Arquivo da categoria: Linux

AzureCLI – Automatizando ligamento e desligamento de VM via Azure

Olá pessoal, quem tem familiaridade com comandos Linux, O Azure CLI proporciona você armazenar e centralizar seus scripts e agendar via CRONTAB.

É bem simples mas muito funcional. Sabemos que o Poweshell é poderoso e utilizar o AzureCLI facilita mais ainda outra maneira de usar e automatizar ambientes.

Um dos comandos que irei realizar é o de desligamento, ligamento e desalocar os recursos.

O comando é bem simples

az vm start – ele liga a maquina virtual
az vm stop – ele desliga a maquina virtual mas não desaloca os recursos
az vm deallocate – ele desliga a maquina e desaloca os recursos da maquina

Então vamos lá.

O ambiente temos 3 maquinas, uma Windows server01 ligada no Grupo001, A linux no Grupo002 desligada, e uma Marketplace Alfresco no grupo Rgalfresco ligada.

Os comandos são simples.

az vm stop -g Grupo001 -n server01, iremos desligar.

az vm start -g Grupo002 -n Server02, iremos ligar.

az vm deallocate -g Grupo002 -n Server02, iremos desalocar a mesma maquina 002 depois de ligar novamente.

Veja o vídeo Abaixo de demonstração

Para agendar o horário para ligar, desligar ou desalocar a maquina use o CRONTAB.

Vamos criar o script bem simples para o cron executar.

vim script_ligar_vm_azure.sh

De o comando chmod a+x script_ligar_vm_azure.sh para ter permissão de execução.

O mesmo você irá fazer para os outros scripts para execução.

Como usar o cron

O primeiro passo é abrir o crontab. Para isso, você pode usar editores de textos como vi, vim, emacs ou nano. Também é possível digitar o comando crontab -e para editar o arquivo exclusivo de seu usuário. Neste caso, a edição é feita como se você estivesse usando o vi.

O crontab tem o seguinte formato:

[minutos] [horas] [dias do mês] [mês] [dias da semana] [usuário] [comando]
O preenchimento de cada campo é feito da seguinte maneira:

– Minutos: informe números de 0 a 59;
– Horas: informe números de 0 a 23;
– Dias do mês: informe números de 0 a 31;
– Mês: informe números de 1 a 12;
– Dias da semana: informe números de 0 a 7;
– Usuário: é o usuário que vai executar o comando (não é necessário especificá-lo se o arquivo do próprio usuário for usado);
– Comando: a tarefa que deve ser executada.

Repare que a ordem desses valores indica o nome correspondente do campo. Por exemplo, no campo mês, 1 a 12 quer dizer de “janeiro a dezembro”. No caso de dias da semana, 0 a 6 quer dizer de “domingo a sábado”. Note que o número 7 também pode ser usado. Neste caso, assim como o número 0, o 7 equivale ao dia de “domingo”.

No lugar desses valores, você pode informar * (asterisco) para especificar uma execução constante. Por exemplo, se o campo dias do mês conter *, o comando relacionado será executado todos os dias.

Você também pode informar intervalos no preenchimento, separando os números de início e fim através de – (hífen). Por exemplo, se no campo horas for informando 2-5, o comando relacionado será executado às 2, 3, 4 e 5 horas. E se o comando tiver que ser executado às 2 horas, entre 15 e 18 horas e às 22 horas? Basta informar 2,15-18,22. Nestes casos, você separa os parâmetros por vírgula.

Vamos ao exemplo:

De o comando crontab -e


Edite para o editor que você goste mais. O meu é o VIM.


Os scripts estão no diretório home pois você não pode executar como root.


Pronto, agendei para 22:30 executar o script de ligamento da maquina.

Lembrando que a máquina virtual já tem o agendamento para desligamento em modo gráfico.

Temos o Automation que você pode utilizar também como ponto central de scripts.

Mas o Azure CLI com o shell também é uma ótima alternativa e familiaridade para quem conhece linux.

Espero que tenham gostado.

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GLPI Gestão e Helpdesk no Azure

Olá pessoal

A ferramenta GLPI é uma excelente fermenta para gestão de ativos e controle de chamados.

