Arquivo da categoria: Azure

Ativar e licenciar RDS (Remote Desktop Services) no Windows Server 2016

Pessoal

Muitas perguntas sobre ativação do Remote Desktop Services e eu irei repassar abaixo os passos para um ambiente de Workgroup no Windows Server 2016.

Veja aqui também no link abaixo https://fabiosilva.com.br/2018/06/11/laboratorio-ativando-ts-server-rds-2008-r2-2012-e-2016-externo-ilimitado/

Os passos são simples, adicionar regras de roles and features.

Vamos para o próximo passo

Escolha o segundo ponto Remote Desktop Services Installation.

Preste atenção aqui, se você tiver em uma maquina membro do domínio, ele vai deixar você escolher os 2 itens acima, se for Workgroup ele permite só o último item.

Como não temos mais de um ponto para distribuição ou gateway só resta uma máquina para ativar.

Ele confirmando o deploy e autorizando deixe o flag de Restart ativo para que a máquina reinicialize.

Aguarde os serviços que serão instalados e a máquina irá reinicializar.

A maquina pós reinicialização ainda continua instalando os serviços e no canto do relógio ainda esta em modo sem licenciamento.

Serviço instalado e vamos para o próximo passo.

Em Windows Administratives Tools acesse a pasta Remote Desktop Services

Acesse a pasta Remote Desktop Services

Acesse o ícone e vamos as ativações de licenciamento.

Veja que o serviço não está ativa e não está licenciado

A Ativação vai liberar por 180 dias sem limite de usuários para usar durante este limite sem problemas e pós este período irá pedir um licenciamento OPEN, SA e EA.

Clique com botão direito do mouse e vamos ativar.

Avance no botão next para ativação.

Mantenha no modo automático.

Preencha os campos e prossiga

Neste bloco preencha as informações corporativas

Após este passo você já pode usar seu ambiente de RDS , mas se você já quiser instalar seu contrato de licenciamento deixe o FLAG ativo Start install Licences Wizard now.

Avance para que possamos escolher que tipo de licenciamento você usa.

Veja que temos vários tipos de licenciamento, o que vou escolher é EA (Enterprise Agreement).

Va para o próximo passo.

Escolha o número do seu contrato e Ative.

No meu caso tenho Windows Server Cal para user de 200 usuários.

Pronto pessoal, Windows Server 2016 Remote Desktop Services com 200 Licenças ativas.

Espero que tenham gostado e aproveitem o passo a passo.

Série Azure parte 2 – PAYG para CSP

Olá pessoal

Hoje no segundo vídeo vou demonstrar em 3 passos como podemos migrar de PAYG que é pay as you go (Pago pelo consumo) para CSP.

Muitas empresas iniciam sua jornada com as próprias pernas.

Depois o consumo aumenta e é preciso de um parceiro para diminuir os custos e ajudar nos impostos.

O licenciamento CSP (Cloud Solution Provider) é relativamente novo e tem ajudado muitas empresas a diminuir seus custos e impostos.

Este vídeo ajudará como é o processo pois a migração de workloads para CSP.

A restrição para alguns serviços e você pode dar uma conferida neste link da documentação da Microsoft.

https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/cloud-solution-provider/migration/migration-from-payg-to-csp

Espero que ajudem.

Serie 001 Azure – Criando sua conta no Azure

Olá pessoal

Estou disponibilizando uma série que vai lhe ajudar no Azure.

Para voce que está iniciando sua carreira em Cloud venha comigo no Azure.

Uma série com mais ou menos 17 vídeos que será semanal.

Este primeiro vídeo é como criar sua conta e utilizar o Azure.

Em resumo você tem 670 reais de crédito para utilizar e testar recursos IaaS, PaaS é SaaS.

Fora vários recursos que tem gratuidade de 12 meses.

Aproveite e veja o vídeo no meu canal no YouTube.

Dúvidas estarei a disposição.

Abraços

Ativando AIP e MFA Azure AD e dicas ADFS do 3 para o 4.

Olá pessoal.

O Azure Information protection é um recurso que pode ser usado de forma hibrida entre Office 365, Azure e ambiente onpremissess no Active Directory no Windows Server 2012 em diante.

