Azure Database for MySQL

Olá pessoal

Além do Azure Database SQL Server temos agora Mysql com plataforma no Azure (PaaS) em Preview.

Abaixo faremos um passo a passo para provisionar o Mysql como PaaS.

Va na busca ou no menu “Database”.

Escolha Database for MySQL. Lembrando que está em preview. Tome cuidado ao escolher para ambiente de produção.

Próximo passo é escolher nome do banco, usuário e senha, localidade e licença.

Importante ver a versão do seu banco atual para que funcione da forma correta no Azure, está disponível as verões 5.7 e 5.6.

Outra função importante é escolher a capacidade computacional de uso do seu banco de dados.

O Mysql é medido por unidades computacionais, um junção de processamento, memoria e taxa de transferência.

Veja com mais detalhes em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/mysql/concepts-compute-unit-and-storage.

A unidade computacional é medida em três grupos, Basic, Standard e premium.

Escolhemos o básico para nível de laboratório.

Validado vamos criar o banco.

Vamos aguardar o deploy do banco.

Durante o deploy tem informações interessante que mostra detalhes, como template, login o arquivo .json que é o deploy via linha de comando.

Após a implantação importante para conexão de sua APP com o banco tem uma serie de exemplos para conexão com o banco de dados como PHP, .NET, e outras linguagens conhecidas.

Para os DBAS e administradores podem usar ferramentas para acesso ao MYSQL.

Uma das ferramentas mais populares é o MYSQL ADMINISTRATOR ou a nova versão que se chama WORKBENCH.

Quer baixar e utilizar acesse https://downloads.mysql.com/archives/installer/

Estas informações de acesso ao banco são suficiente para acessar através de administração do APP.

Libere o acesso através do menu Connection security, importante manter fechado por segurança e liberar por ip.

Coloque as configurações necessárias para acessar o banco e valide.

Valide a conexão

Pronto, a partir deste acesso você pode criar sua instancia ou importar sua instancia e utilizar o Azure Database MySQL.

Até a próxima

Regra de NAT para acesso RDP pfSense

Olá pessoal, uma regra bem simples para acesso ao RDP através do Firewall pfSense.

pfSense-Logo

Bem simples, o pfSense é um dos firewalls UTM mais interessantes do mercado.

A primeira flexa, é a interface WAN neste caso é uma WAN da VIVO.

A segunda flexa é escolher o protocolo que é TCP.

A terceira flexa é o destino, quando você tem mais de um link WAN é possível escolher, neste caso já está com a WAN da VIVO.

A quarta flexa é escolher o protocolo RDP que de padrão já tem uma lista de protocolo padrão no pfSense.

A segunda parte é a principal onde vamos escolher o servidor a ser acessado.

A primeira flexa é escolher o servidor que será acessado através do link WAN de fora na porta RDP.

Escolhemos o Servidor Windows ip 192.168.0.6 neste caso. Se você for fazer neste caso escolher o IP do seu servidor da rede interna.

OBS: Não esqueça de ativar no seu servidor o acesso remoto.

A segunda flexa caso você tenha vários servidores de RDP é mascarar a porta de uma porta diferente para a porta RDP.

A terceira flexa é deixar a descrição detalhada da regra para identificar futuramente.

Salve a regra para que você acesse de fora.

Veja a regra já pronta.

Agora é só acessar via RDP.

Pronto agora é só acessar via RDP como na imagem acima.

Este foi testado em um ambiente de produção, mas testamos também no Azure e AWS que tem a o Appliance.

Veja no Marketplace das respectivas nuvens.

Veja neste link para Microsoft Azure https://azuremarketplace.microsoft.com/en-us/marketplace/apps/netgate.netgate-pfsense-appliance

Veja neste link para AWS https://aws.amazon.com/marketplace/pp/B00G6P8CVW

Este post temos como parceiro Rodrigo Soares ATCD e Fábio Silva MVP em Azure, Especialista em Cloud e Security.

Até a próxima pessoal.

