Palestra e curso Azure

Olá pessoal.

Ontem fizemos uma palestra sobre Cloud e Azure.

O vídeo da palestra disponível para assistir. Acesse o canal do YouTube da Tempo Real

Convido também ao curso Hands ON que irá acontecer dia 02 de Dezembro.

https://www.temporealeventos.com.br/curso-azure-presencial

Irá ter outra turma EAD ainda sem data.

https://www.temporealeventos.com.br/curso-azure-ead

Se tiver alguma dúvida pode entrar em contato comigo ou pelo próprio site da Tempo Real Eventos.

Contamos com vocês.

Obrigado

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Azure DDoS Protection Service

Os ataques de negação de serviços (DDoS) são uma das principais preocupações de segurança pelos clientes que movem seus aplicativos para a nuvem. Essas preocupações são justificadas porque o número de ataques DDoS cresceu 380% no primeiro trimestre de 2017 em relação ao primeiro trimestre de 2016 de acordo com dados da Nexusguard . Em outubro de 2016, uma série de sites populares foram impactados por um ciberataque maciço que consiste em múltiplos ataques de negação de serviço. Estima-se que até um terço de todos os incidentes de inatividade na Internet estão relacionados a ataques DDoS.

À medida que os tipos e a sofisticação dos ataques de rede aumentam, o Azure fornece aos nossos clientes soluções que continuem a proteger a segurança e disponibilidade de serviços Azure. A segurança e a disponibilidade na nuvem são uma responsabilidade compartilhada. O Azure fornece capacidades de nível de plataforma e as melhores práticas para que os clientes adotem e apliquem em projetos de aplicativos que atinjam seus objetivos de negócios.

O serviço do DDoS do Azure, este serviço está integrado com redes virtuais e fornece proteção para aplicações Azure de ataques DDoS. Ele permite recursos adicionais de ajuste, alerta e telemetria específicos da aplicação além da Proteção DDoS básica que é incluída automaticamente na plataforma Azure.

Serviços Azure DDoS Protection Service


Proteção DDoS Basic.

A proteção básica está integrada na plataforma Azure por padrão e sem custo adicional. A escala total e a capacidade da rede globalmente implantada da Azure oferecem proteção contra ataques comuns de camada de rede, sempre em monitoramento de tráfego e mitigação em tempo real. Nenhuma configuração do usuário ou alterações de aplicativo são necessárias para habilitar o DDoS Protection Basic.


Serviço Azure DDoS Protection Standard

O Azure DDoS Protection Standard é uma nova oferta que fornece recursos adicionais de mitigação DDoS e é para proteger seus recursos Azure específicos. A proteção é simples de ativar em qualquer rede virtual nova ou existente e não requer mudanças de aplicativos ou recursos. O padrão utiliza monitoramento dedicado e aprendizado automático para configurar políticas de proteção DDoS sintonizadas em sua rede virtual. Esta proteção adicional é conseguida através do perfil dos padrões de tráfego normais do seu aplicativo, detectando inteligentemente tráfego mal-intencionado e mitigando ataques assim que forem detectados.O DDoS Protection Standard fornece vistas de telemetria de ataque através do Monitor Azure, permitindo alertas quando seu aplicativo está sob ataque. A proteção da aplicação da camada Layer 7 pode ser fornecida pelo Application Gateway WAF.


Proteção DDoS Azure Recursos de serviço padrão

Integração da plataforma nativa

A Proteção DDoS da Azure é integrada nativamente no Azure e inclui a configuração através do Portal Azure e do PowerShell quando você ativa em uma Rede Virtual (VNet).

Turn Key Protection

O provisionamento simplificado protege imediatamente todos os recursos em uma rede virtual sem necessidade de alterações de aplicativos adicionais.


Sempre em monitoramento

Quando a Proteção DDoS está habilitada, os padrões de tráfego de sua aplicação são monitorados continuamente para os indicadores de ataques.

Adaptação

A proteção DDoS entende seus recursos e configuração de recursos e personaliza a política de proteção DDoS para sua rede virtual. Os algoritmos de Aprendizado de máquinas definem e ajustam as políticas de proteção à medida que os padrões de tráfego mudam ao longo do tempo. As políticas de proteção definem limites de proteção e a mitigação é realizada quando o tráfego de rede real excede o limite de políticas.