É um recurso de segurança que remete a gestão e segurança de 2 fatores neste ecossistema.

Antes de tudo é um licenciamento do AD premium versão P2.

Então cautela na escolha, repetindo é na versão P2 do AD Premium.

Sua ativação é bem simples.

Acesse o portal do Azure.

Escolha Identity e veja em amaremo Azure AD Identity Protection. Clique no botão.

É bem simples mesmo, cliquem em criar.

Depois de criado você vai acessar o portal do ad em https://aad.portal.azure.com

Vai escolher um usuário do AD e vai ativar o MFA, Multifactor autentication, que é a autenticação de duplo fator.

Pronto, vai estar ativado a função.

Para quem tem Office 365, no portal do administrador tem uma forma de acessar configurações de MFA

Veja que aqui para office 365 você pode também trabalhar de uma forma paralela em habilitar MFA.

Para quem tem ADFS

Inicie o console de gerenciamento do AD FS em seu servidor interno principal do AD FS. Navegue até AD FS → Políticas de Autenticação e clique na ação Editar Autenticação Global de Vários Fator … ou clique no link Editar em Autenticação de Vários Focos → Configurações Globais.

Va em Edit Global Multi-factor Authentication

Deixe selecionado autenticação de 2 fatores.

Acesso para Cliente do Office 365

Office 2013 e 2016 aplicativos de desktop (incluindo Outlook e Skype for Business) podem se conectar ao Office 365 após a instalação do adaptador AD FS somente se a Autenticação moderna estiver habilitada para Office 365 (ou se você tiver construído suas regras MFA para excluir aplicativos cliente do Office) ). Mais informações sobre Autenticação, incluindo uma lista de aplicativos do Office que oferecem suporte à Autenticação moderna, estão disponíveis no Blog do Office.

Atualizando o Duo para o AD FS

Para atualizar em um servidor AD FS 3 ou 4, desative primeiro o método de autenticação do de 2 fatoresfor AD FS no console de Gerenciamento do AD FS.

Inicie o console de gerenciamento do AD FS em seu servidor interno do AD FS.

Navegue até AD FS → Políticas de Autenticação e clique na ação Editar Autenticação Global de Vários Fator … (AD FS 3) ou AD FS → Serviço → Métodos de Autenticação e clique na ação Editar Métodos de Autenticação Multifator … (AD FS 4 ).

Desmarque a caixa ao lado do método de autenticação Duo Authentication for AD FS X.X.X.X para desativar a proteção do Duo. Observe que em versões mais antigas do Duo para AD FS, o método de autenticação é chamado de Security for AD FS 3.0.

Baixe o pacote de instalador do Duo AD FS mais recente para o AD FS 3 e 4 e execute o MSI em um prompt de comando com privilégios elevados. Veja as somas de verificação para downloads do Duo aqui.

Siga as instruções na tela para concluir a instalação da atualização.

Quando o instalador terminar, repita as etapas que você originalmente seguiu para ativar o método Duo no AD FS. Os usuários podem fazer logon em serviços federados sem proteção de dois fatores até que você tenha reativado o método de autenticação de 2 fatores.

Espero que tenha ajudado.

Abraços pessoal.

Vantagens em usar Azure

Olá pessoal

 

Fiz uma live com o pessoal da Cloud Treinamentos orientando vantagens e práticas de mercado do uso do Azure.

Confira na Íntegra:

Quem nao conseguiu assistir ao Vivo veja no Youtube. Vantagens de usar Microsoft Azure.

Apache Guacamole

Olá pessoal.

Estava procurando informações sobre desktop, VDI, VDA, acesso remoto com inteligência, Desktop como serviço e alternativas mais acessíveis para meus clientes.

Me deparei com esta excelente ferramenta. O Projeto excelente chamado Apache Guacamole.

O nome não soa legal em uma visão corporativa, mas quando você instala e configura tudo isso apaga.

O Apache Guacamole é um gateway de desktop remoto sem cliente. Ele suporta protocolos padrão como VNC, RDP e SSH.