Eu usei o modelo DS1 no Azure para instalar e compilar a ferramenta.

Usei o Debian 8 para instalar o pacote.

Precisei realizar algumas mudanças no sourcelist para relizar algumas atualizações necessárias no ambiente.

Os passos para instalação no Azure você pode verificar posts anteriores como instalação do Redhat no Azure.

https://fabiosilva.com.br/2016/03/23/red-hat-no-microsoft-azure-azure/

O conceito é o mesmo.

Insira estas linhas no sourcelist

echo “deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main” > /etc/apt/sources.list

echo “deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb http://security.debian.org/ jessie/updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb-src http://security.debian.org/ jessie/updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main” >> /etc/apt/sources.list

echo “deb http://ftp.de.debian.org/debian/ jessie main non-free” >> /etc/apt/sources.list

Atualize o Sistema
apt-get update
apt-get upgrade -y

Agora vamos instalar os pacotes necessários para que o sistema entre no ar.

Será necessário o APACHE, PHP, MYSQL e dependências

apt-get install ca-certificates apache2 libapache2-mod-php5 php5-cli php5 php5-gd php5-imap php5-ldap php5-mysql php-soap php5-xmlrpc zip unzip bzip2 unrar-free php5-snmp php5-curl -y

Instale o Mysql ou MariaDB

apt-get install mariadb-server

Após a instalação ele irá abrir uma tela Azul para inserção da senha de root do sistema. Coloque a senha e de “OK” e siga o processo.

Acesse a pasta TMP
cd /tmp

Baixe o pacote do site do GLPI http://glpi-project.org/ ou o pacote deles oficial que esta no github

wget https://github.com/glpi-project/glpi/releases/download/9.1.1/glpi-9.1.1.tgz

Descompacte o arquivo

tar -xvzf glpi-9.1.1.tgz

Copie para pasta abaixo do apache

cp -Rf glpi /var/www/html

Altere o arquivo para rodar no Apache

vim /etc/apache2/conf-available/glpi.conf

<Directory “/var/www/html/glpi”>

AllowOverride All

</Directory>

Ative o Arquivo

a2enconf glpi.conf

Restarte o serviço no Apache

service apache2 restart

Altere a permissão de pasta abaixo

chmod 775 /var/www/html -Rf

chown www-data. /var/www/html -Rf

No Mysql iremos criar o usuário mas altere a senha. Esta senha obviamente está como exemplo.

Acesse via console como root

mysql -uroot -p

Crie o banco de dados GLPI

mysql> create database glpi;

Crie o usuário para acesso ao sistema

mysql> create user ‘glpi’@’localhost’ identified by ‘123456’;

De permissão ao banco de dados total

mysql> grant all on glpi.* to glpi identified by ‘123456’;

Saia do console do Mysql

mysql> quit;

Agora vamos acessar o sistema?

Acesse o ip ou o DNS que o Azure forneceu para a maquina.

Importante Salientar que o GLPI roda na porta 80 ou 443 caso você queira deixar segura. E é preciso inserir no NSG as portas para acesso ao SISTEMA.

Veja abaixo:

Acesse: http://seudnsouip/glpi

Este é o acesso, acesse e depois de acessar vá na pasta /var/www/html/glpi/install e renomeie o arquivo instal.php e não apague como muitos fazem.

Va no menu “Administração” e altere a senha de todos usuários por segurança.

Pronto você está apto a utilizar esta ferramenta poderosa e intuitiva.

Ela está sob GPL, e tem versões pagas. Mas pequenas empresas que não querem investir muito e nem investir em capex, o Azure é a melhor opção para utilização.

Mais informações entre nestes sites como referência que vão ajudar bastante na sua escolha.

http://glpi-project.org/

https://github.com/glpi-project

http://www.glpibrasil.com.br/

Arquivo JSON para deploy da máquina virtual

Espero que tenha ajudado

Até mais.

Azure Database for PostgreSQL (PaaS)

Olá pessoal

Recentemente a Microsoft anunciou que Mysql e PostgreSQL estão agora no Canadá e BRASIL.

O RDS da AWS terá uma concorrência maior com está oferta que é muito bem vinda.