Proteção L3 a L7 com Gateway de Aplicação

O serviço Azure DDoS Protection em combinação com o firewall Application Application Gateway da Web fornece proteção DDoS para vulnerabilidades e ataques comuns da web.

  • Solicitação de limitação de taxa
  • Violações do protocolo HTTP
  • Anomalias do protocolo HTTP
  • Injeção SQL
  • Cross-site scripting


    DDoS Protection telemetria, monitoramento e alerta

    A telemetria rica é exposta através do Monitor Azure, incluindo métricas detalhadas durante a duração de um ataque DDoS. Alerta pode ser configurada para qualquer uma das métricas do monitor Azure expostas pela proteção DDoS. O log pode ser mais integrado com Splunk (Azure Event Hubs), OMS Log Analytics e Azure Storage para análise avançada através da interface Azure Monitor Diagnostics. 


    Proteção de custos

    Quando os serviços de Proteção DDoS vão ao GA, a Proteção de Custos fornecerá créditos de recursos para dimensionar durante um ataque documentado.

    Proteção DDoS Azure Disponibilidade padrão do serviço

    O serviço Azure DDoS Protection está disponível agora nos Estados Unidos do leste, oeste dos EUA e oeste dos EUA

    Como faço para começar?

    DDoS Protection está em pré-visualização e não há custo para o serviço durante a pré-visualização. Os clientes Azure podem se inscrever para o serviço de Proteção DDoS Azure aqui .

    Para saber mais sobre o serviço, consulte a documentação do serviço de proteção DDoS do Azure .

     

    FONTE: https://azure.microsoft.com/pt-br/blog/azure-ddos-protection-service-preview/

    Até mais pessoal.

Amazon Workspace – Desktop na Nuvem

Olá pessoal

Primeiro de tudo!!!

O que é o VDI?

A infraestrutura de desktop virtual, ou VDI, refere-se ao processo de executar um desktop de usuário em uma máquina virtual hospedada em um servidor no datacenter. É uma forma poderosa de virtualização de desktop, porque permite desktops totalmente personalizados para cada usuário, com toda a segurança e simplicidade do gerenciamento centralizado.

O VDI permite que os clientes simplifiquem o gerenciamento e os custos, consolidando e centralizando os desktops enquanto fornecem aos usuários finais mobilidade e a liberdade de acessar os desktops virtuais a qualquer hora, em qualquer lugar, em qualquer dispositivo. É importante compreender, no entanto, que o VDI é apenas uma forma de virtualização de desktop.

Hoje eu vou mostrar para vocês um serviço que a AWS oferece que é o AWS Workspace. Seu desktop na Nuvem.

Imagina você acessar a sua área de trabalho de qualquer lugar e de qualquer dispositivo, sem investimento em CAPEX e Hardware, usar tudo como serviço.

O Workspace entrega tudo isso com Windows 7 e 10.

Acesse o famoso console da AWS, se autentique e na busca procure por Workspace. É bem simples De um Get Started Now.

Como eu disse o processo de ativação é bem rápido, temos 2 formas de ativação, como se fosse um WORKGROUP e o segundo avança do ele cria o serviço de diretório dentro do próprio AWS.

Iremos escolher o modo mais simples para demonstrar a vocês.

O AWS oferece varias imagens de start das versões de Windows e vamos escolher a versão obvia do Windows 10.

Escolha o usuário e se você quiser poderá criar mais um usuário. Aperte o botão Lounch Workspaces.

Va para o console e aguarde a criação da imagem.

No processo obviamente ele já cria a VPC da rede de desktops, e você pode criar a VPN para colocar seu próprio Active Directory para que você posso controlar os Desktops via GPO. Isso facilita bastante o processo. E as praticidades do AWS com snapshot das maquinas e outros serviços do AWS.

Após a criação do AWS Workspaces você estará apto a acessar.

Acesse a URL acima clientes.amazonworkspace.com e escolha a forma de acessar seu VDI. Ele permite o acesso via Windows, MAC, Linux, Android e IOS. Além de permitir o acesso via WEB através dos navegadores.

Se for via web registre o código ou pelos aplicativos. Você receberá um e-mail para informar a senha de acesso ao VDI.

Eu baixei o aplicativo para Windows e siga a sequencia de instalação

Siga a sequencia.

Você recebeu um e-mail para colocar a nova senha do VDI, coloque a senha e vamos acessar o Desktop.

Aguarde o acesso.

Permita o acesso do Aplicativo.

