Criando Maquina virtual REDHAT em ARM (Azure Resource Manager)

Sabemos que atualmente quase tudo é desenvolvido no novo portal do Azure.

A alguns elementos que devem ser evidenciados.

Um deles é o ARM (Azure Resource Manager).

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/azure-resource-manager/resource-group-overview

Em resumo é um conjunto que define melhor a organização de recursos computacionais ou outros elementos dentro do Azure em um grupo só.

Um grupo de recursos de uma máquina virtual podemos definir como a segurança, o ip, placa de rede, armazenamento e a máquina virtual em si.

Ao criar uma máquina virtual você define um nome ao grupo de recursos daquela máquina ou de um determinado grupo de maquinas, vai depender de como será criado a arquitetura da aplicação ou serviço que você irá criar.

  • Vnet é a rede do Azure
  • Storage Account é onde é armazenado os recursos
  • NSG é o perímetro de acesso e segurança (Firewall)
  • IP onde é fornecido o IP valido para acesso de fora e também o ip da LAN
  • Network Interface é a placa de rede virtual fornecida como recurso
  • Virtual Machine é a estrutura onde tem o sistema operacional instalado

Agora vamos demonstrar um passo a passo para criação da maquina virtual e a sequencia.

Irei demonstrar o RED HAT Enterprise.

No portal.

Em Compute escolha na imagem o Red Hat Enteprise Linux 7.2

Na sequência ele deixa como primeira sugestão “Resource Manager” ou também em modo “Classic”, como estamos orientando em modo ARM iremos dar sequencia em “Resource Manager”. Clique em Create.

Na próxima sequencia nós iremos criar nome da maquina, usuário senha e nome do Grupo de Recursos “Resource Manager”

Criado na sequência e vamos criar o grupo de recursos que comtempla o ” Resource Group”.

Criado o nome “RGRHFabioSilva”, criei o grupo de recursos resource group red hat fabio silva para identificar os recursos que fazem parte.

Lembrando que podemos criar com uma maquina ou um conjunto de maquinas.

Esta sequência você escolherá o modelo de máquina que se adequa a aplicação que você irá usar futuramente. Eu escolhi A4 Basic como exemplo.

A próxima sequencia eu defino como a principal na criação do grupo de recursos que é a definição dos nomes dos recursos. Você pode manter os nomes que estão como sugestão ou mudar e ter uma visão melhor dos recursos.

Se você não quer alterar nada só clicar em OK e seguir os procedimentos na criação da máquina virtual, mas vou mostrar como podemos ter uma arquitetura melhor e mais organizada alterando os nomes e ter uma visão melhor dos recursos.

STORAGE

A primeira alteração que fazemos é no nome do Storage Account onde é o armazenamento dos discos e da maquina virtual. Veja que ele deu o nome de rgrhfabiosilvadisks232, é um nome criado automaticamente baseado no nome do “Resource Manager” então eu irei alterar. Aqui tamb´rm você irá definir como você quer a redundância dos seus dados, redundância local, por zona ou geográfica. Isto é definido pela importância que a sua aplicação tem e a disponibilidade dos dados que são definidos pela sua organização.

Veja em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/

Eu escolhi o nome do Storage Account e com redundância local.

Se caso você quiser criar mais Storages Account na criação ele permite para você organizar discos de sistemas operacionais de discos de dados. Também pode ser separado por níveis de relevância como discos de sistemas que tem menos I/O e mais I/O.

NETWORK

Na mesma sequência iremos alterar o nome da rede.

Você pode definir a rede para uma máquina só como um sistema web que não precisa ter comunicação com a sua rede como você pode definir uma rede para várias maquinas, como rede de produção, de homologação e de desenvolvimento. Assim o trafego fica bem mais segmentado.

Veja que já é bem definido a rede, mas o nome pode ser alterado. Eu irei alterar para você ver que poder ter uma organização melhor.

Alterei para uma melhor visualização VnetSuaempresaProducao e a Subnet com o nome da rede de produção.

IP PUBLICO

O ip publico também é importante na criação pois por padrão ele é dinâmico e você pode manter ele como fixo. Uma grande atenção ao criar o IP Publico fixo, mesmo ele sendo fixo é importante ressaltar que ao desalocar os recursos que é desligar a maquina através do portal ele desaloca todos recursos, e um deles é o ip fixo. E ao ligar para alocar os recursos o ip fixo pode subir com um diferente.