Melhor ainda do ponto de vista de performance, latência e qualidade de entrega de serviços web.

Veja na integra o anuncio em http://bit.ly/2yOzxPL

Com isto abaixo tem um passo a passo para provisionar o PostgreSQL no Brasil.

Acesse o portal do Azure escolha na busca ou no menu “Databases” e escolha Banco de dados PostgreSQL.

Veja também aqui o passo a passo do Mysql como PaaS em http://bit.ly/2ztXngR

O Segundo passo é bem simples para o provisionamento, Escolher Usuário, senha, localização BRAZIL como anunciado, versão do banco de dados e tamanho da unidade computacional. Clique em criar e de sequência no provisionamento.

Aguarde o provisionamento.

O primeiro passo para acessar o banco de dados é acessar no menu a parte de segurança. Veja que o banco já acesso seguro via SSL e é preciso liberar uma regra de firewall para acessar colocando IP.

Para acessar o ambiente o Azure já fornece a string de acesso ao banco de dados.

Se você tem alguma aplicação padrão de mercado já tem os parâmetros e exemplos bem definidos para realizar a conexão sem crise. Isso facilita a vida do DEVOPS e do DEV.

Importante é que estamos em um ambiente que oferece PaaS (plataforma como serviço) e abstrai configuração de sistema operacional, isto garante muito uma vantagem. A Microsoft garante a gestão do poder computacional que você escolheu. Importante neste menu acima acertar parâmetros do banco de dados, repetindo abstraindo sistema operacional.

Legal, provisionamos e criamos, agora vamos conectar.

Utilizaremos o PostgreSQL Administrator.

https://www.postgresql.org/ftp/pgadmin/pgadmin4/v2.0/windows/

Acesse e baixe no site do desenvolvedor.

A instalação é bem simples também.

Aceite as condições da licença que está sob GNU Opensource.

Escolha o diretório.

Instale o programa conforme a imagem acima.

Aguarde o fim da instalação.

Pronto, app instalado vamos adicionar a URL que o Azure disponibilizou para que possamos acessar a administração do banco de dados.

Acesse a configuração ADD NEW Server.

Configure os parâmetros para acessar o banco de dados. Siga as instruções que o próprio Azure ofereceu. Principalmente ativação do SSL na figura 3.

Acesse o banco e coloque a senha.

Outra forma de testar é via Cloudshell

O banco de dados Postgre utiliza a porta padrão 5432.

Bom pessoal

Espero que tenha ajudado.

Provisionar maquinas virtuais através de GIT, AzureCLI e Visual Studio.

azurecli

Olá Pessoal

Na ultima WEBCAST que fiz no canal ARQGENTI eu mostrei como está o mercado tanto do lado corporativo como empresa e como anda o lado do profissional.

Muitas mudanças para os 2 lados.

Não é mais uma tendencia, é uma constatação.

O mercado está mudando, as empresas estão mudando com a transformação digital.

Leia o resto deste post

Assista a “Quintas da ti: Infra Ágil com Microsoft Azure” no YouTube

Moodle no Azure (PaaS)

Olá pessoal

Hoje irei demonstrar como provisionar o Moodle no Azure.

A demonstração e a ferramenta que já existe no Marketplace.

O Moodle é um Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem (LMS) que fornece aos educadores ferramentas como recursos, fóruns, questionários, tarefas, objetos de aprendizagem, pesquisas, pesquisas, coleções de dados, lições, wikis e projetos para que eles possam construir cursos baseados na web sobre qualquer Tópico e, em seguida, convide estudantes para esses cursos. O Moodle possui muitos recursos de gerenciamento, como grupos, cadernos, relatórios, papéis personalizados, importação / exportação / arquivamento, pagamentos e integração com muitos outros sistemas. O Moodle é um software PHP, mas funciona em quase todas as plataformas e a maioria dos tipos de banco de dados.

LEMBRANDO QUE TODO PROVISIONAMENTO E COMO PLATAFORMA. Webapp e banco de dados Mysql.

O Segundo passo iremos deixar configurado o acesso ao sistema pelo navegador e o banco de dados como serviço PaaS. Coloque a senha e confirme a senha para acesso ao banco de dados ou manutenção posteriormente.

