

MVP Awards

Consegui com muito esforço o título de MVP contribuindo com a comunidade Microsoft principalmente.

Agradeço a todos que dê alguma maneira direta e indireta esteve acompanhando meu blog, Facebook e outras mídias. 

E no mais estarei sempre contribuindo o crescimento de todos.

Openstack Day – São Paulo – 08 de Outubro

openstackday.PNG

Dia 08 de Outubro o evento mais esperado para os entusiastas de Openstack.

Agora finalmente em SP.

Você administrador, Sysadmin, Influenciador e entusiasta vá ao evento, seja cloud na veia.

ingresso

Se você não sabe o que é o Openstack veja em https://fabiosilva.com.br/2015/04/12/introducao-ao-openstack/

Vai ser o teste de fogo do evento em SP.

Estarei la e convido a vocês estarem lá.

Obrigado.

Multicloud Summit

Pessoal

Dia 22 teremos um encontro raro aqui no Brasil sobre o tema multicloud.

Microsoft, Amazon e Google com apresentações de seus CIOS sobre Cloud Computing.

Inscreva-se e não percam este evento.

http://www.multicloudsummit.com.br

AZURE, GOOGLE CLOUD E AWS no mesmo evento é imperdivel. 

Valeu.