A recomendação é que use os recursos baseados e DNS. Isso garante que a aplicação não tenha interrupção de acesso.

Veja em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/Virtual-Network/virtual-network-ip-addresses-overview-arm

Eu alterei o nome e IP estático.

NSG ou FIREWALL

O NSG é onde você define as regras de firewall. Veja que na criação da máquina virtual RED HAT ele já por padrão libera o acesso a porta 22 SSH, mas você pode definir as regras de acesso da sua aplicação como porta 80 HTTP e 443 HTTPS e como exemplo RDP 3389. Bancos de dados como SQL Server 1433, Mysql 3306, Oracle 1521 que são portas de acesso conhecidas.

Não alterei os nomes pois estão organizados e manterei a porta 22. De OK.

Veja mais sobre NSG em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-network/virtual-networks-create-nsg-arm-pportal

High Aviability (Aviability Set)

O Aviability Set garante o SLA da infraestrutura do Azure. É um recurso importante dentro do Azure que garante o SLA de 99,95% da infraestrutura.

Em resumo se tiver algum tipo de manutenção preventiva ou risco de problemas dentro da datacenter do Azure ele garante que sua máquina não tenha interrupção dos seus serviços.

É importante que você crie para que seus serviços a nível de infraestrutura sejam entregues com excelência.

Veja mais sobre High Aviability em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-machines/virtual-machines-windows-manage-availability

Criei com o mínimo de Update domais e Fault domais a nível de laboratório.

Se é importante para você detalhar monitoramento deixe ativo boot diagnostics e Guest OS diagnostics.

Veja com mais detalhes em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/monitoring-and-diagnostics/monitoring-overview-of-diagnostic-logs

Ao habilitar os diagnósticos e logs de sistema é preciso criar um storage account.

O storage foi criado com nome de discodelogs.core.windows.net.

E por fim tem uma validação para ver se não tem nada de errado na sua criação.

Lembrando que estamos criando uma maquina virtual RED HAT ENTERPRISE 7.2.

Se você tiver familiarizado com Windows crie com Windows Servers.

Aguarde a criação da máquina para que possamos acessar via SSH.

Veja uma máquina criada automaticamente sem alteração nos nomes

Veja os recursos cridos com passo a passo que são melhores visualiados e identificados.

Veja o overview da máquina ligada, o diagnostico ativo, o ip de acesso ao SSH.

Para acessar o Linux é preciso ter o aplicativo para acesso SSH.

O mais prático é o Putty em http://www.putty.org/

Acesse com seu usuário criado.

Pronto, o RED HAT Enterprise 7.2 no Azure está pronto para receber seus serviços e aplicações.

Como isso você está apto de forma detalhada a criar uma máquina virtual Linux em modo ARM no Azure.

Até a próxima.

Instalando Azure CLI no Ubuntu

Olá Pessoal

Abaixo irei demonstrar um passo a passo para INSTALAÇÃO do Azure CLI no Ubuntu.

Com isso você poderá utilizar e manusear o Azure através de linha de comando linux na distribuição Ubuntu.

Quer saber sobre Azure CLI veja a cocumentação completa no site

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-machines-command-line-tools

Para instalar o Azure CLI você precisar instalar 2 pacotes, oNodeJs e o pacote NPM.

O NPM é o gerenciador de pacotes JavaScript no NodeJS.

Quer saber um pouco sobre o NPM abaixo tem 2 links.

WIKIPEDIA https://en.wikipedia.org/wiki/Npm_(software)

Site Oficial https://www.npmjs.com/

No console do Ubuntu de o comando acima – apt-get install npm

Apt é o pacote de instalações no formato .dpkg usado nas distribuições baseadas em Debian.

Ele irá instalar algumas dependências. Aceite com Y e de sequência na instalação.

Aguarde a instalação do pacote e dependências.

Finalizado a instalação do NPM vamos instalar o Azure CLI

Para instalação do Azure CLI de o comando acima – npm install -g azure-cli

Aguarde a instalação do pacote.

Pacote instalado com êxito.