Aguardar o provisionamento.

Aguardaremos a instalação do APP que também sera provisionada, junto com o banco.

Veja que a plataforma foi criada em WEBAPP, Azure database Mysql

O Moodle já vem pre instalado e daqui para frente e seguir com a transformação do Moodle.

Importante verificar se todos os módulos do PHP estão já ativos , se não e preciso via portal realizar as configurações.

Lembrando que estamos realizando tudo como PaaS e para o administrador quanto o desenvolvedor da ferramenta Moodle muda a forma de lhe dar com a ferramenta.

Interessante sempre estar alinhado com documentações do Azure e do Moodle.

Azure Moodle (https://azuremarketplace.microsoft.com/en-us/marketplace/apps/AppDirect.Moodle?tab=Overview)

Pessoal, espero que tenham gostado.

Acessem meus canais para contato comigo.

Obrigado

Aumentar ou diminuir VM no Azure

vm

Ola pessoal

Um recurso bem simples de fazer no Azure e aumentar ou diminuir o tamanho da máquina.

Irei demonstrar com um Ubuntu e com um Windows.

Veja que estou conectado em um console do Ubuntu Server.

Veja que o modelo da Linux A1 eu irei aumentar para D2. Veja vídeo abaixo.

Do Windows e exatamente a mesma coisa.

O Windows demora um pouco mais, mas é bem simples a demonstração do poder e a facilidade de realizar o crescimento de uma máquina no momento em que você quiser.

Hoje em um processo de VPS tem diferença pois voce precisa acionar suporte para o aumento ou diminuição da maquina virtual.

O processo de diminuir e o mesmo.

Veja o vídeo

Espero que gostem.

Ate o próximo post.

Amazon RDS com banco de dados Mysql

Olá pessoal

 

Hoje irei mostrar um passo a passo para Amazon RDS com banco de dados Mysql.

Na busca no console do AWS faça a busca do RDS

Clique em Get Started Now

No console temos PaaS de serviços 5 banco de dados, escolheremos o MySQL.

Na primeira parte da configuração temos o tipo de engine escolhida, depois a versão do MySQL, em questão de laboratório a versão não contempla o MultiAZ como alta disponibilidade do AWS, o tipo de disco que podemos escolher o Magnetico e disco de alta performance SSD, neste caso escolhi o Magnetico. Aloquei só 5GB como laboratório.

A segunda parte é escolher o nome da instancia, usuário e senha do banco de dados.

A terceira parte é escolher a rede onde vai ficar o banco, No AWS você pode manter na sua VPC (REDE) ou se for para um ambiente WEB você pode criar uma VPC isolada.

Esta parte escolhemos o nome do banco de dados, o parâmetro da versão do banco o grupo do parâmetro da versão.
O Backup mantive o padrão de 7 dias.

Vamos apertar o botão launch DB instance para criação.

A criação é bem rápida, Clique em VIEW YOUR DB INSTANCES para acompanharmos a criação.

Após o clique podemos acompanhar vários itens do banco de dados onde ele mostra a maquina que estará por traz como plataforma. Esta maquina é gerenciada pela AWS. Durante a criação automaticamente no Endpoint é criadoo acesso externo através de liberação de porta para string de acesso ao banco de dados.

Veja a string de acesso ao banco de dados.

Através do MYSQL WORKBENCK (antigo mysql administrator) iremos acessar a string e ver se está apto a manipular os dados do MYSQL.

Coloque a string que foi liberada e faça o teste de conexão.

Pronto você está liberado para manusear tabelas, storeprocedures e outros serviços do MYSQL no AWS.

Veja informações oficiais do site da AWS.