Anunciado Azure Database Mysql Preview

Olá Pessoal

Anunciado mais uma plataforma, o MYSQL que é bastante usado em ambiente WEB em praticamente 80% e onpremissess e agora como PaaS.

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Veja na integra no blog do Azure.

https://azure.microsoft.com/en-us/blog/azure-database-for-mysql-public-preview/

Em breve posts com o passo a passo

Até mais pessoal

 

Modelos de migração IaaS para Azure parte 01

Olá pessoal

Muita gente tem dúvida ou quer ter ideia de como levar seus, servidores, workloads e apps locais para nuvem.

Pois bem, o maior desafio e um administrador ou gestor é levantar informações para apresentar ao seu superior o investimento em capex que vai utilizar pelo menos nos próximos 5 anos.

Dependendo do levantamento o valor mesmo diluído pode até passar mais de 5 anos pagando seu capex através de financiamentos e o que investiu depreciou.

Isso é um tormento por que passa os 5 anos e novamente seu parque de hardware e software está ultrapassado.

E vai além por que dependendo do tempo você estende para mais tempo perdendo até em conhecimento e atualização de capacidade do time de TI.

A nuvem traz capacidade de investimento baixo inicial, capacidade de crescimento rápido, sazonalidade e elasticidade.

A orientação que estamos passando independe de nuvem e neste post irei mostrar como podemos decidir levar seus insumos para o Azure.

Normalmente o cliente quer levar “AS IS”, ou seja quer levar do jeito que é seu parque.

Mas para otimizar e melhorar o uso e adoção para jornada para nuvem o aconselhamento é analisar o quanto cada servidor ou aplicação está consumindo.

Quando você trabalhava com seu ambiente de hardware puro você avaliava o quanto sua aplicação estava consumindo e comprava um hardware com o dobro da capacidade para manter o ambiente com performance e espaço.

Depois veio a era da virtualização e já melhorou e deu disponibilidade de o ambiente ser migrado para outro ambiente de host com mais flexibilidade e rapidez de transferência de um host para o outro. Não se preocupando muito com o tamanho da máquina e mantendo ainda performance e espaço.

Com o advento da nuvem recebemos o boom da transformação e avaliar realmente o que pode ser feito e avaliar em detalhes o que o seu servidor esta consumido em alguns pilares:

  1. CONSUMO DE PROCESSAMENTO
  2. CONSUMO DE MEMORIA
  3. CONSUMO DE ESPAÇO EM DISCO
  4. CONSUMO DE I/O DE DISCO
  5. CONSUMO DE BANDA

Estes 5 pilares te credenciam preferencialmente em ambiente Iaas (Infraestrutura como serviço) a garantir que você terá um custo baixo com boa performance.

Para isso irei mostrar 2 ferramentas que você pode utilizar para avaliar ir para nuvem com saúde e performance.

Microsoft Azure Virtual Machine Readiness Assessment.

Esta ferramenta lhe traz um relatório e lista de verificação bem detalhado de Workloads e Servidores que estão prontos e gabaritados para nuvem Azure.

Para baixar esta ferramenta clique neste link https://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=391029&clcid=0x416

Instale a ferramenta que é bem simples e siga os passos.

Aguarde a instalação finalizar.

Ferramenta finalizada agora vamos analisar.

A ferramenta permite que eu faça analise de um ambiente Active Directory, SQL Server e Sharepoint.

Ele checa requisitos do ambiente para que você possa coletar de forma correta.

Alguns requisitos de banda são necessários para a analise.

Requisitos de Firewall são necessários para que a ferramenta possa analisar de forma correta.

Requisitos de localidade são importantes para que sejam criados ambiente no Azure.

Muito importante informa se o ambiente é de produção, dev ou teste.

Importante se o que você irá levar para o Azure será dados ou a imagem VHD e se os requisitos cobrem a levar imagem de sua máquina virtual ou física local.

Como mencionei acima é importante se a sua aplicação tem participação no uso de I/O de disco para que seja escolhido de forma correta os modelos de maquinas no Azure.