Agora vamos instalar o NodeJS

Instale o pacote NodeJs apt-get install nodejs-legacy

Outra forma de instalação do Azure CLI é por repositório alternativo.

De o comando acima para inclusão do repositório com a chave. 

Instale o pacote acima apt-transport-https

O comando acima já está realizando 2 comandos no mesmo tempo, ele está atualizando o repositório inserido, e instalando o pacote Azure-cli.

Agora vamos saber se está funcionando realmente.

Iremos dar o comando azure login

Veja que quando vc deu o comando ele gerou uma url e um código. Esta é a forma para se autenticar.

Copie a url e o código para se autenticar no Azure.

Pegue o código e se autentique.

Coloque o código e clique em continuar.

Veja que está aguardando.

Foi liberado o acesso via comand line do Ubuntu.

Veja que as Subscription do Azure estão sendo visualizadas no Ubuntu e liberado para usar os comandos do Azure CLI.

De o comando azure -h que é um help e ele mostrará todos comandos do Azure para manusear.

De o comando azure -h | more que ele mostrará com mais paginação e aprenda a usar através do Ubuntu.

A versão utilizada do Ubuntu foi a Ubuntu Server 16.04 LTS.

Referencias:

https://www.npmjs.com/

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/xplat-cli-install

https://en.wikipedia.org/wiki/Npm_(software)

https://github.com/Azure/azure-cli/find/master

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/xplat-cli-connect#cli-command-modes

https://www.opsgility.com/blog/2016/01/20/install-azure-cli-tool-ubuntu/

WordPress como plataforma WEB no Azure

wordpress-logo

Olá pessoal

Novas matérias em 2017. E vamos mostrar como criar o WordPress na plataforma Azure.

O WordPress é um dos Frameworks mais populares da web por ser fácil de manusear e desenvolver Apps Webs com entrega rápida e rica.

Quer saber mais sobre WordPress: https://pt.wikipedia.org/wiki/WordPress

Além da fornecedora oficial WordPress tem também da fornecedora Bitnami, ou se você também quiser montar sua desenvolvedora pessoal de sites em WordPress tem versões para multi sites bem interessantes como WordPress Multi-Tier.

Abaixo um passo a passo básico de WordPress single.

O foco do passo a passo está voltado totalmente ao WORDPRESS no AZURE. Existe mais um elemento que é o banco de dados do WORDPRESS mas não está no foco.

Falarei em um próximo post sobre MYSQL no AZURE.

Va em Serviços de aplicativos e escolha WEB. Vá na busca e escolha WORDPRESS. Iremos pelo fornecedor WordPress.

O Segundo passo já é criar o ambiente. Clique em CRIAR

Este passo é realizar as configurações de DNS para acesso e banco de dados do WORDPRESS. Eu escolhi o ClearDB. O Banco é Default Mysql. Deixei ativo o Aplications Insights para ter uma melhor visualização dos logs.
Aceite os termos do ClearDB. Clique em CRIAR.

Depois de instalado o WordPress vamos para as configurações do WordPress padrão. Neste passo estou atualizando para língua em Português Brasil.

Estes procedimentos são todos do WordPress com Título do site, usuário e senha para demonstração. Depois de tudo corretamente configurado, vamos clicar em Instalar o WordPress.

Pronto, em poucos minutos você tem um WordPress pronto para usar dentro do Azure como plataforma. Eu vou importar meu tema que tenho no site do WordPress.com para demonstração com todos meus posts e você pode migrar seu site do seu provedor atual para WordPress.

Estou exportando e utilizando todo meu conteúdo dentro do Azure. Você pode tulizar da mesma maneira e também utilizar o DNS do Azure.

Um e-mail foi enviado para que você receba o link de exportação do tema para não perder nada.

Link recebi é só baixar e vamos importar todo conteúdo para o WordPress no Azure.

O arquivo do site WordPress.com vem em formato .zip, eu descompactei o arquivo XML, são arquivos padrão WordPress.

O Arquivo vem neste formato tudosobretecnologia.wordpress.2017-01-02.002.xml

Vamos fazer o Upload do arquivo em xml. Escolher o Arquie e fazer o Upload.

Veja no rodapé a porcentagem e aguarde terminar.