É sem cliente porque nenhum plug-in ou software cliente é necessário. Graças ao HTML5, uma vez que o Guacamole é instalado em um servidor, tudo que você precisa para acessar seus desktops é um navegador da web.

Veja o modelo instalei e que criei no Azure abaixo:

Como o cliente Guacamole é um aplicativo da Web HTML5, o uso de seus computadores não está vinculado a nenhum dispositivo ou local. Contanto que você tenha acesso a um navegador da Web, você terá acesso às suas máquinas.


Os desktops acessados ​​através do Guacamole não precisam existir fisicamente. Com o Guacamole e um sistema operacional de desktop hospedado na nuvem, você pode combinar a conveniência do Guacamole com a resiliência e a flexibilidade da computação em nuvem.

Fonte livre e aberta

O Apache Guacamole é e sempre será um software livre e de código aberto . Ele é licenciado sob a Licença Apache, Versão 2.0 , e é mantido ativamente por uma comunidade de desenvolvedores que usam o Guacamole para acessar seus próprios ambientes de desenvolvimento.

Construído em uma API bem documentada

O Apache Guacamole é construído com base em sua própria APIs, que são documentadas detalhadamente , incluindo tutoriais básicos e visões gerais conceituais no manual on – line . Essas APIs permitem que o Guacamole seja totalmente integrado a outras aplicações, sejam elas de código aberto ou proprietárias.

Aqui no Brasil ainda não é muito difundido.

Sua interface é bem simples


Totalmente baseado em HTML5

Esta é uma demonstração oficial do site de uso do Guacamole.

Esta é uma demonstração que fiz que esta neste link.
https://1drv.ms/v/s!An-dPolj_Ee_hdc1qLvHHCudRXaFmw

Este eu fiz no Azure e integrei com o Office 365 através do AIP para acesso condicional.
Veja a arquitetura do ambiente.

 

O guacd

O guacd é o coração do Guacamole que carrega dinamicamente o suporte para protocolos de área de trabalho remota (chamado de “plug-ins de cliente”) e os conecta a áreas de trabalho remotas com base nas instruções recebidas do aplicativo da web.

O guacd é um processo daemon que é instalado junto com o Guacamole e é executado em segundo plano, escutando as conexões TCP do aplicativo da web. O guacd também não entende nenhum protocolo de desktop remoto específico, mas implementa apenas o suficiente do protocolo Guacamole para determinar qual suporte de protocolo precisa ser carregado e quais argumentos devem ser passados para ele. Uma vez que um plugin do cliente é carregado, ele é executado independentemente do guacd e tem controle total da comunicação entre ele e o aplicativo da web até que o plugin do cliente seja encerrado.

O guacd e todos os plug-ins do cliente dependem de uma biblioteca comum, o libguac, que torna a comunicação via protocolo Guacamole mais fácil e um pouco mais abstrata.

Para instalar é bem simples.

Segue o processo de implantação oficial do Apache Guacamole Servidor em outro sistema Linux, que não seja o Ubuntu, recomendo usar a documentação oficial como referência de instalação.

Para fazer download do script de instalação no Ubuntu 16.04:

wget https://raw.githubusercontent.com/MysticRyuujin/guac-install/master/guac-install.sh

Conceder permissão de execução:

chmod +x guac-install.sh

Executar script:

sudo ./guac-install.sh

O basico para instalação após o acesso é acessar URL http://IP:8080/guacamole – com usuário e senha padrão guacadmin

001.PNG

No menu de connection você pode inserir o desktop ou servidor que você quer acessar.

002

É só inserir um nova conexão RDP, SSH ou VNC para que você possa acessar via browser e montar seu próprio ambiente.

0021

As configurações são bem simples para acesso via web.

Mas ele tem configurações para impressoras, armazenamento em resumo.

005

Este é o menu de preferencias.

AZURE.

Eu fiz uma instalação no Azure através do git.

Em resumo foi uma maquina para o Guacamole e outra maquina Windows 10 Enterprise para acessar via Browser.

006

 

12Veja a Matrix dentro da Matrix.