Se seu ambiente tem DR (Disaster Recover)

Neste caso está sendo coletado dados de um ambiente de Active Directory.

Finalizado irá gerar um relatório.

Salve em um diretório onde possamos ver o relatório de laboratório.

O relatório eu coloquei neste link para ser analisado que é montado um template com informações do Active Directory e através dele é possível informações de objetos de dados de servidores da sua rede.

Baixe aqui https://1drv.ms/w/s!An-dPolj_Ee_g5Qw45EZwP5FkwkErg

Fique ligado no próximo post

Até mais

Ubuntu Server Azure com disco gerenciado

Olá Pessoal, hoje mostrarei um passo a passo com a construção do novo serviço com discos gerenciados.

Em resumo o disco gerenciado simplifica a forma de criação e manutenção dos discos. É mais escalável, os discos ficam em um local central.

Todo o gerenciamento é feito pelo Azure.

Veja neste link sobre gerenciamento de discos. https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/storage-managed-disks-overview

Eu irei demonstrar o Ubuntu neste passo a passo.

Escolha a versão do Ubuntu, neste caso escolhi a versão Ubuntu Server 16.04.

Neste primeiro passo vamos escolher o nome da máquina, resource group, usuário, senha.

Mais um item interessante novo é a escolha mínima se você digitar o tamanho mínimo de cores e memoria ele vai mostrar os modelos mais próximos do que você digitou. Isto facilita a visão e preço de maquina mais adequado para seu negócio. Eu escolherei o modelo DS1 para o LAB.

Neste passo que muda a forma de escolher a parte de discos. Se você manter No segue o caminho normal para você fazer a gestão do storage account e fazer a gestão dos VHDS. Isso depende do administrador e tipo de servidor e performance de disco o administrador vai separar od VHDS por storage account fazendo a gestão do disco. Ou como neste LAB eu escolherei a gestão do disco com YES você verá uma nova forma da criação dos discos como gerenciados.

Veja que quando eu escolhi USE MANAGED DISKS o elemento Storage Account sumiu. Vamos dar OK e dar sequência no passo a passo.

Veja se está tudo ok e vamos dar sequencia.

Vamos aguardar o deploy do Servidor.

Veja neste link de forma detalhada a criação de forma manual com storage account https://fabiosilva.com.br/2017/02/12/criando-maquina-virtual-redhat-em-arm-azure-resource-manager/

Dentro de nossa campanha Azure IT Pro br o nosso amigo Michel Jatoba fala de disco gerenciado e veja nesta matéria http://micheljatoba.com.br/2017/04/microsoft-azure-disco-gerenciado/ e prestigie.

Veja as 2 imagens acima a primeira imagem normal e a segunda mais abaixo com 1 storages account, a segunda com disco gerenciado não aparece, só um storage account, você não tem a visão por que quem está gerenciando é o Azure, você tem a visão bem mais simplificada e claro você pode inserir mais discos gerenciados. Isso permite que um profissional com menos conhecimento posso criar a máquina e deixar que o disco seja gerenciado pela plataforma com mais precisão.

Dando a sequência vamos acessar o servidor.

Vamos acessar através do Public IP Address

Vamos acessar o ambiente via protocolo SSH através do app Putty.

Pronto o Ubuntu com gerenciamento de disco.

Até a próxima.

Provisionando SUSE ENTERPRISE LINUX ARM AZURE

Olá Pessoal

Hoje vou mostrar como provisionar SUSE ENTERPRISE EM ARM (Azure Resource Manager).

Suse é uma distribuição linux bastante usada em ambientes corporativos grandes por ser robusto, performático.

A SAP homologa o SUSE para suas aplicações como exemplo.

Acesse o site da SUSE e veja informações mais relevantes em https://www.suse.com/pt-br/

Iremos provisionar a versão 12 SP4 Versão estável.

Iremos escolher Resource Manager (Azure Resource Manager) para os próximos passos.