Veja o comparativo na esquerda no Azure e na direita no WordPress.com, que tudo foi importado, mas é preciso fazer alguns ajustes do tema como cores e botões e etc.

Há diferenças entre WordPress.com e o WordPress implantado no Azure. O Wordress.com você assina níveis de administração e o instalado no Azure você tem toda a liberdade de uso sobre a administração pois não é compartilhado.

No Azure também tem os ajustes do WordPress que usa PHP e Mysql na plataforma. Eu usei o Mysql como plataforma em preview.

Neste menu abaixo de visão geral tem todos os parâmetros para configurações adicionais ou ajustes para PHP e MYSQL

Credenciais de FTP e git

Importante saber a versão do WordPress e a versão do PHP que está rodando para não haver falhas de configuração e segurança da aplicação.

Usamos a plataforma MYSQL como preview. Está na plataforma Windows como vocês estão vendo as configurações.

Sempre olhar no Aplication Insights e nas cotas para saber se está usando o limite.

Bom pessoal, dúvidas por favor sempre entre em contato.

Quatro ações que pequenas e médias empresas precisam realizar para lucrar com a transformação digital

A era digital continua a aprofundar o seu impacto em empresas de todos os tamanhos. As grandes empresas são rotineiramente desafiadas por concorrentes menores e mais inovadores. Organizações que têm dominado suas indústrias por décadas correm o risco de ser deslocadas virtualmente durante a noite por modelos de negócios alimentados por dados. Assim, a tecnologia certa faz toda a diferença.

Para muitas empresas menores, as formas tradicionais de gerenciar dados tornam difícil capitalizar a transformação digital. Armazenar grandes quantidades de dados localmente pode ser proibitivamente caro e implementar as ferramentas para com que o investimento faça sentido acrescenta uma nova camada de desafios.

Mas há um caminho melhor. Movendo dados e análises para serviços baseados em nuvem, você pode gastar menos tempo se concentrando em proteger e armazenar informações e mais tempo fazendo isso funcionar para sua vantagem. Pagar apenas pelo que é usado e necessita e poder evitar o gerenciamento de infra-estrutura básica, os serviços em nuvem são a plataforma tecnológica ideal para pequenas e médias empresas.

Há quatro coisas básicas que você precisa considerar ao construir a base de dados de sua transformação de negócios digital:

Backup de dados básicos

Se você não está fazendo backup de seus valiosos dados de negócios porque é muito caro ou complexo, você corre o risco de perder seu principal recurso na corrida à inovação. A nuvem torna relativamente fácil fazer o backup de quase qualquer quantidade de dados, dando a você a proteção de um datacenter empresarial sem o custo ou a complexidade. A solução de Backup do Encontre um Nerd, o Nerdbackup, é uma solução poderosa e acessível que pode ser simples o suficiente para que qualquer negócio seja configurado e usado.

Proteção de dados

Depois de saber que os seus dados estão protegidos de forma segura na nuvem, deve considerar como estes dados estão protegidos nas soluções de TI. O primeiro passo é certificar-se de que você está executando a versão mais recente do Windows em seus PCs e dispositivos. Permitir que os funcionários façam o trabalho a partir de mais locais sem comprometer a segurança pode ser uma vantagem competitiva chave.

Armazenamento de dados escalável

Uma vez que você está comprometido com a coleta e uso de dados para avançar seu negócio digital, você pode achar que há muito mais do que você pensou. Você precisa de uma maneira escalonável de armazenar e gerenciar informações — uma que se integra com ferramentas analíticas que o ajudam a tomar decisões mais inteligentes.

Adaptive IT

Para aproveitar as tendências disruptivas, você precisa ser capaz de se mover rapidamente — algo que as abordagens tradicionais da TI não são conhecidas. Ao consumir serviços essenciais como e-mail e produtividade através da nuvem (como no Office 365) e virtualizar seus aplicativos de negócios baseados em servidor no Azure, pode ajudar sua empresa a ser posicionada para responder com agilidade às ameaças e oportunidades.


Ser uma empresa de pequeno e médio porte não significa que você tem que ser deixado de fora da revolução digital. Na verdade, poderia ser argumentado que a tecnologia e as maneiras inteligentes que você coloca em prática têm muito mais a ver com o seu sucesso hoje. Saiba mais sobre os serviços do Encontre um nerd e como podemos ajudá-lo a ter sucesso com os novos modelos de negócios digitais.