Pronto, você já estará acessando a área de trabalho do Windows 10 no Amazon Workspace.

Veja a rede interna que a AWS oferece através da VPC.

Abaixo a sequência para acesso via ANDROID.

Escolha no PlayStore Amazon Workspace

Achou, vamos instalar.

Instale a aplicação

Após instalar abre a aplicação.

Registre o código que recebeu para acesso ao APP.

Coloque o código

Após receber o código ele vai permitir que você coloque o usuário e senha da maquina.

Pronto, após acessar o usuário e senha você terá o acesso através de um dispositivo móvel.

Isso lhe dará uma liberdade imensa e até acesso a aplicativos legados que a sua empresa tem com Windows 7.

Este link ele te dá uma visão de preço para utilizar o Amazon Workspace https://aws.amazon.com/pt/workspaces/pricing/

Lembre-se que o uso é um serviço e seu CAPEX será transferido para o uso de OPEX. Isso da um folego grande de gestão da operação e justificar o uso de serviços sem investimento em Hardware.

Também lhe trará um ganho em gestão de licenciamento pois os licenciamentos de sistemas operacionais estão agora relacionados a OPEX.

Os custos de Capex obviamente você reaproveitará seu parque de desktops e utilizará como ThinClients com software Opersource ou até mesmo com a manutenção dos sistemas operacionais Windows sem um novo investimento.

Ou o investimento em Thinclients de baixo custo que não deixará seu Capex alto.

Eu espero que tenha ajudado e nos próximos posts eu falarei de mais de investimento em VDI.

Até a próxima.

Instancias Lightsail AWS

Olá Pessoal

A AWS para facilitar a vida lançou o serviço Lightsail.

É um Serviço de VPS com tecnologia da AWS que facilita a criação das suas aplicações Web de forma mais rápida e pratica.

Alguns serviços como Worpress, Node.JS e Nginx, Serviço de DNS do Route 53 e snapshot são entregues de forma rápida e didática.

Sem muita delonga segue abaixo como ativar uma aplicação WORPRESS no Lightsail.

Acesse o site do Lightsail em https://amazonlightsail.com/ escolha como na imagem acima.

Escolha a opção desejada, se você tem uma aplicação especifica pode escolher uma instancia limpa ou o Lightsail como na imagem acima.

O método de criar a instancia é muito ágil, estão definidas nos países acima. No Brasil não tem.

Selecione a plataforma. O Lab será o WORDPRESS.

Este passo ele já cria a senha, ou você mesmo gera sua própria chave SSH. Clique no gerenciador e vá no botão de Download para baixar a chave de acesso SSH.

Escolha o plano acessível para seu nível financeiro ou que a aplicação suporta.

Escolha o nome da instancia e clique em criar.

Dentro dos passos temos a opção de Zona de DNS (ROUTE 53) e Snapshots que são serviços a parte do Lightsail. Mas que se permeiam caso você precise.

Ele oferece uma zona de disponibilidade, ou você pode alterar a zona.

O deploy é quase que instantâneo. Tenho quase certeza que é Docker, mas até o momento não consegui avaliar se é ou não. E pronto, o serviço esta entregue para ser utilizado.

Veja que ele entrega já um número de IP e mostra que está em execução.

Pronto acess o ip e veja que o WordPress está com um tema padrão no ar. Obvio que é um deploy do marketplace da BITNAMI. Importante acessar o Marketplace pois tem alguns procedimento caso for acessar para alterar senha do WORDPRESS.

O Lightsail tem um console via web melhorado do próprio console tradicional do AWS onde já libera o acesso ao console do linux sem precisar de acesso SSH ou pelo aplicativo Putty.

O acesso do console do Lightsail é diferente do console do AWS é preciso acessar por esta URL https://lightsail.aws.amazon.com.

Os 3 pontinhos revela como conectar, reiniciar o serviço, desligar e ligar a maquina.

Pronto, em minutos você com pouco conhecimento pode ativar sua aplicação.

Leia a documentação em https://amazonlightsail.com/pt/docs/.

Tem muita informação que pode facilitar em até conhecer os serviços do Lightsail e também AWS.

Espero ter ajudado e fique à vontade para entrar em contato.

Até o próximo post.

AzureCLI – Automatizando ligamento e desligamento de VM via Azure

Olá pessoal, quem tem familiaridade com comandos Linux, O Azure CLI proporciona você armazenar e centralizar seus scripts e agendar via CRONTAB.