Quer saber sobre a versão ASM (Versão Classica) acesse aqui https://fabiosilva.com.br/2016/02/03/suse-enterprise-linux-12-no-microsoft-azure/

Nesta sequencia criaremos o nome do servidor, o disco que será usado, neste caso por performance SSD. User name e Password.
A Subscrição que você tem, neste caso Visual Studio Enterprise.

Finalizando a primeira etapa a criação do Resource Group e a localidade da maquina.

Nesta etapa escolheremos a maquina virtual e escolheremos o modelo DS2_v2 como laboratório.

Neste passo você escolhera se o disco será gerenciado ou não, é um item novo dentro do Azure. Veja aqui sobre disco gerenciado.
O storage account onde o disco será armazenado, a vNet e o ip publico o NSG por diante. Manteremos tudo padrão para laboratório.

Neste POST eu detalhei tudo sobre ARM e você pode ver uma criação em detalhes aqui.

Valide as informações da maquina e quem sabe futuramente você pode fazer o download do template da mesma para um uso futuro.

A aguarde o provisionamento da máquina.

Maquina criada vamos ver todos recursos e acessar o ambiente via SSH.

Veja todos os recursos agrupados da maquina SUSE ENTERPRISE.

Na DASHBOARD ele lhe mostra uma série de informações que garante que o acesso SSH seja concluído.

Acesse via putty com username e password criado.

Pronto, Suse provisionado e você estará pronto para instalação da sua aplicação para uso no Azure.

O provisionamento dependendo do tamanho da máquina não dura 5 minutos.

Simples, objetivo e rápido.

Até a próxima.

Transferências de dados com AZCOPY para Azure

Olá pessoal

Hoje irei demonstrar a vocês de uma forma fácil e barata a transferência de dados através do AZCOPY.

Se você já tem a familiaridade do XCOPY o AZCOPY é semelhante.

Além de você ter como ferramenta de transferência o Azure File Explorer ou o REDGATE Azure explorer o Azcopy é uma forma barata ou para automação através do Windows com Schedule.

O AzCopy pode ser baixado deste link ( http://aka.ms/downloadazcopy ). Para instalar, basta seguir as instruções de instalação.

A instalação é bem tranquila.

Depois de baixar siga com NEXT

Aceite os termos do contrato e siga com NEXT.

Escolha o diretório onde o software ficará armazenado e siga com NEXT

Continue com o procedimento e clique em INSTALL

Finalize a instalação com FINISH para continuarmos com o procedimento.

O modelo de conexão que iremos realizar é este abaixo.

@echo off

cd C:\Program Files (x86)\Microsoft SDKs\Azure\AzCopy

AzCopy /Source:C:\myFolder /Dest:https://myazureaccount.windows.net/myfileshare1 /DestKey:mydestKey /S /Y

Vejamos cada componente do comando AzCopy em detalhes:

  • / Source: – Especifica a origem do arquivo. Essa fonte pode ser armazenamento de arquivos regular ou qualquer uma das opções de armazenamento do Microsoft Azure . Neste caso, estamos especificando uma pasta em nossa unidade C.
  • / Dest: – Especifica o destino do comando. Se o destino for uma das opções de armazenamento do Microsoft Azure, será necessário especificar uma chave de destino para acessar o armazenamento.
  • / DestKey – Especifica a chave da conta de armazenamento para a chave de destino
  • / S – Define o modo para recursivo, o que fará com que o AzCopy copie todos os blob ou arquivos.
  • / Y – Confirma que o comando será feito do AzCopy

Agora você precisa criar um storage acount no Azure.

Acessamos o portal e criamos um storage como General purpose que o foco é transferência de arquivos como OBJETO em geral.

Lembrando que temos 4 tipos de arquivos como BLOCO, ARQUIVOS, TABELAS e FILAS.

Saiba mais aqui sobre ARMAZENAMENTO em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/storage-introduction

Storage criado, vamos criar a pasta que vai receber os dados dentro de FILES. Iremos clicar em FILES e criar a pasta.

Clicamos em File Share e criamos a pasta

Criamos com nome como exemplo acima e configure o tamanho até 5120GB ou 5TB (Cinco terabyte) que é o tamanho máximo de casa pasta.