Fale com um Expert — https://encontreumnerd.com.br/nerdapp

Eu sou Fábio Silva – MVP em Azure e contribuo com a Startup Encontre um Nerd.

Até mais pessoal.

Este post além de estar aqui no meu Blog também está no https://blog.encontreumnerd.com.br

Infografico tudo sobre Contêiners

O Site Lab27 lançou um infográfico muito interessante e completo com tudo sobre Contêineres Dockers e abordagens que estão relacionadas.

Em resumo Docker é um projeto OpenSource que fornece uma plataforma para desenvolvedores e administradores de sistemas permitindo que se crie contêineres leves e portátil de diversas aplicações.

Sua funcionalidade permite adicionar e simplificar o uso, dos linux contêineres (LXC), que são, basicamente, uma forma de isolamento de processo e sistemas, quase como virtualização, porém mais leve e integrada ao host. O Docker permite criar aplicações e “contêineres” que isolam o S.O base e todo a pilha de dependências de seu app (libs, servidores e etc) de forma leve em espaço e performance.

Veja mais informações em https://www.docker.com/.

conteiners

É um infográfico bem completo e vai ajudar a você a memorizar e entender como funciona.

Segue link abaixo para você baixar:

http://lab27.blob.core.windows.net/wordpress/2016/10/Windows-Server-Container-Infographic-BRZ.pdf?linkId=30163695&wt.mc_id=AID520771_EML_4722229

Até mais pessoal.

 

Peering ou emparelhamento de redes no Azure

O portal do Azure tem um recurso bastante útil que é o Peering de redes.
O peering é a comunicação entre 2 redes diferentes. Vide neste link oficial https://docs.microsoft.com/pt-pt/azure/virtual-network/virtual-network-peering-overview

Ou trazendo para o português é o emparelhamento de redes.

É bastante funcional entre o portal clássico e também entre subscrições diferentes. Ou seja, se você tiver um cliente ou um fornecedor que esteja em parceria de software ou outro serviço, o peering irá lhe ajudar.

O Cenário é bem simples, veja o gráfico abaixo:

Para dar um exemplo eu fiz um passo a passo no novo portal.

No portal vá em rede virtual ou “virtual network”

Para criar o peering automaticamente é criado uma VNET que é a rede do Azure. Criamos a rede 192 e a rede 10 para se comunicarem.

Criado a rede 10.

Na criação do peering iremos primeiro na rede 192. Para se comunicar com a rede 10.

Criei o peeering01 e deixei ativo.

Ativei a transferência de pacote e transferência de pacote entre gateways para as maquinas poderem realizar transferência de dados.

Exemplo pacote ICMP (Ping)

Adicionei a rede 10 para comunicação do exemplo.

Rede emparelhada com a rede 10.

O mesmo processo iremos fazer com a rede 10 para emparelhamento com a rede 192.

Ativamos a rede para receber pacote e transmitir pacote.

Mesmo processo anterior para comunicar a rede 10 com a rede 192.

Adicione a rede 192 para estabelecer a comunicação.

Pronto as redes estão prontas para se comunicarem.

Finalize para estabelecer a comunicação.

Finalizado as redes 10.0.0.0/16 e 192.168.0.0/16 irão se comunicar através de dispositivos virtuais e maquinas virtuais.

Como no desenho que fiz irei utilizar o Windows Server 2012 R2 para estabelecer comunicação através de pacote de comunicação ICMP (ping).

Veja que eu tenho 2 Windows Server 2012 R2 ips 10.0.0.4 e 192.168.0.4

Pinguei as 2 maquinas e estão se comunicando através de ping.

Fonte consultada: https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-network/virtual-networks-create-vnetpeering-arm-portal

Na fonte consultada também é demonstrado através de Powershell.

Outro modo de se comunicar é entre Tenants diferentes utilizando As Subscrições (Subscription).

Onde está a flexa amarela você pode colocar a Subscrição da outra tenant para sua rede se comunicar com a rede da outra Tenant fornecedor ou cliente.

Esta é uma demonstração de emparelhamento (Peering) de redes no Azure.

Espero que gostem.