 

Veja neste links.

https://github.com/silvapfabio/azure-quickstart-templates

https://azure.microsoft.com/en-us/resources/templates/guacamole-rdp-vnc-gateway-existing-vnet/

Fiz algumas alterações no arquivo .json ao meu “paladar” claro, mas é bem simples.

Dando as honras para o Gabriel Nepomuceno que foi um orientador.

Embreve irei mostrar funcionando no RaspberriPy como um Thinclient para acesso via web com Guacamole e outros protocolos como Citrix e RDP.

Independente ele funciona em qualquer ambiente cloud como AWS e também local.

Eu espero que tenha gostado.

Até mais

 

 

Bloqueio de IMAP, POP e outros aplicativos herdados do Office 365 usando o acesso condicional do Active Directory do Azure

Olá pessoal

O acesso condicional do Active Directory do Azure tem um novo recurso, atualmente em pré-visualização, que permite aos clientes bloquear aplicativos e protocolos legados, como POP, IMAP ou qualquer coisa que não suporte autenticação moderna.

Veja um exemplo de como isso é útil para clientes do Office 365 . Nesse caso, o usuário Dave Bedrat é solicitado para autenticação de vários fatores ao acessar sua caixa de correio do Exchange Online usando o Outlook na Web. Esse aviso é causado por uma regra de acesso condicional no Azure AD que exige autenticação de vários fatores se o usuário estiver se conectando de um computador sem domínio.

No entanto, o uso do cliente de e-mail Thunderbird para se conectar à caixa de correio por meio do IMAP, que usa autenticação básica, é bem-sucedido.

Se o IMAP fosse o único problema, você poderia simplesmente desabilitar o protocolo IMAP em todas as suas caixas de correio do Exchange Online e usar um plano de caixa de correio para desabilitá-lo para qualquer nova caixa de correio . Mas isso não resolve o problema para outros cenários básicos de autenticação. É aí que o novo recurso de acesso condicional do Azure AD para bloquear aplicativos herdados é útil.

Crie uma política de acesso condicional para os usuários e aplicativos na nuvem que você deseja controlar. Na seção Aplicativos cliente da política, você pode selecionar Outros clientes (veja a captura de tela acima), que inclui aplicativos de autenticação legados e básicos que usam protocolos como POP e IMAP.

Você pode usar uma regra de acesso condicional para bloquear aplicativos herdados, mas não é possível usar nenhum dos outros controles, como a exigência de autenticação de vários fatores ou a exigência de dispositivos compatíveis. Todos esses controles dependem da autenticação moderna. Portanto, uma implementação prática desse novo recurso seria configurar uma regra de acesso condicional separada do Azure AD para bloquear todos os aplicativos herdados. Se necessário, você pode definir exceções nos usuários ou nos locais de rede que ainda podem usar protocolos herdados.

A Microsoft documentou esse recurso aqui, incluindo uma FAQ. É possível levar até 24 horas para que uma nova política de acesso condicional comece a bloquear clientes legados. Nas primeiras horas de implementação da política, ainda consegui me conectar com o cliente de e-mail Thunderbird. Quando tentou novamente 24 horas depois, as conexões IMAP estavam sendo negadas.

Espero ter ajudado vocês.

Até o próximo post.

Programa MVP e MVP Reconnect

mvp

reconnect

Quando comecei a postar na internet no Blog do WordPress, redes sociais e outros meios eletrônicos, foi uma maneira de guardar todos projetos que já trabalhei diretamente e indiretamente.
Foi tudo de maneira sem compromisso nenhum, mas todas as vezes que iniciava um projeto de alguma maneira eu tinha um histórico genérico, rico e com detalhes.
Alias a gente não guarda nada na cabeça, tem que registrar em algum lugar.
Trabalhando sempre com linux vi uma oportunidade de aprender Microsoft e também melhorar a carreira pois o mercado de TI muda muito com o tempo.