É bem simples mas muito funcional. Sabemos que o Poweshell é poderoso e utilizar o AzureCLI facilita mais ainda outra maneira de usar e automatizar ambientes.

Um dos comandos que irei realizar é o de desligamento, ligamento e desalocar os recursos.

O comando é bem simples

az vm start – ele liga a maquina virtual
az vm stop – ele desliga a maquina virtual mas não desaloca os recursos
az vm deallocate – ele desliga a maquina e desaloca os recursos da maquina

Então vamos lá.

O ambiente temos 3 maquinas, uma Windows server01 ligada no Grupo001, A linux no Grupo002 desligada, e uma Marketplace Alfresco no grupo Rgalfresco ligada.

Os comandos são simples.

az vm stop -g Grupo001 -n server01, iremos desligar.

az vm start -g Grupo002 -n Server02, iremos ligar.

az vm deallocate -g Grupo002 -n Server02, iremos desalocar a mesma maquina 002 depois de ligar novamente.

Veja o vídeo Abaixo de demonstração

Para agendar o horário para ligar, desligar ou desalocar a maquina use o CRONTAB.

Vamos criar o script bem simples para o cron executar.

vim script_ligar_vm_azure.sh

De o comando chmod a+x script_ligar_vm_azure.sh para ter permissão de execução.

O mesmo você irá fazer para os outros scripts para execução.

Como usar o cron

O primeiro passo é abrir o crontab. Para isso, você pode usar editores de textos como vi, vim, emacs ou nano. Também é possível digitar o comando crontab -e para editar o arquivo exclusivo de seu usuário. Neste caso, a edição é feita como se você estivesse usando o vi.

O crontab tem o seguinte formato:

[minutos] [horas] [dias do mês] [mês] [dias da semana] [usuário] [comando]
O preenchimento de cada campo é feito da seguinte maneira:

– Minutos: informe números de 0 a 59;
– Horas: informe números de 0 a 23;
– Dias do mês: informe números de 0 a 31;
– Mês: informe números de 1 a 12;
– Dias da semana: informe números de 0 a 7;
– Usuário: é o usuário que vai executar o comando (não é necessário especificá-lo se o arquivo do próprio usuário for usado);
– Comando: a tarefa que deve ser executada.

Repare que a ordem desses valores indica o nome correspondente do campo. Por exemplo, no campo mês, 1 a 12 quer dizer de “janeiro a dezembro”. No caso de dias da semana, 0 a 6 quer dizer de “domingo a sábado”. Note que o número 7 também pode ser usado. Neste caso, assim como o número 0, o 7 equivale ao dia de “domingo”.

No lugar desses valores, você pode informar * (asterisco) para especificar uma execução constante. Por exemplo, se o campo dias do mês conter *, o comando relacionado será executado todos os dias.

Você também pode informar intervalos no preenchimento, separando os números de início e fim através de – (hífen). Por exemplo, se no campo horas for informando 2-5, o comando relacionado será executado às 2, 3, 4 e 5 horas. E se o comando tiver que ser executado às 2 horas, entre 15 e 18 horas e às 22 horas? Basta informar 2,15-18,22. Nestes casos, você separa os parâmetros por vírgula.

Vamos ao exemplo:

De o comando crontab -e


Edite para o editor que você goste mais. O meu é o VIM.


Os scripts estão no diretório home pois você não pode executar como root.


Pronto, agendei para 22:30 executar o script de ligamento da maquina.

Lembrando que a máquina virtual já tem o agendamento para desligamento em modo gráfico.

Temos o Automation que você pode utilizar também como ponto central de scripts.

Mas o Azure CLI com o shell também é uma ótima alternativa e familiaridade para quem conhece linux.

Espero que tenham gostado.

Teste o Azure de 1 mês a 12 meses

Olá pessoal

O Microsoft Azure sempre está em constante mudança. E para você criar sua conta no novo portal agora o Azure tem um credito de $200,00 dolares para quem quer testar e ainda pode utilizar serviços de modo gratuito em https://azure.microsoft.com/pt-br/free/ você tem uma gama de produtos para usar por 30 dias e outros produtos e serviços por 12 meses.

Houve uma mudança significativa para quem usava portal ASM para o ARM.

O primeiro passo é se cadastrar no Azure.

Acesse https://azure.microsoft.com/pt-br/get-started/

Acesse o botão “Inicio gratuito”

Clique no botão novamente “inicio gratuito”

Acesse com uma conta “Account Microsoft” ou uma conta associada a uma conta Microsoft.