MAPEANDO STORAGE NO LINUX E NO WINDOWS NO AZURE

Para criar o mapeamento iremos criar um storage account e o share para que possamos mapear.

O mapeamento usa SMB 3.0 que já tem uma estrutura de taxa de transferência rápida.

Veja informações técnica em https://en.wikipedia.org/wiki/Server_Message_Block#SMB_3.0

storage-account

Para determinado tipo de serviço usado tanto dentro no Linux como no Windows vale a pena caso você não for utilizar discos para gravação com velocidade.

Para storage cool pode ser usado direto para backup em caso de uso se não for utilizar apps especificos ou proprietários.

Exemplo você pode utilizar o rsync para sincronizar dados para o diretório mapeado.

Armazenamento estático, imagens que não tem um grande número de visualização, ambientes WEB estáticos sem dinâmica dentre outros.

Na criação siga o procedimento, deixe em LRS . Em modo HOT para escrita e leitura em tempo real.

Mantive em uma conta existente para facilitar o laboratório.

map

 

Storage, criado vamos mostrar.

Depois do storage criado teremos que criar a pasta onde os dados do mapeamento será salvo;

Clique em Files e crie o nome da pasta.

Criaremos a pasta Linux e a pasta Windows para mapear em cada sistema operacional.


Pastas criadas e quotas criadas.

Quer criar as pastas de outra maneira você pode baixar um app que server para Windows linux e Mac em http://storageexplorer.com/

Baixar o app e manusear os storages com criação de containers e maipulação de vhds.

Veja nesta imagem acima que você pode visualizar, manusear os Storages e manipular os vhds.

Veja a visualização das pastas Linux e Windows. Através do Azure Explorer para visualizar em cada sistema operacional.

Tanto no Linux como no Windows quando você acessar a pasta pelo portal já tem um passo a passo para criar o mapeamento.

Exemplo abaixo

> net use [drive letter] \\storagearmazenamento.file.core.windows.net\linux /u:storagearmazenamento [storage account access key]

Para pegar a chave vá nas configurações de connect do storage Key 1 para se autenticar.

Veja acima que tem todos procedimentos necessários.

Neste link informa e aborda mais informações necessárias de mapeamento e persistência de credenciais para que você possa mapear em ambientes.

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/storage-dotnet-how-to-use-files

Outra forma de mapear é pelo explorer executando o endereço.

Autentique com a credenciais e a chave informada.

Vou criar um arquivo e mostrar pelo Azure Explorer.

Arquivo Word criado.

Veja que pelo Azure Explorer consigo visualizar o arquivo Word criado.

Cada Container tem um espaço máximo de 5TB.

 

Veja o mapeamento acima mostrando 5tb de espaço.

Iremos acessar o Linux e fazer os mesmos mapeamentos.

Estou conectado em uma Ubuntu 16.10 para realizar o mapeamento.

Iremos instalar o Samba Client e CIFS

Aceite a instalação do pacote dpkg. Aguarde a instalação do pacote;

No diretório / que é a raiz principal do Linux criei a pasta lab para mapear.

Faça o mapeamento como na imagem acima.

EXEMPLO ABAIXO

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/storage/storage-how-to-use-files-linux

Após o mapeamento no Linux na pasta lab criei uma pasta teste.

Para evidenciar visualizei a pasta no Azure Explorer.

Veja também no portal que a pasta criada através do Linux conseguimos visualizar.

Para manter a montagem persistente você precisa salvar no FSTAB. No mesmo link que passei acima tem um exemplo.

//myaccountname.file.core.windows.net/mysharename /mymountpoint cifs vers=3.0,username=myaccountname,password=StorageAccountKeyEndingIn==,dir_mode=0777,file_mode=0777

Grave no arquivo fstab que quando reiniciar o Linux ele continuará persistente.

Com este procedimento você estará apto a realizar mapeamento no Linux e no Windows.

Até mais.

Backup no Azure (Recovery Services Vault) – Implementação, backup e restauração

O Serviço de backup de IaaS no Azure te ajuda a recuperar rapidamente maquinas virtuais no Azure.

O Serviço é prático e te ajuda a resolver problemas, de maneira rápida e lhe protege melhor na reorganização de TI e tomadas de decisões sobre a governança de TI.