O blog começou a bombar, aprendi, comecei a dominar e ainda domino varias ferramentas, Windows Server, Exchange, SharePoint, System Center dentre outras, depois veio nuvem AWS, BPOS que se tornou Office 365, e agora esta uma gigante suite impressionante, e veio o Azure no qual me identifiquei na hora.
Nesta época de Office 365 e inicio do Azure comecei a utilizar o forum technet e me interessar e ajudar nas respostas na comunidade e também participar de vários eventos. Afinal era o que pagava meu salario e me interessava muito SaaS e Cloud. Comecei a me interessar pelo programa MVP em 2012 e fui me inscrevendo mesmo não sabendo realmente o que o programa era.

Em resumo o programa é destacar profissionais com conhecimento técnico elevado, evangelizar a ferramenta ou serviço que você domina e ajudar a comunidade técnica. Em outro olhar mais detalhista é também divulgar comercialmente ferramentas e serviços da Microsoft pois você está a frente de uma gigante do mercado de tecnologia queira ou não vendendo seu peixe indiretamente ou não, por uma parceira, com a sua empresa ou em um grande player de mercado.

Entrar no programa MVP demorou pelo fato de tecnicamente estar crescendo naturalmente, mas também foi tão legal entrar pois estava no auge da maturidade profissional e técnica. Repetindo, veio naturalmente.

Continuei com meus posts, agreguei valor com webcasts e apresentações mais contundentes pois tinha informações quentes da fonte (Microsoft) isso ajuda. Ainda mais quando o interesse investigativo meu sempre foi ao nível hard.
Cresci profissionalmente, virei professor de CLOUD e depois de CLOUD AWS. Coisa que nunca pensei em ser. Me deu prazer.

Ser MVP também te traz algumas responsabilidades, de atender o programa e estar bem ativo, atender a comunidade na medida do possível. Isso é um requisito que no meu conceito não pode se perder. Como eu disse tudo que fiz na vida foi tudo com busca em em um equilíbrio. Dependendo do seu crescimento profissional, pessoal isso precisa pesar na balança pois o tempo é primordial.

O programa teve algumas mudanças, fiquei 3 anos no programa e agora o ciclo de MVP se encerra. Mas a Microsoft devido o numero de MVPs ser grande criou um outro programa que é o MVP Reconnect, que é uma forma de ainda agregar valor e continuar com os MVPS no radar.

Outro ponto é que o programa você pode retornar a titular do programa, onde eu desconhecia e isso é relevante.

Continuarei a realizar meus posts, webcasts e apresentações como nunca parei, desde antes de ser MVP e agora como MVP Reconnect. Nem se não fosse continuaria.

O mais legal do programa não é o programa é o network que você constrói, as amizades, os trabalhos que são gerados, as aulas que são dadas, os eventos que são realizados e no fim deles as risadas dadas, o quanto que você evoluiu na carreira.

Não estou chateado, pelo contrario estou feliz por que impactei “gigantemente”, o numero de views, acessos impressionantes, que nunca pensaria ou imaginaria que chegaria.

As organizações estão mudando muito, as profissões estão mudando muito, os ciclos se encerram e novos vem para você nunca ficar na mesmice.

Vou ao MVP Reconnect com muito prazer e sem vergonha.

A comunidade que atendo sempre estaremos juntos

Até mais.

Quadrante 2017 vs 2018 Nuvem

0 As corporações estão mudando a mentalidade sobre Cloud.

Esperam confiabilidade, escala, capacidade de manutenção e melhor suporte, não estão adotando a nuvem pública para recursos como autoatendimento, pagamento por uso, automação de acordo com o relatório do Gartner.

CenturyLink, Fujitsu, Interoute, Joyent, Rackspace, NTT Communications, Skytap e Virtustream foram retirados. Todos esses fornecedores falharam em fornecer os recursos técnicos relevantes para o Gartner, que são baseados no suporte a cargas de trabalho de produção em larga escala e de missão crítica, sejam corporativas ou nativas em nuvem.

O Amazon AWS é um líder indiscutível da nuvem pública. Sua plataforma de nuvem é madura, comprovada e confiável, tornando-se uma opção segura para empresas. Os clientes devem estar cientes do fato de que é fácil começar a usar o AWS, mas otimizá-lo para obter desempenho e o custo está se tornando cada vez mais complexo.