Criando sua primeira instância RDS:

Um vídeo de introdução para RDS: https://www.youtube.com/watch?v=Kz1zmyHw9G0

O que é RDS? http://docs.AWS.amazon.com/AmazonRDS/Latest/UserGuide/Welcome.html

Introdução: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/CHAP_GettingStarted.html

Configurando o RDS dentro um VPC: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/USER_VPC.html

Práticas recomendadas de RDS: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/CHAP_BestPractices.html

FAQ: https://aws.amazon.com/rds/faqs/

Centro de conhecimento de suporte de AWS: https://aws.amazon.com/premiumsupport/knowledge-center/#Amazon_Relational_Database_Service _(Amazon_RDS)

Algumas coisas importantes a considerar:

Uma rápida introdução sobre classes de instância de DB, status: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/Overview.DBInstance.html

Como funciona o Multi-AZ? http://docs.AWS.amazon.com/AmazonRDS/Latest/UserGuide/Concepts.MultiAZ.html

Minha modificação planejada requer tempo de inatividade: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/Overview.DBInstance.Modifying.html

Tipos de armazenamento diferentes para diversos fins: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/CHAP_Storage.html

Segurança para suas instâncias de RDS: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/UsingWithRDS.html

Limites para RDS: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/CHAP_Limits.html

Depois de obter sua instância RDS configurada, confira estes links para usar o RDS para todo o seu potencial:

Monitorar o desempenho da sua instância do RDS: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/CHAP_Monitoring.html

Diferentes Estados de instância de RDS DB: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/CHAP_CommonTasks.html

Guia de RDS geral solução de problemas: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/CHAP_Troubleshooting.html

Vários registros, você pode habilitar para solução de problemas: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/USER_LogAccess.html

Usando o AWS CloudTrail com RDS para fins de conformidade: http://docs.aws.amazon.com/AmazonRDS/latest/UserGuide/USER_Auditing.html

 

Esperamos que esses recursos vão responder suas perguntas e ajudar que você a começar usando Amazon RDS. Se você tiver outras dúvidas ou preocupações, por favor em contacto connosco nos fóruns RDS:https://forums.aws.amazon.com/forum.jspa?forumID=60

Pessoal até a próxima.

Azure Database for MySQL

Olá pessoal

Além do Azure Database SQL Server temos agora Mysql com plataforma no Azure (PaaS) em Preview.

Abaixo faremos um passo a passo para provisionar o Mysql como PaaS.

Va na busca ou no menu “Database”.

Escolha Database for MySQL. Lembrando que está em preview. Tome cuidado ao escolher para ambiente de produção.

Próximo passo é escolher nome do banco, usuário e senha, localidade e licença.

Importante ver a versão do seu banco atual para que funcione da forma correta no Azure, está disponível as verões 5.7 e 5.6.

Outra função importante é escolher a capacidade computacional de uso do seu banco de dados.

O Mysql é medido por unidades computacionais, um junção de processamento, memoria e taxa de transferência.

Veja com mais detalhes em https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/mysql/concepts-compute-unit-and-storage.

A unidade computacional é medida em três grupos, Basic, Standard e premium.

Escolhemos o básico para nível de laboratório.

Validado vamos criar o banco.

Vamos aguardar o deploy do banco.

Durante o deploy tem informações interessante que mostra detalhes, como template, login o arquivo .json que é o deploy via linha de comando.

Após a implantação importante para conexão de sua APP com o banco tem uma serie de exemplos para conexão com o banco de dados como PHP, .NET, e outras linguagens conhecidas.

Para os DBAS e administradores podem usar ferramentas para acesso ao MYSQL.

Uma das ferramentas mais populares é o MYSQL ADMINISTRATOR ou a nova versão que se chama WORKBENCH.

Quer baixar e utilizar acesse https://downloads.mysql.com/archives/installer/

Estas informações de acesso ao banco são suficiente para acessar através de administração do APP.

Libere o acesso através do menu Connection security, importante manter fechado por segurança e liberar por ip.

Coloque as configurações necessárias para acessar o banco e valide.

Valide a conexão

Pronto, a partir deste acesso você pode criar sua instancia ou importar sua instancia e utilizar o Azure Database MySQL.

Até a próxima

Anunciado Azure Database Mysql Preview

Olá Pessoal

Anunciado mais uma plataforma, o MYSQL que é bastante usado em ambiente WEB em praticamente 80% e onpremissess e agora como PaaS.

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Veja na integra no blog do Azure.

https://azure.microsoft.com/en-us/blog/azure-database-for-mysql-public-preview/

Em breve posts com o passo a passo

Até mais pessoal