Provisionamos um Windows Server 2016 para realizar o backup e restauração em uma outra área geográfica para mostrar o quão é rápido.

O backup é possível realizar backups de Windows Clients, Windows Server Vms no Azure e Vms no Azure.

OBS: Tanto maquinas WINDOWS como MAQUINAS LINUX.

O Serviço no portal é chamado de BACKUP AND SITE RECOVERY que abrange a parte de ASR (Azure Site Recover) que abrange Onpremisses para Azure Ativo/Passivo.

Saiba mais aqui http://aka.ms/asr-learn-more

No portal inicie na busca que sempre é mais fácil com backup e já trará o serviço de Backup and Site Recover (OMS).

Clique no botão criar do menu

Eu já criei no mesmo Grupo de recursos (Resource Groups), na mesma localidade da máquina virtual. (Importante criar na mesma região, pois se não ele não conseguira visualizar a máquina virtual), clique no botão criar.

Aguarde o provisionamento (Implantação)

Pronto, serviço criado. Lembrando que estamos utilizando em um mesmo menu que o Site recovery.

Neste mesmo menu podemos utilizar o Site recovery e muita gente se confunde, pois, o Site Recovery tem uma abrangência maior com Onpremisses realizando DR com Hyper-V e Vmware.

Confunde-se bastante DR de Azure para Azure, que vou explicar na sequência.

Lembrando que DR (Disaster Recover é um conceito) e dependendo da solução ela se mistura com H.A (Alta disponibilidade) e também com o próprio backup. São soluções distintas em conceito, mas que se fundem quando usada as 3 soluções.

Seguindo a sequência, em amarelo veja que escolhi backup e abrindo a aba do lado escolhi backup do Azure e ele escolherá uma máquina virtual que é a máquina do LAB que estamos escolhendo.

Se fosse de Onpremisses que não é o caso escolheríamos LOCAL de um VMWARE ou HYPER-V.

De o OK e seguimos a sequência para configuração da retenção.

Este próximo passo como estamos fazendo um laboratório, eu manterei a política DEFAULT.
O Backup é diário, as 4h30 da manhã.
Ele irá reter todos os dias por 30 dias e depois irá sobrepor estes 30 dias que é a politica padrão.
Clique no botão OK.

Se você escolher por montar sua própria politica de retenção o Azure Backup ou o cofre de backup caso você faça backup de Workloads, ele fará retenção de até 99 anos.

Veja especificamente neste link abaixo informações sobre Backup de maquinas virtuais do Azure

https://azure.microsoft.com/pt-br/documentation/articles/backup-azure-vms-introduction/

Abaixo está uma arquitetura de como funciona o backup das maquinas virtuais no Azure.

Em resumo ele realiza um snapshot, cria um ponteiro do tempo e transfere para uma pasta em um Storage não acessível.

Ou seja, uma plataforma de serviço (PaaS).

Agora vamos forçar um backup?

Selecionamos a máquina que será realizado a política. De o OK.

Habilite o backup.

Como iremos forçar o backup no menu va até Itens de Backup.

Veja que o Status está pendente por que deixamos configurado a política default.

Clique em “Fazer backup agora”.

Como estamos forçando você pode até reter por mais tempo. Clique em “Backup”.

Irá gerar o alerda positivo de backup.

Na própria notificação você pode clicar e acompanhar o backup, ou você pode ir no meu de alertas, .

Não tinha nada de arquivos para realizar, por isso que foi quase que instantâneo o backup.

RESTAURAÇÃO

A dois tipos de restauração:

Restauração “inplace” que você restaura “em cima” da própria máquina virtual, e a que você pode restaurar a máquina inteira.

Eu vou demonstrar e restaurar uma máquina inteira.

No mesmo menu de Itens de backup iremos restaurar a máquina.

Clique em Restaurar VM.

Como só tem um ponto de restauração iremos escolher este ponto e dar sequência.

É aqui que você escolhe se restaura os VHDS ou cria uma nova máquina.
Se você escolher a restauração dos VHDS, irá restaurar os VHDS na própria máquina virtual.

Iremos escolher restauração criando uma nova máquina idêntica a atual.

