Arquivo da categoria: Windows Server 2016

Azure Virtual Machine Scale Set (Autoscaling)

Olá pessoal

Virtual machine Scale set foi feito para sustentar sua aplicação em alta disponibilidade.

Foi feito para cargas para aplicações que não podem ficar fora do ar.

Então vamos lá.

Para entender como é criado temos que ver uma arquitetura de exemplo e os serviços que são incluídos.

Referencia: https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/architecture/reference-architectures/virtual-machines-windows/multi-vm

São criados 2 instancias computacionais ou mais, availability Set, um load balancer para balanceamento de carga e precisa de um gatilho para alavancar de forma horizontal.

Para iniciar a criação busque como VMSS ou ScaleSet.

O modelo de criação é em ARM (Azure Resource Manager) grupo de recursos do Azure.

Este passo é bem simples, bem parecido de uma criação de maquina única. Criar o nome do recurso, o sistema operacional, usuário e senha, grupo de recursos e a localidade das maquinas. Em especial o “Limit to a songle placement group”

Se for verdade (True), o conjunto de escala será limitado a 1 grupo de posicionamento e pode ter uma capacidade máxima de 100. Se for falso(false), o conjunto de escala pode incluir grupos de posicionamento. Isso permite que a capacidade seja para 1000, mas altera as garantias da escala definida.

O segundo passo é definir o ip do loadbalancing criar o labe, e definir o numero de maquinas, discos gerenciados, o numero de VMS que estarão na autoescala.

Ainda no mesmo passo o autoscaling funciona com nível de processamento no threshold que é o intuito principal deste post, o número de VM que vai crescer horizontalmente, e a escala de diminuição.

Estes são os passos básicos para a criação de um LAB simples.

Valide e sempre baixe um modelo para criação via script, pois você pode incrementar mais situações de necessidade do seu negócio.

Veja modelo Powershell

Veja modelo Azure CLI 2.0

Veja modelo .NET via Visual Studio

Para baixar direto também os modelos só acessar o link antes de dar o OK e realizar as alterações necessárias.

Aguarde a implantação

Após a implantação no resource group ele mostra este serviço de maquinas virtuais, load balance, vnet e endereço ip. Vamos acessar cada um para você ver em detalhes.

É preciso startar para acessar a maquina virtual, veja o resultado da criação. Inicie para acesso.

Para acessar a maquina virtual no caso da criação foi Windows o load balance faz redirecionamento para as portas acima. Iremos acessar RDP na porta 50000

Acesse o servidor Windows.

Pronto, você já está com acesso ao ambiente com autescala.

Veja regra de NAT criada no lado balance e futuramente você realizar alterações de acesso como criação de porta 80 e 443 para ambiente WEB.

Espero que tenha contribuído com este post.

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Peering ou emparelhamento de redes no Azure

O portal do Azure tem um recurso bastante útil que é o Peering de redes.
O peering é a comunicação entre 2 redes diferentes. Vide neste link oficial https://docs.microsoft.com/pt-pt/azure/virtual-network/virtual-network-peering-overview

Ou trazendo para o português é o emparelhamento de redes.

É bastante funcional entre o portal clássico e também entre subscrições diferentes. Ou seja, se você tiver um cliente ou um fornecedor que esteja em parceria de software ou outro serviço, o peering irá lhe ajudar.

O Cenário é bem simples, veja o gráfico abaixo:

Para dar um exemplo eu fiz um passo a passo no novo portal.

No portal vá em rede virtual ou “virtual network”

Para criar o peering automaticamente é criado uma VNET que é a rede do Azure. Criamos a rede 192 e a rede 10 para se comunicarem.

Criado a rede 10.

Na criação do peering iremos primeiro na rede 192. Para se comunicar com a rede 10.

Criei o peeering01 e deixei ativo.

Ativei a transferência de pacote e transferência de pacote entre gateways para as maquinas poderem realizar transferência de dados.

Exemplo pacote ICMP (Ping)

Adicionei a rede 10 para comunicação do exemplo.

Rede emparelhada com a rede 10.

O mesmo processo iremos fazer com a rede 10 para emparelhamento com a rede 192.

Ativamos a rede para receber pacote e transmitir pacote.

Mesmo processo anterior para comunicar a rede 10 com a rede 192.

Adicione a rede 192 para estabelecer a comunicação.

Pronto as redes estão prontas para se comunicarem.

Finalize para estabelecer a comunicação.

Finalizado as redes 10.0.0.0/16 e 192.168.0.0/16 irão se comunicar através de dispositivos virtuais e maquinas virtuais.

Como no desenho que fiz irei utilizar o Windows Server 2012 R2 para estabelecer comunicação através de pacote de comunicação ICMP (ping).

Veja que eu tenho 2 Windows Server 2012 R2 ips 10.0.0.4 e 192.168.0.4

Pinguei as 2 maquinas e estão se comunicando através de ping.

Fonte consultada: https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/virtual-network/virtual-networks-create-vnetpeering-arm-portal

Na fonte consultada também é demonstrado através de Powershell.

Outro modo de se comunicar é entre Tenants diferentes utilizando As Subscrições (Subscription).

Onde está a flexa amarela você pode colocar a Subscrição da outra tenant para sua rede se comunicar com a rede da outra Tenant fornecedor ou cliente.

Esta é uma demonstração de emparelhamento (Peering) de redes no Azure.

Espero que gostem.

Licenciamento Windows Server 2016

3252.windows-server-2016

O Windows Server 2016 mudou a forma de licenciamento.

A forma de licenciamento privilegia levar as maquinas de forma mais fácil para nuvem utilizando o Hyper-V para Azure.

O licenciamento é baseado em núcleo, e não em cores físicos.