Pasta criada, e veremos o endereço URL e a chave para que faça sentido o comando AZCOPY para a cópia dos arquivos.

Em Connect teremos um exemplo para conexão e iremos usar como exemplo para utilizar o comando para transferir os dados.

AzCopy /Source:C:\myFolder /Dest:https://myazureaccount.windows.net/myfileshare1 /DestKey:mydestKey /S /Y

Seguindo o exemplo AzCopy /Source:C:\myFolder /Dest:https://myazureaccount.windows.net/myfileshare1 /DestKey:mydestKey /S /Y

A copia dos arquivos que fiz através da minha maquina é da pasta Documentos

C:\Program Files (x86)\Microsoft SDKs\Azure\AzCopy>AzCopy /Source:C:\Users\fpere\Documents\ /Dest:https://storagefabiosilva.file.core.windows.net/pastafabio /DestKey:C4br1VX27L8P67BFQ1yrr0U7qYnaZ2hFHIevE8Ph/999jXV0BOnisxAkUOuWDpIjXsXFnhbposten9jUtwpg6g== /S /Y

Veja que quando é dado o comando em amarelo ele mostra em tempo real os arquivos sendo transferidos.

Para conferir que os arquivos estão sendo transferidos através do portal vá na pasta criada e veja os arquivos.

Outra forma também de visualizar os arquivos podemos utilizar através no mapeamento em https://fabiosilva.com.br/2016/11/23/mapeando-storage-no-linux-e-no-windows-no-azure/ ou pelo Azure explorer ou Redgate Azure Explorer mencionado acima.

Arquivos transferidos finalizados com êxito.

Espero que tenham gostado.

Até o próximo post.

Maratona Azure Open Source. 

A Microsoft vem em uma campanha muito legal de investimentos em opensource. Para isso está disponibilizando gratuitamente cursos e com certificado. Aproveitem e façam que é por tempo limitado.

Capturar.PNG

http://www.microsoftdiplomados.com/brasil/?WT.mc_id=602165_OLA_11087213057886_11087213057907

Redundância de dados em nuvens diferentes “Multicloud”

Olá pessoal

Ontem tivemos notícias bombásticas que alguns serviços do Amazon tiveram fora ou totalmente fora, e um bem conhecido dele foi o S3, que é uns dos serviços de armazenamentos da AWS.

Hoje podemos definir que seu site ou aplicação for imprescindível podemos definir que ele tem que ter uma disponibilidade sem igual.

O “Seguro morreu de velho” já dizia nossos pais e nossos avós.

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Então irei mostrar um exemplo bem básico de armazenar imagens estáticas ou até outros tipos de objetos.

Irei mostrar como fazer um upload básico da mesma imagem e você pode através de programação alterar de forma rápida em nuvens distintas como AWS e propriamente o Azure. Não tenho expertise em desenvolvimento, mas esta demonstração vai despertar a imaginação de você que desenvolve ou até mesmo pensar em multicloud.

Isso irá deixar seu site multicloud assim não dependente de uma nuvem só.

No Azure temos o Storage Account que tem algumas funções.

Se gostaria de saber sobre armazenamento em especifico sobre storage account no Azure veja em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/storage-introduction.

Também sobre S3 veja em https://aws.amazon.com/pt/s3/.

Este post não visa mostrar como criar bucket no S3 e nem contêiner no storage account mas sim como fazer o upload da mesma imagem e mostrar as URLS das imagens nas 2 nuvens.

Eu criei o storage account e o contêiner em blob service para fazer o upload da imagem no Azure e criei um bucket no s3 e a pasta imagens no AWS. Irei fazer o upload em cada nuvem.

Bem simples no contêiner va em upload e escolha a imagem como escolhi banner01.jpg e faça o upload da imagem.

Banner feito o upload, agora vamos no AWS e fazer a mesma configuração.

Na pasta criada imagens vá em upload.

Clique em ADD Files e escolha a mesma imagem. Clique em START UPLOAD e aguarde.