OBS:
Importante ressaltar que não é DR (Disaster Recover) pois não caracteriza DR. Mas é possível manualmente restaurar uma ou mais maquinas.
No Azure a garantia de SLA e a garantia da integridade da máquina virtual, a incidência de problemas é infinitamente menor que em ambientes onpremissess.

Mencionado acima veja abaixo que temos 3 níveis de consistência.

– Consistência com Falha
– Consistência com aplicação
– Consistência com sistema de arquivos

Referencias https://azure.microsoft.com/pt-br/documentation/articles/backup-azure-arm-restore-vms/

Na criação da máquina virtual você tem 2 opções:

Criar em outro grupo de recursos, outra rede virtual e outra conta de armazenamento, assim você isola da sua rede atual.

Ou no próprio grupo de recursos, na atual rede virtual e na mesma conta de armazenamento, mas, desta maneira é preciso pelo menos desligar a máquina atual caso ela esteja com problema, ou alterar o host da vm pois pode causar conflito de nomes (host).

O nome da máquina virtual não é o nome do host da vm.

Clique em OK.

Clique em restaurar

O restauro foi disparado e vamos aguardar alguns minutos.

O tempo varia de modelo de máquina, de aplicações instaladas e armazenamento usado.

Testes feitos com modelo D13 em média deu 20 minutos.

Em fim maquina restaurada.

Lembrando que neste LAB as maquinas estão com os mesmos hosts.

Iremos acessar as 2 e mostrar.

Veja as 2 maquinas com os mesmos hosts e na mesma vNet.

No caso se quiser utilizar as 2 maquinas só alterar o nome do host e utilizar sem problemas.

Para ressaltar os itens de recursos da máquina restaurada são criados automaticamente com nomes diferentes.

Cantinho Powershell 02 – Listar tamanho das pastas Onedrive

powershell2xa4

Abaixo irei mostrar como listar o tamanho das pastas de todos usuários.

Veja os post anterior como se conectar e se autenticar no Office 365 e Azure.

https://fabiosilva.com.br/2016/10/26/cantinho-powershell-01-conectar-azureoffice365skype-online/

Depois importante carregar o modulo do Sharepoint no Office 365

Connect-SPOService https://suaempresa-admin.sharepoint.com

Abaixo o comando para listar todos usuários:

Para listar tamanho Onedrive de todos usuários.

 

capturar5

Veja como é o comando para verificar um único usuário

capturar6

Espero que esteja contribuindo.

Abraços e até o próximo post.

Cantinho Powershell 01 – Conectar Azure/Office365/Skype online

 

mti-logo-300x297         windows_powershell-696x522
Eu tenho muito comandos que fui procurando pela internet e até melhorando.

Vou colocar todos em um menu Powershell e ir publicando aos poucos.

Para iniciar eu prezumo que você tem já instalado o pacote de conexão no Azure e Office 365.

Vide este link que você baixa o pacote do Azure e Office 365.

http://aka.ms/webpi-azps

Instale o pacote

capturar

Após o pacote instalado você estará apto a utilizar o Powershell pata Azure e Office 365.

Através do Powershell ISE você pode também utilizar os comandos.

O Powershell ISE para quem não está familiarizado ele facilita a utilização dos comando fazendo um tipo de autocompletar diminuindo a incidência de erros.

Na busca do Windows digite ISE que já aparecerá para o uso.

captur1ar

captur3ar

Segue abaixo:

Azure AD/ Office 365/ SkypeOnline

Set-ExecutionPolicy RemoteSigned -Force
$Cred = Get-Credential 
Connect-MsolService -Credential $cred
$Session = New-PSSession -ConfigurationName Microsoft.Exchange -ConnectionUri https://outlook.office365.com/powershell-liveid/ -Credential $Cred -Authentication Basic -AllowRedirection 
Import-PSSession $Session 
Import-Module SkypeOnlineConnector

captura4r

Você pode copiar e colar direto ou selecionar linha por linha para entender melhor como funciona.

Eu recomendo copiar e colar linha por linha para entender para os menos experientes.

A sequencia é a seguinte:

  • Abrir o powershell para Azure ou Powershell ISE
  • Realizar a conexão acima
  • Se autenticar
  • Importar os modulos

Depois disso você está apto a utilizar os comandos para Azure, Office 365 e Skype.

Abraços