Inicialmente é liberado 2 cores físicos com 8 núcleos cada core, e depois em resumo é cobrado por núcleo adicional.

nucleos

Olhando em forma de gráfico se você tiver um servidor físico com 2 processadores físicos totalizando 16 núcleos você estará a nível de auditoria correto.

Vamos analisar se você tiver 2 processadores e se cada processador tiver 16 núcleos vamos resumir que o segundo processador você vai pagar por núcleo adicional.

Esta outra tabela que esta no site da MICROSOFT faz um outro resumo.

Edições do Windows Server 2016

 

 

 

 

Datacenter Edition Standard Edition
Funcionalidade básica do Windows Server

Contêineres de OSEs/Hyper-V*

Ilimitado

2

Contêineres do Windows Server

Ilimitado

Ilimitado

Nano Server

Novos recursos de armazenamento que incluem Espaços de Armazenamento Diretos e Réplica de Armazenamento**

Novas máquinas virtuais blindadas

Nova pilha de rede

Modelo de licenciamento

Core + CAL

Core + CAL

Preço+

$6,155

$882

A tendencia para empresas que querem virtualizar o ambiente e ter soluções hibridas vai facilitar.

O modo de licenciamento para Standard você tem direito em uso de mais 2 maquinas virtuais com Windows Server 2016 sem precisar comprar mais licenciamento.

O modo de licenciamento para Datacenter lhe da o direito de licenciamento de maquinas virtuais Windows Server 2016 sem limite, o limite é do hardware.

Exemplo:host

A aquisição do Windows é mais barata em relação aos concorrentes.

As comparações técnicas e gostos técnicos estão muito equiparados e neste post não esta levando em consideração e sim o entendimento do licenciamento e como será econômico ao virtualizar um ambiente com Hyper-V e Windows Server 2016.

O modo de licenciamento em relação ao Windows 2012 R2 é diferenciado.

Mas é um passo importante a virtualizar e mesclar seu ambiente para modelo Hibrido.

Espero que tenham gostado.

Maiores informações no site da Microsoft e white papers sobre os licenciamentos.

https://www.microsoft.com/pt-br/server-cloud/products/windows-server-2016/#MenuItem4

Abraços

 

Windows Server 2016 Tecnical Preview disponível no Azure

Pessoal

Para quem tem Azure, está disponível o Windows Server 2016.

Interface já no padrão Windows 10.

Mudanças Visuais com a cara do Windows 10 mas o que mais foi alterado são suas mudanças estruturais.

  • Active Directory Federation Services (ADFS): Novos recursos que permitem a configuração de ADFS para autenticar usuários armazenados em diretórios Lightweight Directory Access Protocol (LDAP).
  • Remote Desktop Services: Suporte para aplicações OpenGL e OpenCL e adição da função MultiPoint Services para o Windows Server.
  • Cluster de failover baseado no Hyper-V ou um servidor de arquivos do tipo Scale-out: Eles agora podem ser atualizados sem nenhum downtime ou sem a necessidade de se criar um novo cluster com nós rodando o Windows Server Preview.
  • Web Application Proxy: Agora suporta pré-autenticação para aplicações usando o protocolo HTTP Basic, caracteres especiais em URLs de aplicações, redirecionamento de HTTP para HTTPS, uso de autenticação passthrough com aplicações HTTP e mais.
  • Windows PowerShell 5.0: Inclui novas características como o suporte para desenvolvimento com classes e novos recursos de segurança.
  • Rede: Novo recurso habilita a funcionalidade Generic Routing Encapsulation (GRE) para o Windows Server Gateway.

A lista completa com todas as novidades pode ser encontrada aqui.

Enquanto isso já vamos nos atualizando.


Windows Nano Server – Total integração com a Nuvem

A Microsoft anunciou hoje no blog do Windows Server o novo modo Nano Server do Windows Server 2016 e o suporte para Hyper-V Containers.

O lançamento do novo sistema operacional para servidores está previsto para 2016 e a próxima versão de testes será disponibilizada para download em maio.

NOVO MODO NANO SERVER DO WINDOWS SERVER 2016

De acordo com a Microsoft, o novo modo Nano Server do Windows Server 2016 oferecerá uma opção que permitirá a execução do sistema operacional com o mínimo de componentes possível.

Este modo, menor que o atual Server Core, trará apenas componentes essenciais (Hyper-V, Clustering, Networking, Storage, .Net, Core CLR) – e nada de interface gráfica.

O modo Nano Server é totalmente otimizado para a nuvem e também suportará os Hyper-V Containers.

Ainda não é certeza se o novo modo estará presente no build que será disponibilizado em maio.

HYPER-V CONTAINERS

Além de anunciar o novo modo Nano Server do Windows Server 2016, a Microsoft também anunciou o suporte para Hyper-V Containers.

Este novo método de implantação oferece um novo nível de isolamento antes reservado apenas para máquinas físicas dedicadas ou para máquinas virtuais, enquanto mantém a experiência eficiente e ágil com integração com a plataforma Docker.

Os Hyper-V Containers se certificarão de que o código executado em um contêiner permaneça isolado e não cause impacto negativo no sistema operacional host ou em outros contêineres presentes no mesmo host.

Microsoft anuncia novo modo Nano Server do Windows Server 2016Embora os Hyper-V Containers ofereçam uma opção adicional de implantação além dos Windows Server Containers e das máquinas virtuais do Hyper-V, você poderá implementá-los usando as mesmas ferramentas de desenvolvimento, programação e gerenciamento.

Além disso, as aplicações desenvolvidas para os Windows Server Containers podem ser implementadas como Hyper-V Containers sem precisar de modificações.

Os Hyper-V Containers serão demonstrados pela Microsoft ao vivo durante a conferência BUILD, que será realizada de 29 de abril a 1 de maio de 2015.