Se você não usa uma conta Microsoft veja como associar neste link https://support.microsoft.com/pt-br/help/2742009/how-to-recover-my-outlook-com-account-back-to-my-hotmail-com-account-e

Preencha os campos, o campo CNPJ coloque seu CNPJ ou CPF (obrigatório). O Campo CCM não é obrigatório.

O segundo passo é uma verificação através do celular, ele vai enviar um código verificador (duplo fator), ou se você preferir você recebe uma ligação.

Digite ocódigo que irá receber via texto ou ligação.

É obrigatório um cartão de credito e a novidade também de débito, antes não existia a possibilidade, hoje é permitido. Preencha e va para o próximo passo.

Clique no Botão “Inscrever” e finalize o processo.

Pronto você já pode acessar a Tenant e usufruir alguns serviços por 30 dias e outros por 1 ano.

Acesse https://portal.azure.com

Veja o “Iniciar Tour” para se familiarizar com a Tenant.

Seja bem-vindo a nuvem da Microsoft.

Qualquer dúvida pode entrar em contato em fabiosilva@fabiosilva.com.br ou pelo próprio BLOG http://www.fabiosilva.com.br

Até o próximo post.

GLPI Gestão e Helpdesk no Azure

Olá pessoal

A ferramenta GLPI é uma excelente fermenta para gestão de ativos e controle de chamados.

Eu usei o modelo DS1 no Azure para instalar e compilar a ferramenta.

Usei o Debian 8 para instalar o pacote.

Precisei realizar algumas mudanças no sourcelist para relizar algumas atualizações necessárias no ambiente.

Os passos para instalação no Azure você pode verificar posts anteriores como instalação do Redhat no Azure.

https://fabiosilva.com.br/2016/03/23/red-hat-no-microsoft-azure-azure/

O conceito é o mesmo.

Insira estas linhas no sourcelist

echo “deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main” > /etc/apt/sources.list

echo “deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb http://security.debian.org/ jessie/updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb-src http://security.debian.org/ jessie/updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb http://ftp.de.debian.org/debian/ jessie main non-free” >> /etc/apt/sources.list

Atualize o Sistema
apt-get update
apt-get upgrade -y

Agora vamos instalar os pacotes necessários para que o sistema entre no ar.

Será necessário o APACHE, PHP, MYSQL e dependências

apt-get install ca-certificates apache2 libapache2-mod-php5 php5-cli php5 php5-gd php5-imap php5-ldap php5-mysql php-soap php5-xmlrpc zip unzip bzip2 unrar-free php5-snmp php5-curl -y

Instale o Mysql ou MariaDB

apt-get install mariadb-server

Após a instalação ele irá abrir uma tela Azul para inserção da senha de root do sistema. Coloque a senha e de “OK” e siga o processo.

Acesse a pasta TMP
cd /tmp

Baixe o pacote do site do GLPI http://glpi-project.org/ ou o pacote deles oficial que esta no github

wget https://github.com/glpi-project/glpi/releases/download/9.1.1/glpi-9.1.1.tgz

Descompacte o arquivo

tar -xvzf glpi-9.1.1.tgz

Copie para pasta abaixo do apache

cp -Rf glpi /var/www/html

Altere o arquivo para rodar no Apache

vim /etc/apache2/conf-available/glpi.conf

<Directory “/var/www/html/glpi”>

AllowOverride All

</Directory>

Ative o Arquivo

a2enconf glpi.conf

Restarte o serviço no Apache

service apache2 restart

Altere a permissão de pasta abaixo

chmod 775 /var/www/html -Rf

chown www-data. /var/www/html -Rf

No Mysql iremos criar o usuário mas altere a senha. Esta senha obviamente está como exemplo.

Acesse via console como root

mysql -uroot -p

Crie o banco de dados GLPI

mysql> create database glpi;

Crie o usuário para acesso ao sistema

mysql> create user ‘glpi’@’localhost’ identified by ‘123456’;

De permissão ao banco de dados total

mysql> grant all on glpi.* to glpi identified by ‘123456’;

Saia do console do Mysql

mysql> quit;

Agora vamos acessar o sistema?

Acesse o ip ou o DNS que o Azure forneceu para a maquina.

Importante Salientar que o GLPI roda na porta 80 ou 443 caso você queira deixar segura. E é preciso inserir no NSG as portas para acesso ao SISTEMA.