Pronto já temos as mesmas imagens no Azure e AWS.

No Azure você pode ir em propriedades e copiar a URL da imagem como acima.

No AWS nas propriedades também tem a URL da imagem e você pode copiar também a URL.

Abaixo você pode verificar as URLS que criei.

https://bancodeimagens.blob.core.windows.net/imagens/banner01.jpg

https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/bancodeimagensfabio/Imagens/banner01.jpg

Eu também fiz um html simples que mostra as 2 URLS nas 2 nuvens.

Clique aqui  

Esta é uma demonstração básica que pode ser feito já.

Tanto Azure como S3 tem redundâncias setadas para regiões garantindo que seus dados estejam disponíveis em localidades diferentes, mas nada que nuvens diferentes possam lhe dar poder maior de disponibilidade e até economia na hora de pagar.

Espero que este post ajude.

Até mais.

Obrigado.

Criando Maquina virtual REDHAT em ARM (Azure Resource Manager)

Sabemos que atualmente quase tudo é desenvolvido no novo portal do Azure.

A alguns elementos que devem ser evidenciados.

Um deles é o ARM (Azure Resource Manager).

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/azure-resource-manager/resource-group-overview

Em resumo é um conjunto que define melhor a organização de recursos computacionais ou outros elementos dentro do Azure em um grupo só.

Um grupo de recursos de uma máquina virtual podemos definir como a segurança, o ip, placa de rede, armazenamento e a máquina virtual em si.

Ao criar uma máquina virtual você define um nome ao grupo de recursos daquela máquina ou de um determinado grupo de maquinas, vai depender de como será criado a arquitetura da aplicação ou serviço que você irá criar.

  • Vnet é a rede do Azure
  • Storage Account é onde é armazenado os recursos
  • NSG é o perímetro de acesso e segurança (Firewall)
  • IP onde é fornecido o IP valido para acesso de fora e também o ip da LAN
  • Network Interface é a placa de rede virtual fornecida como recurso
  • Virtual Machine é a estrutura onde tem o sistema operacional instalado

Agora vamos demonstrar um passo a passo para criação da maquina virtual e a sequencia.

Irei demonstrar o RED HAT Enterprise.

No portal.

Em Compute escolha na imagem o Red Hat Enteprise Linux 7.2

Na sequência ele deixa como primeira sugestão “Resource Manager” ou também em modo “Classic”, como estamos orientando em modo ARM iremos dar sequencia em “Resource Manager”. Clique em Create.

Na próxima sequencia nós iremos criar nome da maquina, usuário senha e nome do Grupo de Recursos “Resource Manager”

Criado na sequência e vamos criar o grupo de recursos que comtempla o ” Resource Group”.

Criado o nome “RGRHFabioSilva”, criei o grupo de recursos resource group red hat fabio silva para identificar os recursos que fazem parte.

Lembrando que podemos criar com uma maquina ou um conjunto de maquinas.

Esta sequência você escolherá o modelo de máquina que se adequa a aplicação que você irá usar futuramente. Eu escolhi A4 Basic como exemplo.

A próxima sequencia eu defino como a principal na criação do grupo de recursos que é a definição dos nomes dos recursos. Você pode manter os nomes que estão como sugestão ou mudar e ter uma visão melhor dos recursos.

Se você não quer alterar nada só clicar em OK e seguir os procedimentos na criação da máquina virtual, mas vou mostrar como podemos ter uma arquitetura melhor e mais organizada alterando os nomes e ter uma visão melhor dos recursos.

STORAGE

A primeira alteração que fazemos é no nome do Storage Account onde é o armazenamento dos discos e da maquina virtual. Veja que ele deu o nome de rgrhfabiosilvadisks232, é um nome criado automaticamente baseado no nome do “Resource Manager” então eu irei alterar. Aqui tamb´rm você irá definir como você quer a redundância dos seus dados, redundância local, por zona ou geográfica. Isto é definido pela importância que a sua aplicação tem e a disponibilidade dos dados que são definidos pela sua organização.