O forte comprometimento da Azure com os serviços em nuvem da Microsoft foi recompensado com significativo sucesso de mercado, o que a torna uma alternativa viável à AWS. A adoção do Linux e das tecnologias de código aberto da Microsoft, combinadas com o software do Azure Stack, está atraindo clientes corporativos para o Azure.

O Google Cloud finalmente chegou ao cobiçado quadrante de liderança. No entanto, tem que fechar a lacuna com os dois principais concorrentes. O fator de diferenciação do Google está em seus profundos investimentos em análise e ML

O Alibaba Cloud, antes confinado ao mercado da China, agora se qualifica como provedor global de nuvem de hiperescala, com seus centros de dados de Cingapura e Índia.

Mais informações acesse o site do gartner https://www.gartner.com/en

Valeu pessoal

Windows Server 2019 no Azure

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Olá Pessoal

O Windows Server 2019 já está disponível no Azure.

Seu lançamento oficial é em Agosto.

Na busca coloque 2019 e ache o Windows Server 2019.

Fique atento porque a versão é de insiders para caráter de laboratório e testes. Ou seja não coloque o ambiente em produção. A Versão é PRE RTM mas já podemos testar e utilizar os recursos do Windows Server 2019.

Como estamos testando preencha os campos com usuário e senha de acesso.

Escolha a máquina com recursos mínimos necessários para pelo menos realizar o laboratório.

Próximo passo é a escolha dos recuros de acesso, endereço ip e outros. Estou seguindo os padrões afinal não será máquina de produção.

Aceite os termos para o uso da máquina virtual e vamos aguardar ansiosamente o Windows Server 2019.

Maquina criada vamos acessar ela?

Vamos acessar pelas credenciais de acessos criadas.

O processo é o mesmo do 2008, 2012 e 2016

Pronto, estamos no Windows Server 2019. A princípio a cara do 2016.

O Server manager é o mesmo também.

7 novidades interessantes para a matéria não ficar em vão claro.

1 – Nova cadeia de versões (Atualizações)

A partir desta nova versão, teremos duas opções para receber atualizações de recursos:

  1. Canal de manutenção a longo prazo (LTSC): escopo de cinco anos de suporte base e outros cinco anos de suporte estendido. Com a opção de fazer upgrade para a próxima versão do LTSC a cada dois ou três anos, com o mesmo suporte dos últimos 20 anos;
  2. Canal semestral (SAC): esse é um benefício para (SA) Software Assurance e é totalmente compatível na produção. A diferença é que ele oferece suporte por 18 meses e há uma nova versão a cada seis meses;

2 – Contêiners de Aplicativos e Microserviços

A imagem de contêiner do Server Core foi bem otimizada para alguns cenários em alto nível, dentre estes como poder migrar bases de código ou aplicativos em contêineres com alterações poucas alterações.

3 – Gerenciamento moderno

Com o grande Projeto Honolulu, agora podemos obter uma experiência bem simplificada da infra, integrada e segura a fim de ajudar os administradores do setor de TI a gerenciarem a solução de problemas, a configuração e os cenários de manutenção essenciais.

Esse Projeto inclui a próxima geração de ferramenta com uma interface simplificada, integrada, segura e ampliável.

Onde está incluído uma nova experiência de gerenciamento intuitiva para gerenciar computadores, servidores do Windows, Clusters de failover, além da infraestrutura de hiperconvergência com base nos Espaços de Armazenamento Diretos, reduzindo os custos operacionais.

4 – Computação

Abaixo alguns dos principais recursos:

  • – Nano contêiner e contêiner do Server Core: em primeiro lugar, esta versão promove a inovação dos aplicativos. O Servidor Nano ou Nano como host é preterido e substituído pelo contêiner Nano, que é o Nano funcionando como imagem do contêiner;
  • – Server Core como um host de contêiner (e infraestrutura), fornece mais flexibilidade, densidade e desempenho para aplicativos atuais sob um processo de modernização e marca os novos aplicativos desenvolvidos usando o modelo de nuvem;
  • – O Balanceamento de carga de VM também é melhorado com o reconhecimento de sistema operacional e aplicativo, garantindo o melhor balanceamento de carga e desempenho dos aplicativos;
  • – O Suporte de memória da classe de armazenamento para VMs permite que os volumes de acesso direto formatados para NTFS sejam criados em DIMMs não voláteis e expostos às VMs Hyper-V. Isso permite que as VMs do Hyper-V aproveitem o desempenho de baixa latência de dispositivos de memória da classe de armazenamento;
  • – A Memória Persistente Virtualizada (vPMEM) é habilitada ao criar um arquivo VHD (.vhdpmem) em um volume de acesso direto em um host, adicionando um Controlador vPMEM a uma VM, além de adicionar o dispositivo criado (.vhdpmem) a uma VM. O uso de arquivos vhdpmem nos volumes de acesso direto em um host para vPMEM proporciona a flexibilidade de alocação e aproveita um modelo de gerenciamento conhecido para adicionar discos às VMs;
  • – Armazenamento de contêiner: volumes de dados persistentes nos volumes compartilhados do cluster (CSV). No Windows Server, versão 1709, bem como no Windows Server 2016 com as últimas atualizações, adicionamos suporte para que os contêineres acesse volumes de dados persistentes localizados em CSVs, incluindo os CSVs em Espaços de Armazenamento Diretos;

5 – Segurança e Garantia

Agora com Criptografia de rede, no qual permite criptografar rapidamente os segmentos de rede na infraestrutura de rede definida pelo software a fim de atender às necessidades de segurança e conformidade.

O Serviço Guardião de Host (HGS) como uma VM protegida está habilitado. Antes desta versão, a recomendação era implantar um cluster físico de três nós.

Agora também há suporte para Linux como VM protegida.

6 – Armazenamento

Principais mudanças.

– Réplica de armazenamento: a proteção de recuperação de desastres adicionada por Réplica de armazenamento no Windows Server 2016 agora é expandida para incluir:

  • Failover de teste: a opção para montar o armazenamento de destino agora é possível por meio do recurso de failover de teste. Você pode montar um instantâneo do armazenamento replicado em nós de destino temporariamente para fins de teste ou backup;
  • Suporte do Projeto Honolulu: o suporte para gerenciamento gráfico de replicação de servidor para servidor agora está disponível no projeto Honolulu. Isso elimina a necessidade de usar o PowerShell para gerenciar uma carga de trabalho de proteção contra desastres comuns.

– SMB (ponto importante):

  • SMB1 e remoção de autenticação de convidado: o Windows Server, versão 1709, não instala mais o cliente SMB1 e o servidor por padrão. Além disso, a capacidade de autenticar como um convidado no SMB2 e posterior está desativada por padrão. Para obter mais informações;
  • Segurança e compatibilidade de SMB2/SMB3: foram adicionadas mais opções de compatibilidade e segurança de aplicativo, incluindo a capacidade de desabilitar os bloqueios em SMB2+ para aplicativos herdados, bem como exigir assinatura ou criptografia com base em conexão de um cliente;

– Eliminação de duplicação de dados:

  • Eliminação da duplicação de dados agora oferece suporte a ReFS: você não deve escolher entre as vantagens de um sistema de arquivos moderno com ReFS e a eliminação da duplicação de dados: agora, você pode habilitar a eliminação da duplicação de dados, na qual você pode habilitar ReFS. Aumente a eficiência do armazenamento em mais de 95% com ReFS;
  • API de DataPort para entrada/saída otimizada para volumes com eliminação de duplicação: os desenvolvedores agora podem aproveitar o conhecimento que a Eliminação da duplicação de dados tem sobre como armazenar dados de modo eficaz para mover os dados entre volumes, servidores e clusters de forma eficiente;

7 – RDS

RDS agora é integrado ao Azure AD, portanto, os clientes podem aproveitar as políticas de Acesso condicional, Autenticação multifator, Autenticação integrada a outros aplicativos SaaS usando o Azure AD e muito mais.

Até o seu lançamento oficial podemos já testar sem mesmo baixar e instalar local.

Mas se você quiser também baixar segue abaixo:

https://www.microsoft.com/en-us/software-download/windowsinsiderpreviewserver

Espero ter ajudado com a matéria.

Até mais

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