Veja abaixo:

Acesse: http://seudnsouip/glpi

Este é o acesso, acesse e depois de acessar vá na pasta /var/www/html/glpi/install e renomeie o arquivo instal.php e não apague como muitos fazem.

Va no menu “Administração” e altere a senha de todos usuários por segurança.

Pronto você está apto a utilizar esta ferramenta poderosa e intuitiva.

Ela está sob GPL, e tem versões pagas. Mas pequenas empresas que não querem investir muito e nem investir em capex, o Azure é a melhor opção para utilização.

Mais informações entre nestes sites como referência que vão ajudar bastante na sua escolha.

http://glpi-project.org/

https://github.com/glpi-project

http://www.glpibrasil.com.br/

Arquivo JSON para deploy da máquina virtual

Espero que tenha ajudado

Até mais.

E-book Comparativo AWS e AZURE

UDOjDhRw_400x400.jpg13392_aws-logo

 

Pessoal

Segue e-Book sensacional com comparativo dos serviços AWS e Azure atualizados.

MS_Azure_AWS_Comparison_eBook_Final_v1

Veja também na integra em http://bit.ly/2yPo9TS

 

 

Azure Database for PostgreSQL (PaaS)

Olá pessoal

Recentemente a Microsoft anunciou que Mysql e PostgreSQL estão agora no Canadá e BRASIL.

O RDS da AWS terá uma concorrência maior com está oferta que é muito bem vinda.

Melhor ainda do ponto de vista de performance, latência e qualidade de entrega de serviços web.

Veja na integra o anuncio em http://bit.ly/2yOzxPL

Com isto abaixo tem um passo a passo para provisionar o PostgreSQL no Brasil.

Acesse o portal do Azure escolha na busca ou no menu “Databases” e escolha Banco de dados PostgreSQL.

Veja também aqui o passo a passo do Mysql como PaaS em http://bit.ly/2ztXngR

O Segundo passo é bem simples para o provisionamento, Escolher Usuário, senha, localização BRAZIL como anunciado, versão do banco de dados e tamanho da unidade computacional. Clique em criar e de sequência no provisionamento.

Aguarde o provisionamento.

O primeiro passo para acessar o banco de dados é acessar no menu a parte de segurança. Veja que o banco já acesso seguro via SSL e é preciso liberar uma regra de firewall para acessar colocando IP.

Para acessar o ambiente o Azure já fornece a string de acesso ao banco de dados.

Se você tem alguma aplicação padrão de mercado já tem os parâmetros e exemplos bem definidos para realizar a conexão sem crise. Isso facilita a vida do DEVOPS e do DEV.

Importante é que estamos em um ambiente que oferece PaaS (plataforma como serviço) e abstrai configuração de sistema operacional, isto garante muito uma vantagem. A Microsoft garante a gestão do poder computacional que você escolheu. Importante neste menu acima acertar parâmetros do banco de dados, repetindo abstraindo sistema operacional.

Legal, provisionamos e criamos, agora vamos conectar.

Utilizaremos o PostgreSQL Administrator.

https://www.postgresql.org/ftp/pgadmin/pgadmin4/v2.0/windows/

Acesse e baixe no site do desenvolvedor.

A instalação é bem simples também.

Aceite as condições da licença que está sob GNU Opensource.

Escolha o diretório.

Instale o programa conforme a imagem acima.

Aguarde o fim da instalação.

Pronto, app instalado vamos adicionar a URL que o Azure disponibilizou para que possamos acessar a administração do banco de dados.

Acesse a configuração ADD NEW Server.

Configure os parâmetros para acessar o banco de dados. Siga as instruções que o próprio Azure ofereceu. Principalmente ativação do SSL na figura 3.

Acesse o banco e coloque a senha.

Outra forma de testar é via Cloudshell

O banco de dados Postgre utiliza a porta padrão 5432.

Bom pessoal

Espero que tenha ajudado.

Provisionar maquinas virtuais através de GIT, AzureCLI e Visual Studio.

azurecli

Olá Pessoal

Na ultima WEBCAST que fiz no canal ARQGENTI eu mostrei como está o mercado tanto do lado corporativo como empresa e como anda o lado do profissional.

Muitas mudanças para os 2 lados.

Não é mais uma tendencia, é uma constatação.

O mercado está mudando, as empresas estão mudando com a transformação digital.

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