Veja em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/

Eu escolhi o nome do Storage Account e com redundância local.

Se caso você quiser criar mais Storages Account na criação ele permite para você organizar discos de sistemas operacionais de discos de dados. Também pode ser separado por níveis de relevância como discos de sistemas que tem menos I/O e mais I/O.

NETWORK

Na mesma sequência iremos alterar o nome da rede.

Você pode definir a rede para uma máquina só como um sistema web que não precisa ter comunicação com a sua rede como você pode definir uma rede para várias maquinas, como rede de produção, de homologação e de desenvolvimento. Assim o trafego fica bem mais segmentado.

Veja que já é bem definido a rede, mas o nome pode ser alterado. Eu irei alterar para você ver que poder ter uma organização melhor.

Alterei para uma melhor visualização VnetSuaempresaProducao e a Subnet com o nome da rede de produção.

IP PUBLICO

O ip publico também é importante na criação pois por padrão ele é dinâmico e você pode manter ele como fixo. Uma grande atenção ao criar o IP Publico fixo, mesmo ele sendo fixo é importante ressaltar que ao desalocar os recursos que é desligar a maquina através do portal ele desaloca todos recursos, e um deles é o ip fixo. E ao ligar para alocar os recursos o ip fixo pode subir com um diferente.

A recomendação é que use os recursos baseados e DNS. Isso garante que a aplicação não tenha interrupção de acesso.

Veja em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/Virtual-Network/virtual-network-ip-addresses-overview-arm

Eu alterei o nome e IP estático.

NSG ou FIREWALL

O NSG é onde você define as regras de firewall. Veja que na criação da máquina virtual RED HAT ele já por padrão libera o acesso a porta 22 SSH, mas você pode definir as regras de acesso da sua aplicação como porta 80 HTTP e 443 HTTPS e como exemplo RDP 3389. Bancos de dados como SQL Server 1433, Mysql 3306, Oracle 1521 que são portas de acesso conhecidas.

Não alterei os nomes pois estão organizados e manterei a porta 22. De OK.

Veja mais sobre NSG em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-network/virtual-networks-create-nsg-arm-pportal

High Aviability (Aviability Set)

O Aviability Set garante o SLA da infraestrutura do Azure. É um recurso importante dentro do Azure que garante o SLA de 99,95% da infraestrutura.

Em resumo se tiver algum tipo de manutenção preventiva ou risco de problemas dentro da datacenter do Azure ele garante que sua máquina não tenha interrupção dos seus serviços.

É importante que você crie para que seus serviços a nível de infraestrutura sejam entregues com excelência.

Veja mais sobre High Aviability em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-machines/virtual-machines-windows-manage-availability

Criei com o mínimo de Update domais e Fault domais a nível de laboratório.

Se é importante para você detalhar monitoramento deixe ativo boot diagnostics e Guest OS diagnostics.

Veja com mais detalhes em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/monitoring-and-diagnostics/monitoring-overview-of-diagnostic-logs

Ao habilitar os diagnósticos e logs de sistema é preciso criar um storage account.

O storage foi criado com nome de discodelogs.core.windows.net.

E por fim tem uma validação para ver se não tem nada de errado na sua criação.

Lembrando que estamos criando uma maquina virtual RED HAT ENTERPRISE 7.2.

Se você tiver familiarizado com Windows crie com Windows Servers.

Aguarde a criação da máquina para que possamos acessar via SSH.

Veja uma máquina criada automaticamente sem alteração nos nomes

Veja os recursos cridos com passo a passo que são melhores visualiados e identificados.

Veja o overview da máquina ligada, o diagnostico ativo, o ip de acesso ao SSH.

Para acessar o Linux é preciso ter o aplicativo para acesso SSH.

O mais prático é o Putty em http://www.putty.org/

Acesse com seu usuário criado.

Pronto, o RED HAT Enterprise 7.2 no Azure está pronto para receber seus serviços e aplicações.

Como isso você está apto de forma detalhada a criar uma máquina virtual Linux em modo ARM no Azure.

Até a próxima.